Um misto de Steve McQueen e Ayrton Senna? – parte 2

Relembre o início desta história clicando aqui.

Em Bremgarten, GP da Suíça, sob chuva, o Regenmeister se impõe. Bernd termina em terceiro. No GP da Italia ele abandona na 19a. volta por quebra da transmissão, assume o carro de Pietsch e o leva ao terceiro posto. No GP da Espanha termina em 5º porque uma pedra quebra seu parabrisa e o obriga a fazer um pit stop.

O acerto da escolha de Walb é confirmado no GP da Tcheco-Eslováquia, em Masaryk. Rosemeyer vence, pela primeira vez, com respeitáveis 6 minutos à frente de Tazio e Louis Chiron. Até certo ponto isto foi facilitado porque a Mercedes decidiu não comparecer. Aparentemente achava que seus carros não seriam suficientemente competitivos e deu uma desculpa.

Mas na pista estariam Varzi e Stuck, muito mais experientes em corridas e com o Auto Union.

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Um misto de Steve McQueen e Ayrton Senna? – parte 1

Em um filme feito sobre a Copa Acerbo de 1937, disputada em um circuito composto por estradas vizinhas a Pescara, lotadas de curvas, pode-se ver uma dupla de carabinieri observando uma Mercedes W125, o mais potente carro de GP da época, 8 cilindros entregando mais de 500HP, começando a contornar uma curva à direita seguida de uma curta e estreita reta. Logo em seguida aparece uma Auto Union Tipo C, V16 também entregando 500HP, que contorna a curva em velocidade muito mais alta que a W125.

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O mecânico mais veloz do mundo – Final

Confira o início desta história clicando aqui.

A Mercedes fazia marcas de giz nos pneus dianteiros para evitar largadas em falso, mas parece que Farina largou um pouco antes e assumiu a ponta.

Não era uma vantagem duradoura e as Mercedes logo o passaram. Desta vez era Müller na ponta, seguido por Lang, Nuvolari, Rudi, Farina e Seaman. Lang tenta passar Müller de todas as formas, mas este se mantém no meio da pista, bloqueando todos os espaços.

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