Éramos felizes e não sabíamos

Ainda com a recente vitória de Lewis Hamilton no GP da Grã-Bretanha em nossas mentes, faremos uma pequena viagem no tempo, na mesma clássica pista de Silverstone, 22 anos atrás.

Uma observação superficial pode considerar estranha a escolha dessa corrida de 1993 como assunto de uma coluna para o GPTotal. Afinal, ela não vai estar em nenhuma lista de “maiores” ou “mais emocionantes” de todos os tempos. Mas é justamente essa aparente “normalidade” (em uma era da categoria em que o normal já era muito bom, como esporte em si) que a fez ser escolhida. Além, é claro, dessa corrida ter tido alguns eventos e acontecimentos marcantes durante o desenrolar do fim de semana.

Para os mais novos, 22 anos pode parecer uma eternidade, mas para aqueles que já acompanham a F1 a tantos é apenas uma olhada em um passado não tão distante. Em qualquer dessas situações, a história não muda e sempre lembraremos 1993 como um dos últimos anos de uma era clássica da F1. Era essa que vivia (assim como vivemos no momento atual) um momento de crise.

Com toda revolução estrutural, técnica, comercial e midiática dos anos de 1970 e 1980 a F1 entrou na década de 1990 ainda ostentando muito do poder e da glória adquiridos nessa fase. Porém, em um mundo cada vez mais tecnológico e financeiro, a principal categoria do automobilismo mundial estava também passando por uma crise de identidade.

Após ótimos campeonatos no campo desportivo e técnico nas temporadas de 1990 e 1991, a F1 teve “a corrida de um cavalo só” em 1992, com o conjunto Williams-Renault/Nigel Mansell vencendo 9 das 16 corridas e fazendo 14 Pole-Positions. Suas poucas derrotas foram provocadas por alguns erros bobos e grandes prestações de Ayrton Senna e Michael Schumacher.

Com o “professor” Alain Prost agora ao volante, todos previam que a temporada de 1993 seria ainda mais monótona. Nelson Piquet (na época ainda se recuperando do terrível acidente de Indianápolis) chegou a dizer que “se o Prost já estivesse na equipe a Williams teria vencido todas as corridas de 1992”. Podemos dizer que, embora exagerada, a opinião do tri-campeão brasileiro era respaldada por grande parte da imprensa mundial.

Com quedas consideráveis de audiência na TV e público nas pistas no final da temporada de 1992, a F1 partia para 1993 com uma grande desconfiança, por parte não só da imprensa e do público, mas também do seu próprio corpo técnico. Quando o circo chegou a Silverstone, sete meses depois, para o GP da Grã-Bretanha, porém, a situação desportiva era bem diferente da imaginada no começo do ano. O domínio da Williams de fato acontecia, mas em níveis muito menores do que se tinha imaginado na pré-temporada.

Os motivos eram vários: uma maior dificuldade de adaptação de Alain Prost as características do Williams FW15C (carro que teve sua concepção de dirigibilidade baseada no estilo bem diferente e agressivo de Nigel Mansell); a inexperiência do seu companheiro Damon Hill (que poderia se aproveitar de tal fato); a maior força da oposição (McLaren e Benetton evoluíram bastante seus conjuntos chassi-motor e a eletrônica); um Ayrton Senna no auge de sua forma; e até mesmo o imponderável (algumas chuvas no caminho de Prost…) são alguns dos fatores responsáveis por tal equilíbrio. Prost liderava o campeonato aquela altura, com 57 pontos e 5 vitórias, contra 45 pontos e 3 vitórias de Ayrton Senna (que liderou o campeonato até Mônaco), mas sem dúvida com uma margem bem menor do que todos pensavam antes do começo da temporada.

