As voltas mais rápidas de Senna – parte 2

As voltas mais rápidas de Senna – parte 1
01/02/2018
As voltas mais rápidas de Senna – final
07/02/2018

Confira a primeira parte desta série clicando aqui.

Vamos agora analisar as melhores voltas de Ayrton Senna, uma a uma, qual foi a marca que ele assinalou, em que giro do GP, qual a diferença da sua melhor volta para a segunda melhor e em que volta o segundo colocado cravou sua volta mais rápida.

Segue tabela:

Primeiramente, é interessante analisar que Prost foi o piloto que mais vezes marcou a segunda melhor volta das provas onde Senna foi o mais rápido na corrida: o francês anotou a segunda volta mais rápida 7 vezes, sendo em 6 delas companheiro de equipe de Ayrton. Mansell foi o segundo que mais obteve a 2ª marca: 4 vezes; Depois, Nelson Piquet e Keke Rosberg assinalaram duas cada, e Damon Hill, uma. Portanto, temos aí 10 títulos de Fórmula 1. Os não campeões foram Berger, com duas, Michele Alboreto e Stefan Belloff (uma cada).

1 – Mônaco, 1984.

A primeira volta mais rápida de Senna foi quando o mundo o conheceu: equipado com um carro fraquíssimo (8ª colocada no Mundial de Construtores), e fazendo apenas seu 5º GP na F-1, o brasileiro veio da 13ª posição, ultrapassando Ferraris, Renaults, Lotus, Brabhams e a McLaren do futuro tri-campeão Niki Lauda, que andava em 2o. Então, descontou facilmente uma diferença de 30 segundos para Alain Prost, também da McLaren. Sua marca foi 1s262 melhor que a do francês, o polêmico vencedor. A prova foi encerrada momentos antes da eminente ultrapassagem. Mas embora haja essa coincidência, as condições de prova eram de fato terríveis e impróprias.

2 – Portugal, 1985.

A primeira vitória de Ayrton Senna na Fórmula 1 foi a famosa “barba, cabelo e bigode”: Senna largou na pole, liderou “from flag to flag”, não perdendo a liderança nem quando esteve nos boxes, e ainda por cima marcou a volta mais rápida. Numa prova que teve chuva torrencial, Ayrton chegou a abrir um segundo por volta em relação aos demais, e terminou as duas horas do GP (67 voltas, duas a menos que previsto) com a assustadora diferença de 62 segundos. O segundo colocado foi Michele Alboreto, da Ferrari, que seria vice-campeão naquele ano. O tempo do italiano ficou 7 décimos acima do registrado pelo jovem da Lotus preta, 4ª colocada no campeonato de equipes. Era a 16ª corrida de Senna na F-1.

3 – Canadá, 1985.

Essa é a famosa corrida na qual Senna percebeu que os motores Honda seriam o futuro da Fórmula 1: conta o brasileiro que, nos boxes, ao ouvir Rosberg, da Williams, passar ao seu lado, ficou impressionado com o som produzido pelo motor, e que ali “notou a diferença”. Senna conheceria os motores em 1987, ainda na Lotus, e formaria uma grande parceria com a montadora. Tivesse os motores japoneses, e talvez Ayrton vencesse em Montreal naquele ano: largou em segundo e sustentava a posição quando foi aos boxes fazer sua parada devido a um problema no turbo, perdendo muitas posições. Voltou à pista e andava o que podia, tentando recuperar-se, mas faltando 5 voltas para o fim sofreu uma pane seca..

4 – Estados Unidos, 1985.

Em 1984, Senna já dava mostras de que poderia virar o dono de Detroit: com a fraca Toleman, o piloto conseguiu marcar o 7º tempo nos treinos. Abandonou na volta 21, devido a problemas na barra de direção, mas fez uma volta apenas 4 décimos acima de Piquet e da forte Brabham. Agora com a Lotus, fez sua 4ª pole na temporada, e era o favorito para vencer. O brasileiro partiu bem, mas na 8ª volta teve problemas com os pneus, tendo que ir aos boxes. Voltou no final do grid, e começou a ganhar posições. Na volta 51 fez sua melhor volta, mas na 52 sofreu um acidente, tentando tomar o 3º lugar de Alboreto. Foi nessa corrida a maior diferença que Senna já registrou: sua volta foi 1,7 segundo melhor que a de Rosberg.

