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Lucas Carioli
Publicitário de formação, mas jornalista de coração. Sua primeira grande lembrança da F1 é o acidente de Gerhard Berger em Imola 1989. Ver outros textos deste Colunista

    28/08/2015Dançando na chuva

    Está escrito nos livros de história: os grandes campeões deixam suas assinaturas artísticas em Spa-Francorchamps. Em 1995 não foi diferente, com Michael Schumacher realizando aquela que considero sua obra de arte mais impressionante, uma vitória antológica no Grande Prêmio da Bélgica, largando da 16º posição.

    Quando a Fórmula 1 chegou à região das Ardenas, a bola da vez era seu maior adversário, Damon Hill, vencedor da última etapa, na Hungria. Schumacher, por outro lado, era alvo de especulações de que correria na Ferrari no ano seguinte, por estratosféricos 48 milhões de dólares em dois anos de contrato. Também havia sido anunciado que David Coulthard não correria pela Williams em 1996 e em seu lugar entraria o filho de Gilles Villeneuve, Jacques, …