De uma forma geral, o British GP pode ser considerado a síntese da temporada de 1993: acidentes fortes nos treinos, os Williams na primeira fila, Prost largando mal, Senna fazendo malabarismos mágicos para se manter na luta pelas primeiras posições, Schumacher dando sempre seu máximo em uma Benetton cada vez melhor, belas brigas no meio de pelotão, um Damon Hill azarado, Senna ironizando os problemas de Prost e Prost, bom… Esse conseguindo a vitória (sua 50ª na carreira) e prevaleceu no final, apesar de todos os espinhos pelo caminho. Até mesmo a clássica saída de pista de Michael Andretti na primeira volta da corrida (pela terceira vez no ano, até então) nós tivemos. Acima de tudo, tivemos um dos mais belos duelos (ainda que breves) entre os maiores arquirrivais da história da F1, Senna e Prost.

Como é costume na Inglaterra, aconteceu um verdadeiro dilúvio nos treinos de sexta-feira. Embora isso não tenha tido grande importância para qualificação final, alguns eventos aconteceram naquele dia. Um dos mais marcantes, sem dúvida, foi o brutal acidente do inglês Mark Blundell, com seu Ligier-Renault, que bateu de frente na parede de concreto a mais de 240 Km/h no pequeno trecho de reta entre a inclinação Abbey e a curva Bridge.

Ainda mais perigoso foi o quase choque dos dois McLaren, de Senna e Andretti, com o Ligier do piloto Inglês. Com a visibilidade prejudicada pela chuva, os McLaren, que vinham colados um no outro, desviaram da batida no exato momento em que Blundell saía de seu carro. Ele saiu do carro mancando pela batida, mas extremamente aliviado por não ter sido atingido pelos McLaren. Baita susto.

httpv://youtu.be/p0g_TYXIpjg

Outro que sentiu o “sabor” do concreto foi o regresso Pierluigi Martini (no lugar de Fabricio Barbazza, que ficou sem dinheiro), aquaplanando seu Minardi no meio da clássica Woodcote. Saiu ileso, mas a pancada ainda lhe traria consequências na corrida. Tentando apagar os desastres do Brasil e de Donington Park, Alain Prost vinha se esforçando para melhorar na chuva. Após a bela vitória em Imola, quatro corridas atrás, quando pilotou de maneira soberba em pista úmida. Dessa vez, Prost fez o melhor tempo na sexta-feira encharcada, 1,5 segundo na frente de Damon Hill.

A qualificação do sábado aconteceu no seco, numa época em que cada piloto tinha direito a dar 12 voltas, o que, contando com entradas e saídas, garantiam ao menos 4 tentativas de flying lap. Após uma épica batalha entre os dois pilotos da Williams, Damon Hill quase conseguiu sua segunda pole consecutiva (na França ele já havia feito a melhor marca em cima de um frustrado Prost), mas Prost a roubou de Hill no último minuto do treino, pouco mais de 1 centésimo mais veloz, em uma volta sensacional.

“Foi a pole mais difícil da minha carreira”, dizia um exaltado Prost após o treino. Logo atrás estava um incrível Michael Schumacher. Schumacher bateu no começo da qualificação, deixando sua Benetton na curva Copse. Voltou correndo aos boxes e com o carro do seu companheiro Riccardo Patrese fez o terceiro tempo, sendo 1,8 segundo mais rápido que o próprio italiano com o mesmo carro. Coisas de Michael Schumacher… Senna era um desapontado quarto colocado, com sua McLaren tendo problemas de pressão aerodinâmica nas velozes curvas de Silverstone.

httpv://youtu.be/Tp_ZTiwkZxs

O domingo chegou com muita expectativa por parte da torcida inglesa, esperançosa em uma vitória do seu compatriota Damon Hill. Apesar da animação o público foi bem menor do que em 1992, quando os ingleses lotaram Silverstone para venerar seu ídolo maior, Nigel Mansell.

