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Viajantes na tempestade – final | | GPTotal

Viajantes na tempestade – final

Viajantes na tempestade – parte 2

Confira a parte anterior clicando no link acima.

A Ferrari, detentora dos números 1 e 2, e Williams trocariam seus números para 1981. Com isto, Gilles Villeneuve passaria a levar o 27. Ironicamente, o número do piloto que lhe havia privado de lutar pelo titulo em 1979, quando a rápida ascensao de Jones no campeonato representava uma séria ameaça ao titulo que, até entao, parecia que se dirimiria entre os dois pilotos do comendador, e este lhe pede que nao ataque a Scheckter no GP da Itália.

Gilles concorda e nunca mais teria outra oportunidade de disputar o campeonato pois viria a morrer em 1982 durante os treinamentos para o GP da Bélgica. Gilles Villeneuve disputaria 20 GPs com o 27, conseguindo duas vitórias e deixando-nos algumas das mais espetaculares lembranças da categoria.

O 27 permaneceria na Ferrari até 1990, passando pelas mãos de Patrick Tambay, Michele Alboreto e Nigel Mansell, até que, em 1991, Alain Prost, como campeão de 1989 com McLaren, levaria o nº 1 a maranello, entregando o 27 a seu grande rival Ayrton Senna. O brasileiro logo “devolveria” o 27 à Ferrari ao se proclamar campeão em 1990, e este ficaria lá até 1995.

Nesse ano a FIA decide modificar o regulamento para 1996, pois ainda que a norma permitisse às equipes com numeros altos acupar o lugar deixado por outra com numeros mais baixos que abandonasse a competiçao, nem sempre isso aconteceu e acabou sendo habitual que houvesse saltos na numeração. Assim, a FIA estabeleceu que a assignaçao dos números passaria a ser feita anualmente em base à temporada anterior.

Em 1996, Michael Schumacher, o campeao de 1995, vai para a Ferrari e leva consigo o nº 1 (e o 2), ficando o 3 e 4 para a Benetton, a campea de construtores de 1995, seguida da Williams, McLaren, etc. Contudo não havia equipes suficientes para chegar ao número 27, pois apenas 11 se inscrevem naquela temporada. Desde então, nunca mais teríamos temporadas com mais de 12 equipes participantes, fazendo com que o 27 desaparecesse do grid.

Longos anos se passariam sem o 27 nas pistas até que, para a temporada de 2014 a FIA, uma vez mais, modifica o regulamento para permitir aos pilotos a escolha do número que quisessem portar, e que passaria a ser seu número identificativo pessoal ao longo de sua carreira. Apenas a Vettel se lhe deu a opçao de manter o número 1 de campeao, coisa que faria apenas naquela temporada.

O alemao Nico Hulkenberg escolheria o nosso 27 e, quando perguntado se havia algum motivo especial para essa escolha, levando em consideraçao as estrelas que o haviam exibido, Nico simplesmente responde que era apenas o resultado de somar o dia e mes do seu aniversário: 19 + 8 (agosto) = 27.

Nessa pequena viagem pela história, podemos ver como o 27 começou sendo apenas um número de ” recheio ” que se assignava normalmente a pilotos locais, que aproveitavam a disputa de GPs em seus paises para se inscrever, ou pilotos e equipes recém incorporados ao campeonato, de tal maneira que, dentre os 52 pilotos que competiram com o 27, 31 deles o fizeram por uma única vez!

No entanto, o 27 passaria a ser um protagonista destacado num dos periodos mais importantes da formula 1 graças a uma mudança no regulamento e a uma casualidade que fizeram que o 27 fosse parar na recém criada equipe de Frank Williams e juntos acabassem saindo da mediocridade em que haviam estado. Williams manteria o 27 durante 4 temporadas, conseguindo nove vitórias e um título de pilotos, enquanto a Ferrari, apesar de mantê-lo durante 14 temporadas nao foi alem de oito vitórias, ainda que ao comando de Guilles Villeneuve, o 27 seria elevado à categoria de mito.

Assim, durante as “tempestades” às que se tiveram que enfrentar estes “viajantes”, o número 27 nos deixou algumas curiosidades dignas de destaque, como os pilotos que em alguma ocasiao tiveram o 27 e venceram algum GP (ou venceram com o próprio 27). Dentre estes pilotos, 6 foram campeaos e 4 vice-campeões! Também temos aqueles pilotos que triunfaram em outras categorias e que foram nada menos do que que mais da metade deles!

