Minority Report

Derreteremos?
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A Fórmula 1 atual, de tantas mudanças, em apenas duas corridas já está como o filme: é possível antecipar tudo o que vai acontecer.

Em 2002 Felipe Massa estreava na F1. Em 2002 era possível dizer que uma Ferrari iria vencer a corrida, e muito provavelmente com Schumacher. Em 2002 foi lançado o filme “Minority Report”, dirigido pelo lendário Steven Spielberg e estrelado por Tom Cruise. Película de ação/ficção científica, o roteiro falava de uma polícia extremamente preparada e que efetuava suas prisões antes mesmo de os crimes acontecerem: com policiais paranormais (os precogs), era possível descobrir o autor de determinado assassinato ou sequestro com até 36 horas de antecedência e, assim, além de salvar as vítimas, retirar criminosos em potencial da sociedade.

Passados 12 anos, a Fórmula 1 atual, de tantas mudanças, em apenas duas corridas já está como naquele filme: é possível antecipar tudo o que vai acontecer: pilotos abandonam as corridas porque a equipe identifica que o motor não irá resistir, situações internas se tornam perceptíveis à primeira vista, resultados são confirmados antes da largada.

Foi uma vitória fácil, acachapante. Ao fim de 4 voltas, Lewis Hamilton já abria 3.8 segundos de diferença para o segundo colocado, seu companheiro de equipe, Nico Rosberg. Na altura da vigésima volta, a diferença já era de 10 segundos. Hamilton só chegou a perder a liderança em algumas curvas da volta 34, quando foi aos boxes e Hulkenberg chegou a primeiro.

Esta foi sua 3ª vitória de ponta a ponta, e seu primeiro “Grand Slam“: pole, volta mais rápida, liderança em todas as voltas e vitória. Lewis Hamilton igualou Nelson Piquet por três vezes: no mesmo dia 30 de março, em 1980, o brasileiro venceu pela primeira vez; com este triunfo na Malásia, Lewis atingiu a marca do tricampeão, 23 vitórias; e, por fim, Lewis chegou ao oitavo ano seguido com pelo menos uma vitória, feito também atingido por Piquet entre 1980 e 87.

Como tudo, até o momento, aponta para que o título fique com a Mercedes, há bons motivos para crer que Lewis Hamilton bata Nico Rosberg, ainda que o alemão seja um osso duro de roer, muito melhor do que a grande maioria de nós pensava ele ser. Mas num combate entre os dois pendo para Hamilton por julgar que o britânico seja essencialmente mais rápido que o germânico.

Outra situação que – apesar de ninguém querer ver acontecer – era possível prever é a reação da Red Bull. O que se viu nos testes da pré-temporada foi uma tremenda dificuldade do time austríaco trabalhar com a nova fórmula de motores (tanto é que os demais carros equipados por Renault ainda sofrem), mas nas poucas vezes em que conseguiram completar um bom número de voltas, ficaram em boas posições.

Já na Austrália muitos se surpreenderam pelas posições conquistadas por Vettel e Ricciardo no grid, e dessa vez, muito em razão da chuva, conseguiram as primeiras filas. E, bem ou mal, foram dois pódios em duas corridas, mesmo sabendo da desclassificação do australiano na primeira etapa.

A tendência, numa temporada tão longa, é ver a Red Bull conquistando vitórias e, conforme o andar da carruagem das Mercedes, quem sabe brigar pelo título.

Ainda sobre a o time dos energéticos, outra situação possível de se prever: tudo dando certo para Vettel, e erros lamentáveis acontecendo com Ricciardo. Não, não estou falando em teoria da conspiração…

Na Ferrari, uma situação que comentei uns anos atrás em coluna minha: uma frase profética dita por um colega: “esqueça, mesmo com Alonso… enquanto os italianos estiverem comandando o time, não vai chegar a lugar nenhum“. Sabemos que Schumacher foi fundamental na ressurreição da equipe, mas parece que sem todo aquele staff, seria impossível – não a toa o próprio Michael botou cartas na mesa ao final de 1996.

