Gratidão

Antes de me deitar, na noite de sábado, fiz o habitual planejamento em tópicos da coluna que pretendia escrever após a corrida em Abu Dhabi, a ser disputada no dia seguinte. Lá havia retrancas como “corrida”, “como essa temporada será lembrada”, a “caça de Hamilton aos números de Schumacher”, a “falta de confrontos diretos entre os melhores pilotos desta geração”, comparações entre 2017 e 1985 através dos desempenhos de Vettel/Alboreto ou Verstappen/Senna, e por fim, “despedida de Massa/fim de uma era”.

O plano era esse, mas ficou pelo caminho. Uma inesperada carga de emoção me fez ficar apenas com o último desses tópicos, e ao longo das quase duas horas no GP embarquei numa viagem pessoal que só ouso dividir aqui por ter certeza de estar entre pares, junto a pessoas que também tiveram a vida afetada em alguma medida por essa marcante história do Brasil na Fórmula 1.

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