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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 16.08.11
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Caríssimo Edu, bueníssimas!

Aqui e mais abaixo, imagens de um dos maiores GPs de todos os tempos, Monza 71, começando pelo seu vencedor, Peter Gethin, com BRM - Clique para ampliar
Volto ao assunto, já falei dela aquí no Gepeto. Abro a revista 4 Rodas deste mês de agosto, retorno ao paraíso: lá está a matéria assinada pelo grande Bird Clemente, dando todos os detalhes sobre a DKW que a Vemag preparou para as Mil Milhas Brasileiras de 1.961.

Diz ele que foi o melhor carro de corrida que se fez neste país. Atenção ao que ele fala sobre o shake-down, as primeiras voltas que deu na maquineta, na velha pista de Interlagos que a molecada de hoje não conheceu. Uma aula!

Não trabalho nem sou sócio dos Civita mas sugiro que leiam.

Abraços e vida longa.

Manuel Carvalho, Santos

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Caro colega Manuel Carvalho, de Santos,

simplesmente PERFEITO seu comentário, citando o GP de Monza 71!



Corrida boa é aquela onde o cara para pra trocar pneus se precisar, se estourar, ou coisa do gênero; para pra abastecer se precisar, se o pé não tá calibrado, abandona com pane seca; onde o piloto controlava o giro do motor no ouvido pra trocar as marchas, ou parava nos boxes nos treinos pra acertar o setup do carro por ter sentido o problema durante a volta (vide Emerson Fittipaldi, o famoso bunda de veludo); onde o cara passa o da frente sem precisar apertar botão no volante pra abrir asa, parece coisa de ficção científica!

Assisto hoje as corridas mais por vício mesmo, porque como você mesmo disse isto era a Fórmula 1: uma corrida de pilotos, não de equipes, de engenheiros, de chefões, de para que tá chovendo, de safety-car e outros babados.

Pena que para nós, amantes da verdadeira Fórmula 1, esses tempos gloriosos não voltarão jamais.

Valeu pela citação! Abraços cordiais

Cleiton, Poços de Caldas

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Mais uma vez a incompetência dos brasileiros que administram o nosso automobilismo, aflorou com força total. Estou me referindo a chicane de última hora instalada em Interlagos na Curva do Café, como assim a denominam os magnânimos locutores e comentaristas globais.

Mike Hailwood com Surtees, 4o colocado em Monza 71
A chicane tem guia ou se preferirem meio fio na sua parte interna, digo, um respeitável degrau. Olha só, no meu tempo de piloto, corri, creio que umas 25 ou 30 vezes em Interlagos, e naquele tempo não existia esta tal de curva do café, ou pelo menos que eu me lembre não havia este nome e nunca senti cheiro de café na subida dos boxes, conforme sugerido pelo audaz locutor principal da Globo, assim como o Pinheirinho ficava no lado interno da curva do mesmo nome e não do lado esterno como a mesma autoridade asseverou.

Lamentavelmente, ocorreram em um curto lapso temporal duas fatalidades com pilotos brasileiros e elegeram a reta curva como culpada pelas duas mortes. Os pilotos que morreram devem estar rindo da solução encontrada pelos dirigentes, a ridícula chicane construída em tempo recorde (como brasileiro gosta desta palavra), esquecendo o ditado “a pressa é inimiga da perfeição”.

Finalizando, estão culpando a pista para encobrir a fragilidade da segurança desta gaiola com bolha que os argentinos estão vendendo pros cavaleiros andantes tupiniquins se matarem. Vejam: pelo que sei a gaiola é a mesma para a Stock e para a Copa Montana. A propósito o novo campeonato brasileiro de marcas é mais uma categoria criada para fraudar o cognitivo dos brasileiros, o motor de todos os carros é Ford, preparado na Argentina pelo excelente Orestes Berta, equipando carros disfarçados com bolhas de Honda, Chevrolet, Toyota etc.. tendo até Ford, bolhas estas assim como a gaiola, fabricados também na Argentina.

E tem gente enriquecendo com isto tudo...

Carlos Alberto Petry, Taquara

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Caro Roberto Agresti,

a despeito de sua coluna sobre a pontuação de Vetel Talvez sim, talvez não, segue alguns numeros interessantes:

- até a oitava etapa, ele fez 186 pontos de 200 possíveis, ou seja 93% do total. O segundo colocado na ocasião era Button com 109 - 54% do total. Desde a última etapa, a pontuação de Vettel passou a 234 pontos de um máximo possível de 275 - 85% do total, enquanto Webber é vice com 149 pontos - os mesmos 54% do total.