VENCEDORES DE GP (ao todo, 21)

Louis Chrion
Louis Rosier
Giancarlo Baghetti
Jo Bonnier
Dan Gurney
Peter Revson
Jacky Ickx – vice-campeão 1969 e 1970
Ronnie Peterson – vice-campeão 1971
Mario Andretti – campeão 1978
Carlos Reutemann – vice-campeão 1981
Carlos Pace
James Hunt – campeão 1976
Patrick Tambay
Alan Jones – campeão 1980 (com o nº 27)
Gilles Villeneuve – vice-campeão 1979
Michele Alboreto
Nigel Mansell – campeão 1992
Ayrton Senna – campeão 1988, 1990 (com o nº 27) e 1991

Alain Prost – campeão 1985, 86, 89 e 1993
Jean Alesi
Chris Amon

VENCEDORES EM OUTRAS CATEGORIAS (ao todo, 29)

Louis Rosier – LeMans 1950

John Love – campeão British Touring Car, campeão da Fórmula 1 sulafricana de 1964 até 1969

Lucien Bianchi – Le Mans 1957 e 1964 em sua categoria, vencedor absoluto 1968

Carel Godin de beaufort – Le Mans 1957 em sua categoria

Chris Amon – Le Mans 1966, Tasman series 1969

Giancarlo Baghetti – campeao European Touring Car 1966

Dan Gurney – Le Mans 1967

Johnny Servoz-Gavin – campeão F2 1969

Clay Regazzoni – campeão F2 1970

Peter Revson – campeão Can-Am 1971

Ronnie Peterson – campeão F2 1971

Henri Pecarolo – Le Mans 1972, 73 e 74

Bill Brack – campeão formula Atlantic 1973, 74 e 75

Gilles Villeneuve – campeão formula Atlantic 1976 e 77

Jean Pierre Jarier – campeão F2 1973

Peter Gethin – campeão Tasman 1974

Jacky Ickx – Le Mans 1969, 1975, 76, 76, 1981 e 82 / Paris- Dakar 1983 / campeão F2 1967 / campeão Can-Am 1979

David Hobbs – Le Mans 1962 e 1982 em sua categoria

Derek Bell – Le Mans 1975, 1981, 82, 86 e 87

Larry Perkins – campeão F2 1972 / 6 vezes vencedor Bathurst 1000

Patrick Tambay – campeão Can-Am 1977 e 1980

Alan Jones – campeão Can-Am 1978

Mario Andretti – USAC 1965, 66 e 69 / Indy Car 1984 / LeMans 95 em sua classe

Michele Alboreto – Le Mans 1997

Nigel Mansell – campeão ampeao CART 1993

Gianni Morbidelli – campeão Superstar Series 2009 e 2013

Rolf Stommelen – Le Mans 1966, 1976 e 1979 em sua categoria /24 h Daytona 1968, 1978, 1980 e 1982 / Targa Florio 1967 / campeão DRM sport car 1977

Jean Alesi – campeão Fórmula 3000 1989

Nicola Larini – campeão DTM 1993

Nico Hulkenberg – Le Mans 2015

Por último temos aqueles pilotos que encontraram no caminho a pior das tempestades. A única tempestada que ninguem pode superar, pois todos eles se foram de maneira prematura e deixando-nos com a amarga sensaçao de que ainda tinham muito por nos oferecer e confirmando que, como diz a cançao, nosso “caminho” na vida esta cheio de imprevistos e de perigos.

FALECIDOS QUE HAVIAM PASSADO PELO 27 (ao todo, 11)

Carel Godin de Beaufort 1964
Pier Courage 1970
Jo Bonnier 1972
Peter Revson 1973
Silvio Moser 1974
Carlos Pace 1977
Ronnie Peterson 1978
Gilles Villeneuve – com o 27 – 1982
Rolf Stommelen 1983
Ayrton Senna 1994
Michele Alboretto 2001

Como vemos, o 27 e seus “viajantes na tempestade” nos brindaram muitas curiosidades!

Um abraço e até a próxima.

One thought on “Viajantes na tempestade – final

  1. Manuel,

    “Viajantes na tempestade” contando a saga do número 27 foi simplesmente espetacular. Certamente entra na galeria das melhores histórias lembradas aqui no Gepeto.

    Fernando Marques
    Niterói RJ

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