5 – Mônaco, 1987.

Pilotos brasileiros nunca tiveram tradição em Mônaco. Senna foi o primeiro a falar sobre isso, refutando suas chances de vitória aquele dia: “Eu? Ganhar em Mônaco, onde nunca um brasileiro venceu?…”. Na corrida, tudo levava a crer que Nigel Mansell seria o vencedor, pois o inglês marcou a pole e sustentava vantagem segura para Senna, o segundo. Na volta de número 29, o inglês começa a diminuir e Ayrton o ultrapassa. A partir de então Senna imprimiu um ritmo muito forte, marcando várias voltas rápidas, o que lho permitiu parar para a troca de pneus e voltar ainda na liderança. Não bastasse isso, o brasileiro encerrou o GP mais de meio minuto a frente de Piquet e sua melhor volta foi um segundo melhor que a do conterrâneo.

Estados Unidos, 1987.

A última vitória de Senna pela Lotus e a que levou-o à liderança do mundial daquele ano. O GP dos Estados Unidos era uma corrida a qual Senna dominava de maneira tão contundente quanto fazia em Mônaco. Em provas nas quais normalmente os pilotos não arriscam muito, Senna sempre dava “um passo a mais”. E, a exemplo do que fizera em Monte Carlo três semanas antes, Senna dominou o GP: mais uma vez, partiu em segundo, atrás de Mansell, o pole. Dessa vez, Mansell perdeu tempo nos boxes, e Ayrton assumiu a ponta. Mansell ainda retornou em segundo, mas Piquet, Prost e Berger o superaram. Senna venceu com 34 segundos de vantagem para Piquet, e fez uma volta 7 décimos melhor.

7 – Monza, 1987.

Nessa corrida, Nelson Piquet deu a arrancada final para a conquista do seu tri-campeonato. O brasileiro fez a pole, e partiu rumo à vitória. Senna terminara os treinos em 4º lugar, mas caiu para sexto na largada. Como estava muito mais pesado, Ayrton permaneceu na pista enquanto os outros foram aos boxes. O brasileiro liderou até a volta 43, quando ia dar uma volta num retardatário e escapou da pista e Piquet retomou a primeira posição. Senna ainda tentou recuperar-se, mas assim foi até o final. Destaque é que Senna e Piquet registraram, ambos, a melhor volta no giro 49, a penúltima da prova. Na linha de chegada, a diferença entre os dois foi inferior a 2 segundos.

8 – Mônaco, 1988.

Senna estava em sua terceira corrida pela McLaren e vinha de uma desclassificação no Brasil e vitória em San Marino: 15 a 9 para Prost na tabela. Portanto, essa corrida era decisiva para que Senna entrasse na briga pelo título. Como de praxe, Senna largou na pole, mas essa foi incomum: o brasileiro fez um tempo um segundo e meio melhor (!) que o de Alain. Essa corrida também é notória pela forma arrasadora como Senna se impôs, chegando a abrir 54 segundos de diferença para o segundo colocado – simplesmente, seu companheiro de equipe. Mas, infelizmente, essa também é a corrida na qual Senna bateu, sozinho, na entrada do túnel. Como disse o próprio Ayrton, ele “estava em outra dimensão”. O acidente foi decisivo para que o piloto mudasse suas características na pista.

9 – Canadá, 1988.

A tabela mostrava: Alain Prost 33 pontos, Senna 15; Para piorar, Senna estava atrás também de Berger, que tinha 18 pontos. Senna precisava vencer a prova se quisesse almejar seu título. No grid, nenhuma surpresa: as duas McLaren na 1ª fila, com Senna na pole, fato que se repetiu 13 vezes naquele ano, e a disputa interna na McLaren no grid terminaria 14 a 2 para Senna. Prost parte à frente, mas na volta 19 Senna o supera no hairpin para não mais perder a liderança. A melhor volta de Senna foi menos de um décimo mais rápida do que a de Prost, enquanto que a terceira melhor marca era mais de um segundo pior que a do francês, mostrando a monstruosa superioridade da dupla.