Chris Amon com Matra, 6o colocado em Monza 71 - Clique para ampliar
Evidente que em percentual vemos Vettel perder rendimento, no entanto se pegarmos a diferença que ele tinha para o vice na oitava etapa, ela era de 80 pontos e agora está em 85 pontos. É uma situação que apesar da aparente perda de Vettel ainda mostra crescimento em relação ao segundo da tabela, isso porque vocês já sabem até mais do que eu que enquanto Vettel não vence como no início do ano, na segunda posição existe uma divisão de pontos muito mais acentuada entre Alonso, Hamilton, Button e Webber, não permitindo que nenhum deles se estabeleça como um real rival ao bi do alemão, acredito que administrando essa diferença não creio que vamos ver aqui no Brasil disputa pelo titulo, ela ocorrerá bem antes talvez umas duas etapas antes do GP Brasil

abraços

Mário, São Paulo

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Caro Marcel,

foi muito bom ler sua coluna 1994 x 2006.

A pilotagem de Schumacher saltava aos olhos, não como piloto agressivo, mas como piloto eficiente e que conservava equipamento tal qual Button, incluindo aí os pneus. Os motores Cosworth eram mais competitivos que os fordecos de hoje (com seus pôneis maldito...) e Schumi cresceu e se nutriu no esporte montado nesses motores. Chama-me a atenção não só as irregularidades da Benetton de Schumi: o carro de Alonso também as tinha, não é mesmo?

Howden Ganley com BRM, 5o colocado em Monza 71 - Clique para ampliar
Mas a Williams, pródiga em construir braços superiores de suspensão traseira instáveis e intratáveis, desgraçadamente construiu uma notável para Senna em 1994, sem o triangulo superior, que ainda podemos conferir nas imagens do carro fazendo curvas, quando ela se deformava, tal qual a suspensão estilingue do fusca. Era notório e incontestável na época que Senna valia por uma suspensão ativa, isto é, conseguia arrancar no braço cerca de 2 segundos mais rápido por volta sobre qualquer piloto do grid.

Em 1992, a Williams deu um carro de outro mundo para um piloto inglês ser campeão, algo natural (a equipe Brawn preferiu dar um carro parecido a um conterrâneo) e depois, em 1993, a um francês, algo natural, pois o superlativo motor era de uma estatal francesa.

Bom, Schumy com o controle de tração (velado sob o véu de insuspeição, levantado somente quando Hill, inglês, pode reagir) apenas conduzia a miss Dayse em 1994 enquanto Senna se desbundava com o carro pelado de tecnologia e aleijado de suspensão, com a distância do solo mais baixa, projetada para a suspensão ativa, com projeto de chassi esgotado depois de dois campeonatos fulminantes utilizando equipamentos tecnológicos de ultima geração.

Não se pode comparar a situação de um e outro e traçar similaridades. Schumi em 2006 estava com um carro muito bom, pois Massa o acompanhava, enquanto Senna em 1994 estava com seu companheiro Hill no meio do pelotão. A carroça era trazida no braço e veja que Hill não era um piloto medíocre, pois vencera corrida com uma carroça que se alinhava no pelotão final.

Enquanto a F1 de 1994 colocou um véu sobre o verdadeiro fenômeno Schumacher, encobrindo o controle de tração da Benetton para Ayrton ter com quem combater, quando Hill contou com a Williams com a suspensão com mais um triângulo traseiro, avisaram que fiscalizariam a Benetton de Schumacher pois fiscalizaram até então de seu companheiro. Isso é que era véu! Em 2006, retirou-o e pouca gente percebeu.

A fenomenologia de Schumacher não era essa coisa toda não, está mais para efeito especulativo de derivativos em bolsas de valores por seus agentes de Maranello e o dirigente mor da F1 que qualquer outra coisa. Afinal, ele queria mesmo, como cansou de dizer, de um Michael Jordan na F1, isso faria bem ao esporte.

Quando a Ferrari teve um caro competitivo, o segundo piloto só não foi campeão porque a equipe não permitiu, algo bem parecido com Massa, pois Alonso estava a caminho e não queria ter que dividir equipe com um campeão. Pode-se fazer análises entre os fatos e pilotos que estavam se aposentando em 1994 e 2006, mas colocá-los em equivalência jamais.