Mais uma vez Alain Prost largou mal, caindo da primeira para a terceira posição antes da primeira curva (o que acabaria sendo um bom sinal para ele, já que o francês não conseguiu manter a pole em nenhuma das suas sete vitórias no ano de 1993). Muito se discutiu sobre as péssimas largadas de Prost naquele ano, mas a verdade é que o francês não gostava da forma bruta que tinha que usar o acelerador do seu Williams para tirar o máximo torque do Renault V10. Esse fator aliado a problemática embreagem da Williams e ao uso específico do controle de tração (uma novidade para Prost) causaram certos dissabores para Prost naquela temporada (além das largadas falhas devemos lembrar também a queima da largada em Mônaco e os problemas em deixar o motor morrer durante os pit-stops de Donington Park e Mônaco).

Assim como em Kyalami ou Imola, a fraca largada de Prost nos proporcionou alguns momentos inesquecíveis. Com Michael Andretti já atolado na caixa de brita da curva Copse, Hill seguia na frente e Senna segurava Prost e Schumacher. O que se viu nas próximas voltas foi ao mesmo tempo lindo, emocionante e triste. Por sete voltas vimos um dos mais belos duelos da F1, entre Prost, Senna e Schumacher. Se formos levar em conta tudo que foi conseguido na carreira dos pilotos após essa corrida, podemos dizer que tivemos uma disputa roda a roda com 14 títulos mundiais em ação.

Do ponto de vista técnico a disputa nos leva a uma avaliação mais sensata da situação. Prost tinha uma vantagem técnica indiscutível para essa pista e, de forma bem clara, chegava com facilidade no McLaren de Senna. As imagens da câmera onboard do Williams não nos deixa mentir. A maior potência do motor Renault V10 do Williams contra o Ford V8 da McLaren já seria suficiente para justificar tal vantagem, mas nesse final de semana Senna ainda teve o agravante de ser obrigado a usar muito mais apoio aerodinâmico que o recomendado para a pista de Silverstone, devido a vários problemas de estabilidade nas velozes curvas do traçado, aumentando a desvantagem em relação ao francês.

O duelo chegou a ficar perigoso, quando os dois carros quase se tocaram na entrada da Abbey. De qualquer forma, foi simplesmente mágico assistir a incrível noção de espaço de Ayrton Senna, se posicionando sempre da melhor maneira possível de modo a evitar a ultrapassagem de Prost. Após a corrida Senna ironizou: “Chega a ser uma covardia a diferença das máquinas. Mesmo assim ele demora para me ultrapassar. Chega do meu lado e tira o pé. É o Prost que a gente conhece”.

httpv://youtu.be/WjGj7ukDbBo

Prost, por sua vez, disse que Senna não deu nenhum espaço e que chegou a ser perigoso em várias situações. Prost sabia que não poderia (nem deveria) arriscar demais. Uma oportunidade segura não demoraria para acontecer. Uma outra declaração, feita no final do ano, mostrou bem a posição do francês naquele momento (e na temporada em geral). “Começar cada corrida com a obrigação moral de ganhar foi um peso que nunca tinha passado na minha vida. Ganhei meu tetra campeonato, mas nunca na minha carreira tive tanto a perder como nesse ano. Qualquer pequeno deslize tinha uma repercussão desastrosa na imprensa mundial”.

A oportunidade surgiu na sétima volta, e Prost ultrapassou Senna, por dentro, na entrada da curva Stowe. A batalha então era agora de Senna com Schumacher e apesar de uma igualdade maior na parte técnica, Schumacher tinha uma pequena vantagem, realçada pela falta de velocidade final de Senna com o excesso de arrasto aerodinâmico. Três voltas depois Schumacher também passou por Senna.

httpv://youtu.be/pd04EsBP0t8

Prost, após uma incrível sequência de melhores voltas, tinha conseguido tirar quase toda vantagem para Hill e quando o duelo se aproximava, o Safety-Car entrou na pista. Era preciso retirar o Lola-Ferrari de Luca Badoer, que parou na entrada da Woodcote. Quando o Safety-Car saiu da pista, Damon Hill pareceu reagir e, justamente quando começava a abrir uma distância para Prost, o motor Renault de sua Williams o deixou na mão mais uma vez, como no GP da Espanha, para tristeza da torcida britânica.