Alonso está tendo novamente grandes performances – repararam no verdadeiro banho que ele deu em Kimi nas duas primeiras provas? – mas está limitado por um carro medíocre, outra vez. Assim, não adiantou trazer outro grande piloto como o finlandês nem fazer mudanças pontuais no corpo técnico. Como diria Cléber Machado, o problema da Ferrari é estrutural.

httpv://youtu.be/TmFurqReIjQ

Outra equipe das mais tradicionais, a McLaren, que aparentava ser a segunda força, parece ter regredido um pouco. É claro que, como no caso da Red Bull, a posição do grid foi prejudicada pelos treinos com chuva, mas ainda assim houve pouco ou nenhum progresso quando em condições normais: a equipe de Woking brigou para se manter na volta do vencedor.

Está surpreendendo, também, o desempenho de Kevin Magnussen, que não está se sentindo nada intimidado por Button (superou-o nas duas qualificações, e está apenas um ponto atrás do inglês na tabela), ainda que tenha terminado atrás em Sepang.

Aliás, o GP da Malásia marcou a segunda menor média de idade já registrada na Fórmula 1: 27 anos, 1 mês e 17 dias. O primeiro lugar, óbvio, é da etapa anterior, na Austrália. Dos 15 GPs com menor média de idade registrada, 13 aconteceram desde 2013!

Cito esses números para mencionar que, apesar de cada vez mais jovens, paradoxalmente os pilotos estão menos suscetíveis a erros do que se imaginava no passado: notem, por exemplo, o (bom) piloto russo Daniil Kvyat, que pontuou pela segunda prova seguida na Toro Rosso.

A chegada de Kvyat – além das famigeradas menções aos “pilotos pagantes” – causou uma onda de críticas à cada vez mais precoce ascensão de pilotos a F1, alertando para eventuais riscos de acidentes e incidentes com eles. É claro que erros acontecem, mas percebo que essa turma está cada vez menos “sentindo a pressão“.

Ainda falando sobre previsões possíveis de se fazer, vamos ao assunto mais quente – pelo menos em terra brasilis – do GP da Malásia: Felipe Massa e a team order da Williams.

Começou antes, com Massa reclamando de Bottas para a equipe: “vocês viram o que ele fez?“, disse o brasileiro, após uma investida mais forte do finlandês. A equipe mandou um rádio a Bottas, no estilo “não ferre com tudo, não é hora de arriscar ultrapassagem

E então, já no final da prova, veio uma mensagem: “Ok, Felipe. Valtteri is faster than you. Do not hold him up” – em tradução livre: “Não o segure” ou “Não dificulte a ultrapassagem”.

Em seguida, a Williams reforçou o “pedido”: “Valtteri tem pneus melhores. Temos que deixá-lo ir. Não o segure.” E Massa não o deixou ir, Massa o segurou. E a Williams já disse que vai “falar com Felipe a respeito do que espera que ele faça quando esse tipo de conversa via rádio acontecer

Massa comemorou, falou em “fazer o que era certo”, “aquilo em que acredita”, etc. Emulou, DE NOVO, Rubens Barrichello: quando fez a antológica ultrapassagem sobre Schumacher na Hungria em 2010, Rubinho falou em “prometi que ele não passava mais“, “agora as pessoas sabem porque saí da Ferrari“, etc.

Houve quem ficasse feliz com essa “nova atitude” do brasileiro; houve quem lembrasse que agora ele não é mais escravo da Ferrari e que “não tem mais Santander por trás”.

Interessante: já pararam pra pensar em quais são os principais patrocinadores da Williams? Tirando a Martini, temos Banco do Brasil, Experian, Petrobrás… só tem empresa finlandesa!

Massa recebe esse tipo de ordem desde sua temporada de estreia, na Sauber. São 12 anos. Será mesmo que o problema na Ferrari eram as exigências de Alonso?

Ok, Massa largou duas vezes à frente de Bottas. Mas é perceptível que o ritmo de corrida do finlandês é sensivelmente melhor. E a tendência é que Massa fique pra trás, mais uma vez.

