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O resto… veio depois – parte 3 | | GPTotal

O resto… veio depois – parte 3

Confira o início desta saga clicando aqui.

Paralelamente, quando Wolf soube que lord Hesketh se retirava da competição, negociou com ele a compra da última versão do carro da equipe, o 308C, usado nas últimas corridas do ano (Bubbles Horsley ficou com os outros). Assim, Harvey Postlethwaite tambem foi com Wolf  para continuar com seu projeto para um novo carro que já havia iniciado. Deste modo, para a temporada de 1976, a equipe passava a se inscrever como Wolf-Williams e o Hesketh 308C agora seria o FW05. Apesar de contar com Jacky Ickx, os resultados não melhoram e Wolf, cada vez mais involucrado na equipe, em detrimento de Frank, toma a drástica decisão de contratar a Peter Warr como novo diretor.

Para então, a ideia de voltar a formar sua própria equipe era algo que já vinha germinando  na mente de Frank, e ser relegado a simples funções administrativas era algo que ele não podia suportar. Assim, em novembro, Frank vende a parte que lhe restava do negócio a Wolf, quem assume a equipe em sua totalidade, e Frank decide empreender seu próprio caminho. Porém, não seria um caminho em solitário, pois Patrick Head o acompanharia pouco depois.

Assim, no principio de 1977, Frank  pede a Head que se junte a ele, pois Head tampouco estava contente com sua situação na equipe. Head havia trabalhado com Erik Broadley na Lola Cars e depois com Ron Tauranac, mas sempre como simples ajudante, ainda que pensava ter talento suficiente para mais, talento que esperava demonstrar na equipe de Frank. Contudo, com a chegada de Postlethwaite, Head, uma vez mais, passava a um segundo plano. Frank havia conhecido a Head quando este trabalhava com Tauranac e tratavam de melhorar o FX3, e logo gostou de seu caráter metódico e exigente, por isso o havia contratado para a sua equipe e por isso o que queria ao seu lado agora.

Para se assegurar de sua total dedicação, Frank lhe oferece formar parte de sua nova sociedade com uma participação de 30% o que, definitivamente, convenceu a Head de tal modo que, no dia 8 de fevereiro de 1977, ficava constituída a nova sociedade : Williams Grand Prix Engineering ltd.

Porém teriam que afrontar a temporada em difíceis condições, pois não contariam com o amparo da FOCA. A empresa se instalaria num velho galpão que havia sido um armazém de tapetes situado em Didcot, e que a esposa esposa de Frank, Ginny, havia encontrado. O galpão seria acondicionado e equipado com a ajuda de seu amigo Ted Ward, fabricante de ferramentas que já havia patrocinado Frank no passado. Também conseguiria um empréstimo de 30.000 libras do banco Barclay. Porém, a maior parte do dinheiro chegaria com o piloto Patrick Néve, quem trazia consigo 100.000 libras do patrocínio da cervejaria belga Belle Vue. Com isto, Frank recorre à March para comprar um de seus carros e consegue um dos 761 que havia usado Ronnie Peterson no ano anterior a muito bom preço.

Como os fundos disponíveis eram insuficientes para toda a temporada, Frank decide não se apresentar às 4 primeiras corridas,  que se disputavam longe da Europa ( Argentina, Brasil, Africa do Sul e EUA-Oeste ). Frank e Head, assumiam que aquela seria uma temporada de transição, pois seu objetivo era construir seu próprio carro para 1978 e tratam de poupar ao máximo com esse objetivo.

Escasso de patrocínio, Frank busca desesperadamente dinheiro em todas partes e lembra de seu amigo John Harris, quem dirigia uma agencia de publicidade em Londres e com quem já havia negociado patrocínios anteriormente. Casualmente, a agencia de Harris acabava de ser contratada pela companhia aérea nacional da Arabia Saudita.  Com os enormes benefícios que o petróleo proporcionava ao pais, a companhia estava em plena expansão. Novas linhas para a Europa e outras partes do mundo estavam sendo inauguradas, e um novo nome e emblema haviam sido criados para a empresa, portanto buscavam uma maneira de promover a nova imagem da companhia.

Harris, logo vê o enorme potencial  da formula um na promoção da linha aérea e arranja uma entrevista entre Frank e Muhammad al Fawzan, o diretor comercial da companhia aérea. Depois, voltam a se encontrar durante uma corrida de formula 2 em Silverstone, onde al Fawzan pode comprovar o glamour que transmitia o automobilismo, e logo libera 30.000 libras por ver o nome da Saudia Airlines no carro de Frank. Não era muito, mais era um bom início.