10 – Japão, 1988.

O primeiro título de Ayrton. Senna marcou, mais uma vez, a pole-position; Porém, na largada acontece um problema que faz o brasileiro cair para a 14ª posição – destaque para a extrema habilidade de Piquet ao evitar um choque com a McLaren, o que poderia tornar essa corrida (e o campeonato) inexistentes no currículo de Senna. Já na primeira curva, Ayrton passou um carro e naquela volta passaria mais 5. Passou um por um até chegar em segundo na volta 20. Estava 11 segundos atrás de Prost. Na volta 25, a diferença já era de 2,2 segundos e na volta 27, Senna o passou. Começou a garoar. Senna terminou 13 segundos à frente do companheiro.

11 – Estados Unidos, 1989.

Na história da Fórmula 1, não houve piloto que melhor se adaptasse aos circuitos de rua do que Senna. Seu domínio avassalador nos GPs de Mônaco e dos Estados Unidos (vencendo seis de dez corridas no primeiro, e cinco de oito no segundo) é a prova cabal disso. E mesmo quando o circuito mudava, continuava dando Senna. Em 89 é a cidade de Phoenix que recebe a Fórmula 1. Senna marcou sua 5ª pole consecutiva e rumava muito tranqüilo à 4ª vitória em solo americano. Seria, também, sua 4ª vitória em cinco corridas naquele ano, mas aí começaram suas dificuldades com as falhas mecânicas. O brasileiro parte em primeiro e simplesmente some na frente de Prost. Mas na volta 44, quando tinha boa vantagem, sofre pane elétrica. Vitória de Alain, que passa a liderar. Mas o brasileiro mostra que teria vencido facilmente: sua volta foi 1 segundo melhor que a de Prost.

12 – Alemanha, 1989.

Foi a segunda de uma trinca de vitórias de Senna em solo alemão e a primeira depois da terrível seqüência de 4 quebras em 1989. Naquele ano, Senna vinha massacrando Prost da maneira mais incontestável possível. Prova disso é que as 4 vitórias do francês aconteceram em corridas onde Senna abandonou quando estava à sua frente. Além disso, a diferença nos treinos chegava a ser cômica. E lá não foi diferente. Senna fez a pole com 1 segundo (!) de vantagem para o francês. Na largada, Berger (partia em 3º) chega a ultrapassar Senna, que dá o troco rapidamente. As duas McLaren lideraram a corrida por um bom tempo até que Senna foi aos boxes e teve uma parada desastrosa da McLaren, o que permitiu a Prost passá-lo. Mas, no final, Senna recuperou-se. Interessante que a melhor volta de cada um foi a menos de 3 voltas para o fim: Prost na 42, Senna na 43. Senna um décimo mais rápido.

13 – Espanha, 1989.

Sob todos os aspectos, 89 foi o inverso de 88. Nesse ano, Senna vencera 3 das 4 primeiras corridas, com Prost marcando 3 segundos e um quinto. Porém, o brasileiro passou a enfrentar uma maré de azar, tendo nada menos que 6 abandonos em 9 corridas. Pior, 5 foram por falha mecânica, e um por uma batida de Mansell. Mais: todos vieram quando ele liderava! Além desses problemas na pista, Senna vivia o ápice da guerra (principalmente no campo psicológico) com Alain Prost. Os dois já não se falavam havia algum tempo. Portanto, a 3 provas do fim, Senna NECESSITAVA vencer. Nos treinos, faz a pole, 1″1 a frente de Prost. Na prova, vence sem perder a liderança em nenhum momento. Terminou quase um minuto a frente do companheiro de equipe, e marcou uma volta um segundo mais rápida.

14 – Japão, 1989.