Antes de terminar, dois comentários “periféricos”

1) Apesar de meu camarada Lucas Giavoni ter feito severas críticas ao novo formato dos gráficos, confesso que achei interessante a demarcação nos gaps (as barrinhas amarelas, mesmo que se dificulte precisar os segundos, dá uma boa noção de quanto aumentou ou diminuiu a distância entre dois carros) e principalmente essa história de apontar o consumo percentual: mais uma vez o Minority Report de eventuais panes secas.

2) E o meu momento precog: nesse ano a Caterham marcará seu primeiro ponto!

É isso. Já temos corrida nesse fim-de-semana \o/

Abraços a todos!

Marcel Pilatti
Marcel Pilatti
Chegou a cursar jornalismo, mas é formado em Letras. Sua primeira lembrança na F1 é o GP do Japão de 1990.

20 Comments

  1. Fabiano disse:

    Vi alguns internautas comentando que o Massa atrapalhou o Bottas, pois este poderia ter passado o Button no GP da Malásia, pois o Massa ficou várias votas atrás do Button e não o passou mesmo tendo um carro mais rápido de reta, com mais velocidade final.
    É certo que as Williams tem a maior velocidade final nas retas, e penso que isto é consequência de uma aposta que a equipe fez de que o consumo de combustível seria mais relevante nos resultados finais das corridas, ou seja, de que as equipes teriam que economiza muito combustível durante as provas. Sendo assim, fizeram um carro com pouco arrasto, mas que também não produz muito downforce.
    Sendo assim, as Williams realmente tem mais velocidade final nas retas, porém os pilotos perdem muito na tração, tendo que “dar o pé” no acelerador mais tarde que os outros. É só olhar como foi a perseguição do Massa ao Button durante a prova: chegava muito próximo nas entradas de curva, porém nas saídas estava muito longe, só alcançando a McLaren no final das retas. E o Bottas teria o mesmo problema, talvez um pouco amenizado pelos pneus mais novos, mas acho que também não passaria, afinal de contas nem o Massa ele conseguiu passar, precisaria da intervenção de uma ordem de equipe.
    Acho que nas pistas com alto consumo de combustível, onde as outras equipes tenham que correr controlando o consumo, as Williams vão andar bem, mas na chuva e nas pistas onde o consumo não for um problema vão andar no pelotão do meio mesmo.
    Alguém concorda?
    Quanto a ordem dada ao Bottas no início da corrida, não ouvi o Massa pedindo que o segurassem, ouvi apenas uma reclamação referente a um toque que havia sofrido do companheiro de equipe. Qualquer um faria o mesmo.

  2. Mário Salustiano disse:

    Marcel e amigos

    Não fico tão surpreso assim com a precocidade e os resultados que os cada vez mais jovens conseguem, atualmente o aparato que existe é muito amplo para dar consistência a esses jovens, recentemente tomei conhecimento de um curso de coaching para pilotos de competição que é ministrado pelo ex-piloto Derek Daly, fui me informar melhor e fiquei muito impressionado com tudo o que envolve esse curso, não é limitado apenas ao aspecto de pilotar o carro, mas todo o contexto que um piloto de ponta enfrenta no seu dia a dia, desde as pressões mentais e físicas, até técnicas de comunicação para lidar com público e patrocinadores, isso sem contar que numa equipe existe uma infinidade de pessoas que orientam e ditam regras de conduta o tempo inteiro aos pilotos, mesmo os mais veteranos estão são vulneráveis mesmo que em menor escala, acho que vale a pena aprofundar esse tema.

    Bem o episódio Massa e a frase que vai colar em seu currículo mesmo que daqui para a frente ele peite o Bottas e o coloque em seu lugar, sem pachequismo , putz mas que diabo ,enquanto a situação envolvia dois campeões (Schumacher e Alonso) era até compreensível, agora estamos falando de Bottas, esse rapaz tem apenas 21 corridas disputadas e estamos ouvindo uma equipe como a Williams passar tal “sugestão” pelo rádio , isso só foi possível porque a equipe naquele momento achava sim que o Bottas estava mais rápido, foi uma situação tratada de forma infeliz e claro expôs a Williams a um constrangimento por ter feito a coisa talvez da pior forma, mas infelizmente se Massa não deixasse o Bottas descontar 8 segundos na parte final da prova isso poderia ter sido evitado.