Prost então apenas controlou sua distância para Schumacher, chegando assim a sua vitória de número 50, então um marco e recorde. Na época, pensava-se que apenas Senna poderia bater sua marca em um futuro não muito longe. A última volta ainda traria surpresas com Senna parando com falta de combustível pelo terceiro ano seguido na mesma pista e, pasmem, na mesma curva. Um cartaz no público já alertava para esse fato que acabou acontecendo de novo, para espanto e risos de todos que sempre frequentavam aquela parte das arquibancadas de Silverstone. Com Senna relegado a um quinto lugar, uma volta atrás, coube a Patrese fechar o belo pódio.

httpv://youtu.be/OF_wSFg1umg

O duelo entre Senna e Prost foi tão marcante que acabou ofuscando outros momentos interessantes da prova, como a sensacional disputa entre Brundle (Ligier), Patrese (Benetton) e Herbert (Lotus) pelo quinto lugar (que acabou virando terceiro lugar com o problema de Senna e a saída de Brundle), o estranho abandono de Berger com a Ferrari no auge do seu sofrimento (Berger disse que o carro estava muito perigoso de guiar), o abandono de Martini, com terríveis câimbras e dores nos braços, causadas pelo acidente de sexta e por pouco espaço no cockpit ou a bela disputa entre os brasileiros Christian Fittipaldi e Rubens Barrichello, pela décima posição.

Mais do que tudo isso, devemos lembrar Silverstone 1993 como um típico exemplo de uma corrida apenas boa no fim de uma era incrível. O “apenas bom” se tornava algo especial com nomes como Senna e Prost, com a pluralidade estética e técnica no grid ou mesmo com o número muito maior de carros no grid (o que acabava ocasionando muito mais eventos) durante os finais de semana.

O bico tubarão de um Benetton contrastava com as linhas perfeitamente agradáveis de um Ligier JS39 ou com os traços macios da McLaren Mp4/8. Na parte dos motores então, tudo parecia uma sinfonia, com os estridentes Ferrari V12 contrastando com o som grave e encorpado do Renault V10 ou com o estranho ruído do Lamborghini V12 da Larrousse, além dos V8 Ford, que também tinham um som só deles.

Comparando com a padronização dos motores atuais, é até difícil dizer que é o mesmo esporte. Até mesmo o livery de cada carro tinha uma marca muito forte e definida, como se quisessem gritar “olha como sou diferente dos outros”. Além de tudo isso, os carros ainda quebravam (e muito) o que nos dava a sensação de nem mesmo a Williams-Renault ser tão infalível assim. Os pilotos, principais astros desse mundo, tinham uma posição, como seres humanos, muito mais fortes do que temos hoje em dia, quando vemos (salvo raríssimas exceções) reproduções de um discurso altamente pensado, de forma que possa soar adequado e, ao mesmo tempo, falsamente espontâneo.

A F1 vivia uma crise de popularidade e direção a ser tomada em 1993, em uma época tão rica e cheia de possibilidades, até mesmo nos diz que essa crise tinha seu charme. A F1 acabaria reencontrando seu caminho de show e espetáculo no final dos anos 90, quando teve alguns dos seus períodos de maior exposição e popularidade na mídia mundial. Um talento obstinado (Schumacher) na equipe mais popular do mundo (Ferrari), lutando contra os ingleses melhores equipados foi o principal gancho para a explosão de popularidade no final do milênio.

No passado, a F1 sempre se reinventou e achou seu caminho. Mas agora, em um mundo que parece ir contra a tudo que a F1 sempre foi, seria possível uma nova explosão de popularidade sem uma mudança radical de valores? E se houvessem mudanças radicais no conceito do esporte, seria essa nova F1, radicalmente diferente, ainda charmosa o suficiente para manter sua história viva e digna dos seus mais de 60 anos de sucesso e glória? Aguardamos ansiosos por essas respostas em um futuro próximo.

Abraços e até a próxima!

9 thoughts on “Éramos felizes e não sabíamos

  1. Belíssima coluna Slayer. A temporada 1993 foi um divisor de águas na história da formula 1. Pena que só percebemos isso muito tempo depois.