Talvez a mais emblemática corrida de Senna. Nas palavras do próprio, “só sinto falta de uma corrida na minha carreira: aquela que venci e me impediram de subir no pódio”. Ao contrário do ano anterior, agora era Ayrton que precisava vencer. Ele foi pole, mas o francês queimou a largada – sem punição – e saiu à frente. Prost se manteve com uma vantagem média de 3 segundos por metade da corrida. O brasileiro fez seu melhor giro na volta 38, e na 41ª colou no francês. Correram praticamente juntos até a volta de número 47, quando Prost lançou seu carro para cima do de Senna antes que realizassem a chicane. Senna voltou aos boxes para trocar o bico do carro. Após a parada, volta à pista com 5 segundos de desvantagem para Nanini, o novo líder. Senna alcançou a Benetton duas voltas depois, no mesmíssimo ponto em que tentara superar Prost. A melhor volta de Senna foi meio segundo mais rápida que a de Alain.

15 – Mônaco, 1990.

É impossível falar em Mônaco sem mencionar Ayrton Senna. Esse ano, tivemos um exemplo: Senna foi lembrado, mencionado, citado etc, em todos os lugares do mundo. Hamilton, o vencedor, foi comparado a Senna. Seu sobrinho, Bruno, venceu lá uma prova de GP2, e lembraram de Ayrton, lógico. Enfim, Senna e Mônaco se tornaram sinônimos. Naquele 1990, Senna obteve a sua 4ª e última volta mais rápida na pista. Era também sua 3ª vitória e 4ª pole-position no principado. Numa corrida que teve duas largadas, em virtude de um forte acidente, Senna se manteve líder em ambas. Foi uma vitória “tranqüila”: de ponta-a-ponta, sem ser ultrapassado em momento algum. No final, Alesi chegou a pressioná-lo, mas foi em vão: Senna fez sua melhor volta quase nove décimos à frente do francês.

16 – Monza, 1990.

“A primeira imagem que a televisão mostrou em sua transmissão foi uma faixa que dizia: ‘Ayrton, sinta a maldição de Monza’. (…) A tudo Ayrton Senna preferiu calar. Sua resposta viria na hora certa. E não demorou. No domingo, Senna, numa corrida memorável, completou sua 26ª vitória, a sexta da temporada, abriu 16 pontos de vantagem sobre Prost – 72 a 56 – e fez a torcida engolir a hostilidade. ‘Eu tinha muita gana de vencer essa corrida’, declarou, sem esconder a emoção e algumas lágrimas. Ali, do alto do pódio, o brasileiro enterrava as previsões pessimistas dos italianos. ‘Não acredito em maldição de Monza. Creio em outras coisas’ disse, exorcizando definitivamente as três decepções seguidas naquela pista, quando perdeu as provas nas últimas voltas” (Lemyr Martins no livro “Uma Estrela Chamada Senna”). Senna fez a pole, liderou de ponta a ponta e marcou a volta mais rápida.

17 – Monza, 1991.

Exatamente um ano depois, na mesma pista, Senna faz uma melhor volta outra vez. A essa altura do campeonato, a Williams vinha ameaçando a McLaren de maneira sensível: embora Senna tivesse vencido os dois GPs anteriores, a equipe de Frank estava tendo um desempenho melhor, dominando 5 das últimas 7 corridas. Senna fez a pole, e manteve-se a frente de Mansell e Patrese. Na volta 34, Mansell passa Ayrton, que vai aos boxes na mesma volta. O piloto voltou em 5º lugar e, realizando ultrapassagens, conseguiu chegar em segundo. Importante notar que esse foi o primeiro “duelo” de Senna e Schumacher na pista – numa briga pela 4ª posição. A volta de Senna (na 41ª) foi quase oito décimos melhor que a de Mansell, registrada na 47ª passagem.

18 – Japão, 1991.

Corrida do terceiro título de Senna. Senna tinha 85 pontos, Mansell tinha 69: o inglês precisava vencer as duas corridas finais, e torcer para que Senna fizesse, no máximo, 4 pontos na soma. Algo um tanto improvável. Largou em segundo, logo atrás de seu companheiro de equipe. Ele teve a “missão” de segurar o Leão, e Berger corria solto. O sonho de Mansell não durou mais que 9 voltas, quando escapou e atolou na caixa de brita. Com isso, Senna já era campeão do mundo. Mas não se deu por satisfeito, e foi à cata do austríaco, ultrapassando-o na volta 18. No final, um jogo de equipe: Senna dá passagem a Berger na última curva.

19 – Portugal, 1992.