A primeira participação da nova equipe seria no GP da Espanha. Ao longo da temporada, Neve, um piloto inexperiente, conseguiria terminar em 7 das 8 provas para as que se classificou, abandonando na outra por problemas de motor. Inclusive, chegou a terminar 7º em Monza. Sem ser uma temporada brilhante, tampouco havia sido desastrosa, apesar de contar com um carro que logo mostrou porque havia tao barato. Com a temporada já chegando ao seu fim, Frank  começa a pensar na próxima e em como conseguir patrocinadores. Assim, lembra de seu velho amigo Charlie Chrichton-Stuart, que havia deixado de ser piloto de jets e trabalhava num concessionário de carros de luxo em Kensington, um dos bairros mais elegantes de Londres, onde se relacionava com potentados e membros da realeza de todo o mundo. De fato, pouco antes, Charlie havia vendido um Ferrari ao jovem príncipe árabe Sultan bin Salman, grande aficionado aos automóveis velozes, com quem travou  amizade desde os tempos em que este havia estudante na Inglaterrra. Agora, Bin Salman era o presidente da companhia aérea nacional saudita.

Para então, Bin Salman estava em Colorado, nos EE.UU. e Charlie decide dar um pulo até lá para lhe apresentar o projeto da equipe Williams para 1978. O príncipe se surpreende gratamente com a visita de Charlie e, ao saber que este estava involucrado na equipe que sua empresa patrocinava,  lhe diz que apresentará o projeto à sua família na Arabia. Algumas semanas depois Frank vai à Arabia para negociar a renovação do contrato de patrocÍnio da linha aérea e acordam em se encontrar novamente em Didcot, para ver o novo carro no que Head esteve trabalhando durante a temporada. O encontro aconteceria pouco depois e, desta vez, al Fawzam foi acompanhado pelo xeique Khamal Sindih, o diretor geral da companhia. Satisfeitos com a exposição que a empresa vinha conseguindo a nível mundial e perante o reluzente FW06, o patrocínio é renovado e aumentado a 100.000 libras!

Nessa época, Jonathan Aitken entraria em cena. Durante uma visita do prÍncipe bin Fahd ao seu escritório de Londres, bin Fahd, pergunta a Aitken se conhecia um tal Frank Williams. Aitken não o conhecia pessoalmente, mas tinha muito boas referências dele, pois, em sua adolescência, havia estudado junto a Chales Lucas e Piers Courage no exclusivo colégio Eton. Inclusive foi companheiro de classe de Courage, de quem foi bom amigo e seguiu sua carreira até o fim. Aitken fala da alta estima que tanto Courage quanto sua mulher Sally  sentiam por Williams e de como este havia ajudado Sally, apos o fatídico acidente de Piers. O príncipe fica muito satisfeito ao ouvir o relato de Aitken.

Em sua posição de diretor executivo para a Europa da companhia de bin Fahd, Aitken viajava regularmente até a Arabia Saudita para manter o príncipe informado sobre os diferentes negócios em andamento e, numa viagem posterior de Aitken à Arabia, o príncipe o leva a um grande edifício onde ele nunca havia estado. Se tratava de um garagem onde o príncipe guardava mais de 60 carros esportivos e de luxo. Havia vários Ferrari, Aston Martin, Jaguar, etc.  e Aiken logo vê a paixão que aqueles automóveis suscitavam no príncipe. Aitken logo compreendeu todo aquele entusiamo quando bin Fahd lhe conta que seu primo Sultan bin Salman (o presidente da companhia aérea nacional) lhe havia mostrado um filme do novo Williams FW06 testando em Brands Hatch com o slogan “Fly Saudia” pintado bem grande no carro, e de como a formula um seria uma boa forma de promover a imagem de modernização do pais pelo mundo. Assim, o príncipe pede a Aitken que, quando volte à Inglaterra, trate de se reunir com Williams e, se gosta do que vê, lhe informe imediatamente.

Em algumas semanas, o último capítulo.

One thought on “O resto… veio depois – parte 3

  1. Manuel,

    uma boa história, como é esta do Frank Williams tem que se contada aos poucos … não vejo a hora de ler a 4ª parte …

    Fernando marques
    Niterói RJ

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