S.E.C., Vitória

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Prezados Amigos do GPTotal

François Cevert com Tyrrell, 3o colocado em Monza 71 - Clique para ampliar
Em mensagem anterior, manifestei a minha intenção de comentar sobre as colunas do Edu, Em busca da ultrapassagem perfeita I e II. Me parece estar havendo uma subversão da essência da Fórmula 1 pela própria categoria ou senão por quem dela deveria zelar, ou seja, seus dirigentes.

Em um primeiro momento, poderíamos elogiar a volta das ultrapassagens, porém, uma observação mais atenta nos mostra que, antagonicamente, as ultrapassagens da F1 atual têm muito mais a ver com as paradas! Sim, isto mesmo! A Fórmula 1, desenvolvida como máquina de disputa, com tecnologia avançada e competitividade, agora se vê refém das paradas nos boxes!

Apesar de que, a forma artificial de se produzir possibilidades de ultrapassagens tenha conseguido o efeito desejado, ainda assim, é algo discutível, pelo menos, na minha opinião. Sou totalmente favorável ao conceito que sugere o seguinte: corrida se vence na pista, não por estratégias de paradas nos boxes e muito menos, no "tapetão".

Como se não bastasse, agora criaram artifícios como asas móveis, a volta do Kers e regras absurdas, como a do piloto que vai à frente não poder abrir as asas móveis de seu carro, para se defender. Deste modo, parecer haver quase uma "obrigação" em que seja efetivada a ultrapassagem, devido à vantagem de quem pode abrir a asa, em relação a quem não pode abrir a asa, quando a diferença entre os carros chega ou baixa de um segundo. Ou mesmo que esta vantagem possa ser anulada (como já vimos diversas vezes) por circunstâncias de corrida , ou outras, ainda assim, me parece injusto que um piloto possa usufruir deste recurso e outro não , em virtude da nova regra.

Isto tudo sem falar na quantidade de funções embutidas no volante de direção, na minha opinião, muito mais de efeito psicológico (principalmente para o público que assiste a F1) do que prático, pois a quantidade de variáveis se torna imensa e, de fato, não creio que haja grandes efeitos dinâmicos. Se houver, penso que se devem muito mais à concentração que é "roubada" do ato de pilotar, ao desviar a atenção e concentração para mexer nos botões, do que o efeito dinâmico no próprio carro. Além é claro, de tornar muito mais difícil a fiscalização e equalização técnica, para uma equiparação mais justa entre todas as equipes. Na melhor das hipóteses, podemos considerar claro e lógico é que todos estes requintes tecnológicos já citados no mínimo não são possíveis de serem percebidos pelo público.

Concordo totalmente com o Edu, quando sugere que as ultrapassagens devem se dar muito mais em função do piloto e suas qualidades (técnica, arrojo, perícia e, acima de tudo, coragem e mais coragem). A tecnologia embarcada que fique concentrada na parte de segurança ativa e passiva na construção dos carros, e que deixem a pilotagem a cargo dos pilotos.

Edu lembra muito bem que a combinação entre qualidade do piloto ou do carro muitas vezes faz com que uma vantagem esperada em favor de determinado conjunto carro/piloto seja sobrepujada por outro conjunto, seja porque o piloto é muito mais hábil ou o carro muito melhor. Ou até mesmo tenhamos combinações improváveis, que possibilitem resultados surpreendentes.

Lembro de ter feito este comentário em outras mensagens que enviei ao GPTotal mas tomo a liberdade de insistir: o melhor regulamento já experimentado pela F1 é aquele em que determinava 1500 Conar para os motores sobrealimentados (lembro que pode ser turbocompressor ou compressor volumétrico) e 3000 Conar para os motores aspirados, com arquitetura construtiva e número de cilindros livre. E de lambuja, este regulamento, do qual tenho saudades, permitia um linda diversidade de sons de motores, formando uma verdadeiro concerto musical na pista.



Envio um excelente vídeo, mostrando do que, em verdade , temos saudade. Os créditos cabem ao Sr. Antti Kalhola, que produziu o vídeo e ao youtube, onde podemos encontrá-lo. Devo dizer que o Sr. Antti é um verdadeiro poeta do automobilismo!

Forte abraço à Família GPTotal.