Embora tenha sido a única corrida onde marcou a volta mais rápida sem chances de vencer, pode-se dizer que foi uma volta histórica, pois naquele ano de 1992 a diferença de equipamento entre as Williams e o resto do grid era absurdamente grande; Senna, mais uma vez, conseguiu classificar-se em terceiro (ou “primeiro do resto”, como ele mesmo brincava). Na prova, continuou sem poder acompanhar o time de Sir Frank, e Nigel Mansell venceu pela 9ª vez, estabelecendo o recorde de vitórias/temporada, já com o título garantido com 5 provas de antecipação (!). Mas Ayrton registrou um giro de 1m16s272: simplesmente 0s865 melhor que a do inglês.

20 – Europa, 1993.

A última é talvez a mais conhecida “volta mais rápida de Ayrton”: o recorde da pista ficou famoso por ter acontecido numa volta em que o piloto passou pelos boxes! Dizer que ‘naquele tempo’ não havia limite de velocidade no pit-lane explica, mas não justifica; Fosse assim e todos os pilotos teriam feito seu melhor giro na hora de troca de pneus; a verdade é que naquele dia Ayrton massacrou a todos: partindo em 4º, ultrapassou todos na primeira volta, e fechou com 84 segundos de vantagem para Hill, o segundo colocado. Sua melhor volta teve assombrosos 1,3 segundos de distância para a melhor volta de Damon. Vale dizer que Senna deu uma volta em Prost. “Foi o professor que tomou uma aula”.

Algumas estatísticas possíveis de se extrair: metade das voltas mais rápidas de Ayrton Senna aconteceram com uma distância superior a meio segundo para a segunda melhor marca, sendo que, dessas dez, três foram com um segundo ou mais à frente; E é de se notar, como dito de início, que em mais da metade de suas melhores voltas Senna NÃO TINHA O MELHOR CARRO.

Após essa lembrança, chegamos à seguinte conclusão: as voltas mais rápidas de Senna aconteciam em decorrência de um domínio avassalador do piloto, muitas vezes convertido em vitórias, algumas de ponta-a-ponta (ainda um recorde), como Portugal 85 ou Espanha 89. Em outros casos, como Japão 88 e 89, a melhor volta veio seguidamente a um ritmo de prova mais forte que o normal, em recuperação de posições. A exceção, novamente, é Estoril 92.

Resumo da ópera: A melhor volta das corridas nunca foi a causa e sim a conseqüência, ou seja, Senna nunca abusou delas como “um meio”, mas sim como um fim.

Falaremos mais sobre o assunto na 3a parte e última parte deste texto, a ser publicada quarta-feira.

Abraços

Marcel Pilatti
Marcel Pilatti
Chegou a cursar jornalismo, mas é formado em Letras. Sua primeira lembrança na F1 é o GP do Japão de 1990.

3 Comments

  1. Fernando Marques disse:

    Fica aqui uma sugestão.
    O GEPETO deveria destacar que em 2018, 4pilotos brasileiros estarão nas 500 milhas de Indianápolis … alem do Tony e do Helinho, teremos a participação do Matheus Leist e o Pietro Fittipaldi.
    São boas as noticias para o automobilismo brasileiro neste inicio de ano, que inclusive através do Christian Fittipaldi que vence as 24 Horas de Daytona com Felipe Nars chegando em segundo …
    Se na Formula 1 não teremos por quem torcer este ano, ao menos temos boas promessas tentando chegar nela … acho que o GEPETO poderia mensalmente nos informar do desempenho deles …

    Fernando Marques

  2. Carlos Chiesa disse:

    Excelente lembrar disso. Sobre Japão 89, cada vez que vejo reafirmo minha posição a respeito de Prost.
    É um legítimo e merecido tricampeão. Quanto a Jean Marie, espero que esteja ardendo no fogo do inferno, onde esse ex-colaborador dos nazistas deve estar.

  3. Fernando Marques disse:

    Muito bom o GEPETO estar de volta … agora assim vai começar realmente a temporada 2018 no automobilismo …


    Essas marcas do Senna são fantásticas …

    Que seja bem vindo o GEPETO em 2018

    Fernando Marques

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