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As grandes pistas | | GPTotal

As grandes pistas

Olá, amigos!

Essa é a primeira coluna de uma séria em que falarei sobre grandes pistas da NASCAR e alguns de seus principais momentos. Vamos nessa?

Para começar com o pé direito, escolhi uma das pistas mais icônicas da categoria, palco de grandes disputas e belas vitórias: Martinsville, conhecido como “Paper Clip”. A pequena pista de meia milha (0.526 milhas, para ser mais preciso), teve sua primeira corrida oficial na NASCAR em 1949 e fica localizada no estado da Virgínia, região sudeste dos Estados Unidos. A primeira prova realizada no circuito ocorreu em 1947, com chão ainda de terra, e foi vencida por Red Byron, que levou pra casa a grandiosa quantia de $500.00 dólares. Por ser uma pista curta e com o chão ainda com terra, pessoas diziam que era a corrida mais “suja” de todos os tempos. O asfalto só chegou à pista no ano de 1955, mas até hoje permanece a única pista a ter asfalto nas retas e concreto nas curvas.

A pista também continua sendo a única a estar presente em todos os anos oficiais da categoria até hoje, contando agora com mais de 70 anos de corridas. A partir do ano de 1964 o vencedor da corrida levaria para casa um relógio enorme no lugar de um troféu e atualmente seu valor está estimado em aproximadamente 10 mil dólares. Isso foi feito em referência à grande indústria de móveis da região e permanece até os dias atuais.

O vencedor mais jovem até hoje foi Richard Petty, então com 22 anos e 283 dias, no ano de 1960. O mais velho foi Harry Gant, que levou o relógio pra casa em 1991 no alto de seus 51 anos e 255 dias. Richard Petty foi também o piloto que mais venceu na pista de Martinsville com um total de quinze (!) vitórias. O recordista em atividade é Jimmie Johnson, dono de oito vitórias na tradicional pista da NASCAR.

Martinsville é conhecida por chegadas muito próximas e decisões bastante apertadas. No ano de 2005, Jeff Gordon venceu por uma diferença de apenas 250 milésimos, segurando Tony Stewart que vinha em sua perseguição. Em 1999 Gordon também venceu por uma pequena margem, segurando seu maior rival, Dale Earnhardt, por apenas 198 milésimos. Denny Hamlin segurou Brad Keselowski em 2015 por apenas 186 milésimos.Jimmie Johnson tentou o famoso “bump and run” em Tony Stewart em 2011 mas não obteve sucesso. Com uma margem de 170 milésimos, o piloto do carro 14 levou o relógio para casa. Numa das vitórias mais emocionantes da pista, Ricky Craven segurou toda a agressividade de Dale Jarrett em uma vitória por apenas 141 milésimos, no ano de 2001. Em 2007 os companheiros de equipe Jimmie Johnson e Jeff Gordon batalharam até o fim, com o piloto do número 48 levando a melhor por apenas 65 milésimos. Não foi por falta de tentativa de Gordon, que tentou o “bump and run” e conseguiu colocar o carro por dentro, mas não foi o suficiente.

Martinsville também teve acidentes bastante controversos, talvez pela proximidade dos carros em uma pista curta, ou simplesmente para revidar um toque anterior. Em 1987 tivemos um desses finais controversos em uma disputa entre pesos pesados. Na liderança estava Dale Earnhardt, em segundo Terry Labonte e em terceiro Darrell Waltrip. Falta uma volta, Terry arriscou um movimento por fora, porém Dale apertou eu adversário contra o muro. Waltrip permaneceu perto até o fim para então dar um toque em Labonte, que também atingiu Dale, fazendo com que os dois perdessem o controle. Waltrip seguiu até a bandeira quadriculada e venceu tranquilamente. Na entrevista após a corrida garantiu que Labonte tocou em Dale por sua vontade, já Labonte relatou o toque forte que recebeu por trás. Coisas de corrida, não?

Em 2015 Matt Kenseth era um retardatário e simplesmente tirou o líder da prova, Joey Logano, de forma proposital. A manobra teria sido um payback por Logano ter rodado Kenseth na corrida do Kansas mas muitos consideraram a manobra exagerada, menos os fãs que estavam nas arquibancadas. A torcida vibrou como se o toque fosse um gancho de direita, seguido de knockout.

Martinsville também foi palco de últimas vitórias e últimas corridas de grandes pilotos. Darrell Waltrip participou de sua última corrida na atual Xfinity series, no ano de 2006, então com 59 anos. O resultado não foi dos melhores de sua carreira, apenas um vigésimo oitavo lugar, mas serviu para dar adeus aos carros em uma pista icônica.

A lendária pista também foi palco da última vitória de Rusty Wallace, o campeão de 1989. Rusty venceu sua quinquagésima e quinta corrida no ano de 2004, segurando Bobby Labonte há uma distância segura.

O grande Jeff Gordon obteve sua última vitória também em Martinsville, no ano de 2015, o que o colocou na disputa pelo campeonato naquele ano. Seu quinto título não veio, mas a derradeira vitória, a de número noventa e três o colocou na terceira posição no campeonato. Em 2016 Jeff fez algumas provas no carro número 88, de Dale Earnhardt Jr., afastado por problemas de saúde. Nesse ano, Jeff fez o que seria sua última corrida na velha Martinsville, conseguindo um bom sexto lugar.  

Atualmente a pista recebe duas corridas no ano, a primeira no mês de Março e a segunda já nas eliminatórias, no mês de Outubro. Martinsville permanece uma das pistas mais fantásticas da categoria, sempre com ótimas corridas e chegadas apertadas. Tudo aquilo que nós gostamos de ver. A vontade geral é que a pista permaneça por muitos anos para que nós possamos aproveitar sempre mais.

A última prova de 2018 foi disputada no traçado misto de Sonoma, com vitória do número 78 de Martin Truex Jr. Kevin Harvick e Kyle Busch continuam os ponteiros no campeonato junto com Truex. Minha aposta é de que o campeão será um dos três, pendendo um pouco mais para o carro 4. Qual a sua aposta? Até a próxima!

Rafael Mansano

2 thoughts on “As grandes pistas

  1. Rafael,

    será que nesta pista tão curta e de curvas bem fechadas os carros passem dos 100 Km/h?

    Fernando Marques
    Niterói RJ

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