Confiança

Felipe Massa teve uma carreira um pouco distinta dos seus contemporâneos. Ao invés de desembarcar numa categoria intermediária (F3, de preferência inglesa), ir para a antessala da F1 (F3000 Internacional) e depois estrear na categoria principal, o brasileiro desenvolveu toda a sua carreira na Itália, longe dos olhares mais atentos dos formadores de opinião da F1. Claro, sem contar os italianos, que chegaram a compará-lo a Senna no final do ano 2000.

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Nocaute psicológico

Trinta e três anos atrás Monza se preparou para o que seria uma festa que resultaria na realização de um sonho. Se os torcedores da Ferrari já torcem enlouquecidamente para qualquer piloto que esteja atrás de um volante da marca de Maranello, se ele for italiano essa emoção seria ainda maior.

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Questão de cobertura

Uma das principais preocupações de quem ama F1 com a falta de brasileiros na categoria é saber o tratamento que a F1 terá no futuro. A cobertura da TV Globo sempre foi pautada na torcida por algum brasileiro, principalmente no período dos oito títulos conquistados em vinte temporadas na F1. Por causa disso para boa parte das pessoas, tem que haver um brasileiro na liderança da corrida para valer a pena estar ligado na F1. Porém, para quem ama corridas não precisa que o vencedor da prova seja inglês, alemão, brasileiro ou norueguês para se manter ligado na F1. A emoção da velocidade, o barulho dos carros, a tecnologia empregada e as disputas já nos bastam.

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