Paulo C. Winckler

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Olá Gepetos

Bom estar aqui junto a vocês, de novo!

Legal a mensagem do Firmo Neto e mais ainda a do amigo Paulo Wincler. É disso que precisamos, pessoal. Debates lúcidos e apaixonados mas sobretudo respeitosos.

Fico feliz pelo bom senso, o respeito e que o clima amigável esteja permeando nosso GPTotal.

Um grande abraço a todos.

Marcos, DF

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Caros amigos;

Antes de deixar meu comentário, gostaria de manifestar agradecimentos verdadeiros às palavras do Paulo C. Winckler, de Porto Alegre. Tenho certeza que suas palavras foram para todos e não direcionadas exclusivamente para mim. Fica o meu abraço e a garantia de que jamais me reportarei à algum colega daqui com falta de educação ou com desrespeito. Obrigado e que todos que publicamos neste maravilhoso espaço tenham a noção exata de que do outro lado existem pessoas, seres humanos, amados por outras pessoas. Embora possamos parecer virtuais, sabemos que não somos. Meus cumprimentos.

Voltando a falar de Fórmula 1, gostaria de deixar uma pergunta aos que entendem melhor do assunto. Quem sabe pilotos poderiam ajudar a respoder essa minha pergunta: o que aconteceu com o Rubens Barrichello? Ele não sabe mais correr na chuva?

Lembro-me que nos anos 90, começar a chover significava vitória do Senna e um pulo garantido de posições para o Barrichello. Sua primeira pole foi feita na chuva. Outras poles que ele fez foi também em situações de terreno úmido. O que houve com ele? Desaprendeu?

Ronnie Peterson com March, 2o colocado em Monza 71 - Clique para ampliar
Nunca esqueço de uma entrevista do Rubens Barichello antes do Grande Prêmio do Brasil em 1994, quando declarou: se chover só termina o Senna na minha frente. Ele sabia que era bom na chuva e mostrava uma confiança incrível nessas condições. O que foi que houve com ele? Não esqueço do Rubens Barrichello, com uma humilde Jordan amarela - não lembro bem em qual ano - desafiando o já poderoso Michael Schumacher no final da reta encharcada de Interlagos. Era uma coisa interessante de se ver.

Em 2009, quando perdeu o título para o Button e não conseguiu ser nem vice-campeão, o que muito me decepcionou como torcedor, tivemos corridas na chuva e o Rubens já dava sinais de dificuldades. Alguém pode opinar sobre isso?

Grade abraço

Firmo Neto, Recife

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Olá amigos do GP Total!

Lembram o que eu postei aqui na 2ª ou 3ª corrida o ano? Eu disse que o Vettel seria o campeão. E tem alguém ai que duvida?

Pois é, se não houver castigo dos Deuses, Vettel se será campeão bem antes de chegar aqui no Brasil. Com uma pilotagem mais madura e consistente ele vai desenhando seu bi.

Um abraço a todos.

Clayton Araujo, Salvador


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 01.08.11
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Muito boa a corrida da Hungria.

Button comemora sua vitória, ontem, na Hungria - Clique para ampliar
Segundo o narrador global, uma corrida de gênio do Button e de muita sorte do Alonso. O único detalhe é que os dois escolheram mudar a estratégia de pit stop. Só que o Button é gênio por isso e o Alonso é só sortudo.

Como a Globo fez questão de destacar em todos os jornais que Massa largaria na frente de Alonso, até entendo a insistência do narrador em afirmar que Alonso tem sorte. Só não explica o fato de Alonso ter mais que o dobro de pontos de Massa no campeonato...

Gosto muito do Massa, mas não dá nem para compara-lo com Alonso. Agora em algo, concordo com o GB: o Button fez uma corrida fantástica, assim como Alonso. Excelente a corrida do Di Resta. Aliás, ele tem feito corridas bem interessantes.

Hamilton tá parecendo um Schumacher moreninho... O cara não quer saber, tasca o carro em cima e não quer nem saber das consequências. Acho legal pilotos arrojados, mas existe um limite, mesmo que tênue, entre arrojo e falta de caráter. Acredito que Hamilton tem ultrapassado este limite com certa frequência.

Rubens e Schumacher deveriam pedir licença e irem tomar umas brejas para comemorar a aposentadoria definitiva e abrir espaço para novos talentos. Já deram o que tinham que dar.

Que saudades do Kubica! O cara tá fazendo falta...

