De Melbourne a Abu Dhabi

No início de 2001, eu estava no auge dos meus 15 anos. Estava no auge de minha paixão pela Fórmula 1, também. Desde a morte de Senna eu não tinha aquela sensação de varar madrugadas esperando pelas corridas, ainda que tenha acompanhado os campeonatos e sido marcado por vários momentos, bons e ruins. No entanto, a chegada de Barrichello à Ferrari, no ano anterior, me fez resgatar o interesse frenético pela categoria.

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Decepção e euforia

A história do automobilismo, a F1 em particular, nos mostra muitas histórias nas quais decepção e euforia acontecem como pano de fundo em várias disputas em jogo. Esses sentimentos andam lado a lado com uma linha muitas vezes tênue a separá-las.

O maior dos mestres das pistas, Juan Manuel Fangio, tinha um excelente repertório de frases, uma delas define bem a corrida desse final de semana: “Para ganhar, a primeira coisa que você tem de fazer é chegar lá.”

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