    1. Valeu!! Com certeza! Até na parte das transmissões de TV 1993 foi um ano divisor de águas, com muito mais câmeras espalhadas pelos carros e circuitos e uma produção mais rápida e completa de cortes de imagens e replays.

  2. Me lembro que a palavra CRISE era o que mais se utilizava na F1 em 1993 e estamos aqui, lembrando com saudades daquela temporada.
    Do jeito que nós, apaixonados pela F1, fomos esquizofrênicos, não duvido nada de que em 2037 sentiremos saudades das lutas entre Lewis Hamilton, Sebastian Vettel, Fernando Alonso…

    1. Sinceramente João Carlos, do jeito que a F1 vai caminhando pro fundo do poço, acho que deste jeito ela não chega em 2037.

      Abraço!

      Mauro Santana
      Curitiba-PR

  3. Exato Mario. Por isso lembrei da fase como o final de uma ERA clássica, que teve como símbolo esse pódio de Adelaide. Engraçado notar, como eu falei no texto, que mesmo em um final de semana, digamos, padrão de um ano em que muitos consideram como um “low point” na história da categoria, ainda assim tivemos muitos eventos interessantes e uma ótima corrida.

  4. Linda coluna, Slayer!!!

    E o Fernando disse exatamente o que eu penso a respeito.

    Agora, eu gostaria de falar um pouco daquela temporada de 1993.

    Lembro bem daquele pódio emocionante do GP australiano, e a frase que o Reginaldo Leme soltou no final da transmissão:

    “Ano que vem a F1 seu renova, e nós nos renovamos junto com ela.”

    Acontece que ninguém imaginava que seria tão difícil tal renovação.

    Não vou nem entrar nos termos técnicos do regulamento, vou me ater somente aos pilotos.

    O final da temporada de 1993, era também o final da carreira de Prost, e Patrese, e que em 1992 fora o final da carreira do “Mansell”, Gugelmin e Boutsen.

    Ou seja, para o público foi visível o impacto que isto teve para o Senna, pois da sua turma, só restavam Berger e o Brundle.

    Sempre que olho pra aquela temporada de 1993, me lembro que na época criticávamos bastante os caminhos que a F1 estava tomando, mas não imaginávamos como ela ficaria ainda pior.

    E sempre que lembro e revejo aquele pódio australiano de 93, é como se a F1 que eu aprendi a amar, acabasse ali, naquele dia.

    Saudades daqueles tempos…

    Abraço!

    Mauro Santana
    Curitiba-PR

    1. Sem duvidas os anos de 1993 e 1994 fincaram uma grande mudança na Formula 1 … um divisor de águas principalmente entre os pilotos … saia de cena de vez o quarteto fantástico (Piquet, Prost, Senna e Mansel) para dar lugar ao alemão Dick Vigarista … e o inicio de uma nova era …

      Fernando marques

    2. Valeu Mauro! Em 1994 tínhamos grandes novos talentos no Grid, mas muitos em equipes mais fracas e o desnível técnico começou a ficar maior ainda, mesmo com as limitações momentâneas a eletrônica nos carros. 1993 foi, talvez, o último ano em que sinto o cheiro da F1 Clássica, com alguns lampejos em 1994 e 1995. 1996 é o ano, na minha opinião, da nova era definitiva, com menos carros no Grid, começo (parcial) da TV digital, carros cada vez mais aerodinâmicos dificultando as ultrapassagens em pista, etc. Também adoro essa fase. Grandes disputas e um clima novo, mas bem legal, mas a atmosfera clássica realmente se foi.

  5. A unica mudança radical que poderia acontecer na Formula 1 jamais acontecerá … seria retroceder com a volta dos carros com cambio manual, sem controle de tração, sem comunicação via rádio, nada de volantes ” joy stick”, sem tanta telemetria …
    Do jeito que a Formula 1 caminha em termos de avanços tecnologicos, só resta nos confortarmos … e mais nada

    Fernando Marques
    Niterói RJ

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