Rogério Kezerle

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Olá a todos

Rubinho, ontem na Hungria - Clique para ampliar
O Rubinho sempre foi elogiado por saber passar informações sobre o carro. Existe alguma conversa dele virar um consultor técnico em alguma equipe?

Já devem ter falado muito isso aqui, mas, o pneu Pirelli não é o principal fator de ultrapassagens?

Saudações flamenguistas

Ramon Wander da Conceição, Vila Velha






Oi Ramon

Não tenho ouvido falar muito de Rubinho ultimamente e imagino que a sua sobrevida na categoria, na Williams ou em outra equipe, só se dará se não arrumarem coisa melhor.

Não digo isso com rancor ou ironia; me parece a pura verdade, inclusive porque experiência é algo relativo em equipes menores, os engenheiros se considerando autossuficientes na obtenção das informações necessárias ao desenvolvimento dos carros. Em qualquer caso, nem engenheiros nem o Rubinho têm conseguido fazer algo minimamente útil ao desenvolvimento do Williams deste ano...

Quanto às ultrapassagens, sinceramente não sei. A coisa mudou de tal forma que precisamos contratar um estatístico para estudar o assunto e dizer quais ultrapassagens decorrem de troca de pneus, seu desgaste acentuado ou diferença de desempenho entre composto, do uso da asa móvel ou kers, da presença na pista de carros muito mais lento – as duas Hispanias devem render, só elas, umas 20 ou 30 ultrapassagens por corrida – ou ainda daquilo que considerávamos ultrapassagem nos velhos tempos.

Sei que a Mercedes publicou recentemente uma estatística completa sobre o assunto mas, me perdoem, não tive paciência para estudá-lo. Para quem tiver, veja aqui.

Abraços (EC)


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Prezados Amigos do GPTotal

Gostaria de manifestar meu apoio e parabenizar ao Sr. Firmo Neto, por seu lúcido e muito oportuno manifesto, do dia 22.06.2011.

Buemi - Clique para ampliar
Sei que muitos colegas GPTos já se manifestaram à respeito, mas penso que hipotecar apoio à tão louvável e digna manifestação, como foi a do Sr. Firmo Neto, não tem data , "prazo de validade", ou limite na quantidade de manifestações. Logo, penso que, apesar de passado mais de um mês da referida manifestação, sempre será oportuno nos unirmos à essa causa, há qualquer tempo.

Mesmo correndo o risco de parecer (ou estar sendo) soberbo, sempre me orgulhei do fato de que, o automobilismo de competição sempre foi um campo de preferências e rivalidades sadias, onde todos torciam livremente por este ou aquele piloto, essa ou aquela equipe, e todos conviviam em paz, apesar do clima de disputa.

Quem sabe, o segredo desta aludida paz resida justamente no termo "disputa" onde cada participante é considerado um competidor e não um "Inimigo" como ocorre, normalmente, em outros esportes, que nos "brindam" com dantescos espetáculos de violência e selvageria. Quando estes "espetáculos" não tem origem entre os atletas, tem nas suas torcidas e vice-versa.

Antes que alguém diga que estou sendo demasiado parcial, devo dizer que lembro de pequenos deslizes, também, no mundo do automobilismo de competição, mas nada que se compare à violência encontrada em outros esportes, com já escrevi, seja por parte dos competidores, seja por parte das torcidas.

Particularmente, lembro entre outros raros casos, a breve briga entre Nelson Piquet e Eliseu Salazar, o que nitidamente, foi um ímpeto momentâneo, sem consequências maiores para nenhum dos envolvidos, a não ser grandes piadas e risos futuros, à começar pelos próprios envolvidos, que segundo relatos, teriam se falado após alguns anos passados do incidente, onde teria Piquet confidenciado que sabia que o motor de seu carro quebraria antes do final da corrida, acabando com suas pretensões de título e, assim sendo, o acidente entre os dois pilotos apenas teria antecipado o abandono.

Se é verdade ou lenda não sei dizer, mas pelo que sei, Piquet e Salazar se falam e têm uma relação amistosa.

De igual modo, podemos fazer a mesma comparação com a torcida automobilista que convive em paz nos autódromos, ruas e estradas, cada qual portando bandeiras, vestindo camisetas, bonés etc., sem que por isso sejam agredidos verbalmente e muito menos fisicamente.