    Aguardemos o próximo final de semana

    Abraços
    Mário

  3. wladimir duarte sales disse:

    Lembremos o caso René Arnoux: Quando se livrou de Alain Prost ao deixar a Renault em 1982 foi candidato ao título de 1983 e esculachou Patrick Tambay na Ferrari. Mas como sempre a cúpula de Maranello da época perdeu a paciência com o fracasso de Arnoux e, a partir de 1984, depositou suas esperanças no recém chegado Michelle Alboreto que também naufragou em 1985. E Arnoux? Foi enxotado da Ferrari em 1985 e foi para a Ligier que só trabalhava direito com a presença de Jacques Laffitte (outro piloto muito bom subestimado graças à presença de superestimados como Prost). Já naquela época estava morto em termos de competitividade acenando o final da carreira. nos ultimos cinco anos Barrichello e Massa provaram que a Ferrari não é mais o olimpo pregado por Arnoux na época (até hoje comenta-se que Arnoux amoleceu quando foi demitido da Ferrari, mas na Renault antes de Prost e suas politicagens ele já era extremamente competitivo, ainda mais diante de Jabouille que vencia uma corrida e abandonava 14.) pois um voltou a vencer e outro está recobrando a competitividade aos poucos. Antes de qualquer réplica eu nunca vou negar que Ayrton Senna usava e abusava do jogo político dentro das equipes que correu, inclusive recorredo ao veto. Mas existem pilotos hoje em dia que acham que um colega de outra equipe que está disputando posição tem que abrir passagem como se fosse retardatário! Ainda tenho um fio de esperança que Massa recupere o ritimo sem a incômoda presença prima-dona de Alonso. Mas tem que abrir o olho e, se for preciso, chutar o Bottas pra escanteio (desculpe o trocadilho, não resisti).

    • Mauro Santana disse:

      Concordo contigo, pois na F1 quem pode mais chora menos.

      E como eu falei, ou o Massa luta e usa da sua experiência pra enquadrar o Bottas, ou vai levar uma botinada rumo a aposentadoria.

      Este ano será mais que decisivo na carreira do Massa.

      Abraço!

  4. alexandre disse:

    Raikkonen foi mais rapido que Alonso no fp1, fp2 e fp3. Quando ele pegar o jeito do carro, vai ficar complicado pro espanhol.

    • Marcel Pilatti disse:

      Oi, Alexandre.

      Entendo, sim, que Kimi Räikkönen seja um piloto que possa dar trabalho para Alonso, e em algumas situações superá-lo em classificação e corrida. Porém, não creio que isso vá se confirgurar em uma melhor posição na tabela ao final, nem mesmo no confronto direto de classificações.

      Creio que Alonso seja mais completo, e acima de tudo mais focado.

      Abs!

  5. Sandro disse:

    Koba vai “mitar”?

    • Marcel Pilatti disse:

      Torço por isso, Sandro!

      Abs

      • Allan disse:

        É indiscutível que Massa vem “sofrendo” de perda de desempenho em corrida, ao menos quando comparado com Alonso, que quase sistematicamente era melhor que ele. Vale lembrar que no fatídico Alemanha 2010 Alonso tirou a diferença e tinha muito mais ação naquele momento – o que é diferente, por exemplo, da Austria 2002, quando Rubens controlava o Miguel. Algumas corridas são boas para Massa, mas no geral ele é inferior ao Alonso. Equipamento pior? Não sei, mas o Felipe não reclamou, então… Agora com Bottas, parece que isso se repete. Bottas largou bem atrás, ainda punido, e estava 2 ou 3 posições atrás do Massa na 1ª volta. Daí só andou pra frente, e Massa estagnou, primeiro no Magnunsen, depois no Button (esqueci alguém). Bottas foi devidamente “segurado” (gozado que ninguém citou isso, a ordem para o Valteri ficar aonde está e não passar o Felipe) na primeira parte da prova, ficou na pista segurando até onde dava para parar sempre depois de todo mundo… Não acho que o Bottas, enfim, passaria o Felipe de alguma forma (e nunca saberemos, já que veio a ordem para manter posições), mas é fato que estava muito mais rápido que o Massa. E Felipe estava muito enganado quanto a sua corrida, afirmando que Button era muito veloz e por isso não conseguia passá-lo, quando ele é quem teve a maior velocidade na corrida (e nos treinos, salvo engano), e se foi usando vácuo, bem, afinal o que ele estava fazendo atrás do Jenson? Enfim, muito choramingos para pouca tristeza.