Desde modo, uno-me ao Sr. Firmo Neto no apelo de que não sejamos nós, automobilistas e GPTos, a iniciarmos tão detestável maneira de manifestação. Que possamos sim opinar de maneira diferente, torcermos para equipes e pilotos diferentes, sem que isto seja motivo de sermos ofendidos ou ofendermos!

Heidfeld, antes da explosão - Clique para ampliar
Gostaria, também, de lembrar que, no Brasil, nós automobilistas, somos minoria, principalmente agora que os pilotos brasileiros não têm obtido grandes resultados nas pistas, e mais do que nunca, é momento de unir forças e não dividi-las.

Qual de nós, já não se sentiu como um "ET", sendo o único de um grupo a gostar e entender de corridas? Quantas vezes nossa paixão por corridas não teve espaço ou vez nas mais variadas reuniões, seja no trabalho, seja entre conhecidos, em locais públicos etc.

Por isto tudo, me solidarizo aos apelos do Sr. Firmo, para que sejamos mais unidos, sejamos gratos pelo espaço do qual dispomos no GPTotal, que não censura este precioso espaço. Mas devemos lembrar que paciência tem limites. E, acima de tudo, não temos o direito de ofender outras pessoas, porque discordam de nossa opinião. Principalmente quando somos movidos pela mesma paixão que o automobilismo de competição exerce em todos nós automobilistas e GPTos.

Força e união, amigos automobilistas! Forte abraço à Família GPTotal.

Paulo C. Winckler, Porto Alegre

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Depois de tanto tempo é que vi esta reportagem sobre Alfran.

Saudades de meu irmão. O que nos acalenta é saber que em breve estaremos novamente juntos em outra vida.

Jeronimo, Natal

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Vendo algumas estatísticas do GP da Alemanha, na corrida de 1973 (que, aliás, está disponível na íntegra no youtube), pela primeira vez se viu 3 pilotos brasileiros na zona de pontuação, com Pace em 4º, Wilson Fittipaldi em 5º e Emerson em 6º.

Tal presença somente veio a acontecer novamente, mas com outras posições, no GP da Grã-Bretanha de 1988, com Senna em 1º, Gugelmin em 4º e Piquet em 5º. Se repetiu em 1990 na Bélgica, com Senna em 1º, Piquet em 5º e Gugelmin em 6º. Em 1991, na Bélgica novamente, Senna em 1º, Piquet em 3º, Moreno em 4º. Depois, somente no GP de Mônaco de 2004, Barrichello em 3º, Massa em 5, Da Mata em 6º.

Pelo que se vê, foi algo muito raro, mesmo quando havia mais brasileiros no grid. Havia também muito mais brasileiros nas categorias de acesso, sendo que Brasil nos monopostos temos apenas a insistente F3 sul-americana e a F-Futuro com parcos grids.

Vettel e Button - Clique para ampliar
Fico pensando o que aconteceria com a F1 no Brasil se, para desespero de muitos veículos de comunicação, em um futuro próximo não tivermos mais brasileiros do grid. Os verdadeiros fãs do esporte, e não dos brasileiros na frente, poderiam ficar sem transmissão em TV aberta? Espero que os contratos não permitam isso.

Cristiano Buratto, Londrina

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Que pena...

Se transformou (na realidade se transmutou) em seguidores de FN, assim como na F-1 perdeu grande parte do seu charme. Estou falando do site, realmente uma tristeza. Bem que preconizavam que ele iria acabar com a graça... realmente acabou.

Durval Pereira, Salvador

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Olá Amigos do GPTotal!

Excelente coluna Agresti, A Farsa, e faço minhas as palavras dele!

Abraço a todos

Mauro Santana, Curitiba

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Edu

Uma pequena correção em sua resposta recente, aqui neste espaço: em 89, Prost ainda estava na McLaren. Mansell e Prost correram juntos a temporada de 90, apenas. No mais, sua análise foi perfeita!

Um abraço

Vinicius Reis, Rio de Janeiro

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Caro Edu

Apenas uma correção, você disse que Nigel Mansell foi companheiro de Alain Prost nas temporadas de 89 e 90 na Ferrari. Mas na verdade eles correram juntos só em 90. Em 89 os pilotos da Ferrari eram Nigel Mansell e Gerhard Berger, enquanto, Prost e Senna duelavam pela McLaren.

Abraços!

Geraldo Flávio Chaves, Juatuba
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