        • Marcel Pilatti disse:

          No texto “Sobre Massa, Kanaan e Neymar”, publicado após o GP de Mônaco do ano passado, escrevi: “ele [Massa] ainda é veloz, mas a guerra psicológica com um companheiro do quilate de Alonso e seu físico o afetam ainda mais: creio, de verdade, que Felipe não consegue mais encontrar ritmo de prova. Não fosse isso, sua velocidade em treinos comparada a de Alonso não teria melhorado em relação a anos passados – vide reta final de 2012 e início desse ano. O problema consiste, mesmo, no domingo.”

  6. Alayr Jr. disse:

    Com apenas 2 corridas, sendo que o Massa não correu a primeira e a segunda ele chegou à frente do Botas de onde vem sua tese cientificamente provada que o Botas tem um ritmo de corrida melhor que o Massa ? Novamente colocamos o boné do complexo de vira-lata. Brasileiro que não é primeiro tem que parar de correr, tem que ir prá casa, tem que um monte de coisas… Impressionante…

    • Fabiano Bastos das Neves disse:

      Concordo contigo Alayr. Mas parece que este complexo de vira-lata é uma coisa generalizada, não é privilégio da F1. Hoje as pessoas praticamente só tem estímulo para escrever se for para “malhar”. É só olhar para as redes sociais e ver como a maior parte das mensagens são de críticas e reclamações.
      Mas, mudando o foco, ninguém comentou o rádio do Vettel “preocupado” com um suposto vazamento de líquido no carro do Rosberg. Mal sabia que as Mercedes já estavam estourando a champanhe.

    • Ballista disse:

      Chegar a frente não significa melhor ritmo de corrida. Chegar é uma coisa, passar é outra.
      No mais, não é de hoje que Massa não é um piloto de bom ritmo de corrida. Desde o episódio da mola, nota-se que Massa não possui consistência ao longo de um GP inteiro. Normalmente, inicia muito bem, mas vai perdendo ritmo e no fim das corridas parece um boxeador à beira do nocaute.
      E isso não tem nada a ver com a nacionalidade do referido piloto. Não se fala mal de Massa por que ele é brasileiro. Mas por ser brasileiro, é preciso falar dele (se bem ou mal, depende do desempenho do piloto).

      Abraços

      • Mauro Santana disse:

        De acordo contigo Ballista!

        Abraço!

        • Mário Salustiano disse:

          Ballista

          talvez o episódio da mola tenha uma influência, mas exceto 2008, Massa sempre se caracterizou pela irregularidade, como o amigo Edu escreveu tempos atrás sobre o “Nigel Massa”, talvez o brasileiro precise da mesma solução que o estabanado inglês teve na vida para ser campeão, um carro de outro planeta como FW14….

          abraços

          Mário

  7. Fernando Marques disse:

    Eu também achei a corrida um pouco chata … briga por posições só havia lá no pelotão de trás … pois Hamilton, Nico e Vettel levantaram poeira e jamais foram incomodados.
    Mas no fim gostei de ver o Hamilton triunfando.
    Com relação ao Massa e este novo episodio do radio ele fez o certo mas até quando isso vai perdurar … o Bottas anda bem e isto é vero …

    Fernando Marques
    Niterói RJ

  8. Ballista disse:

    Será que esse ano o Massa cai na real? O tempo dele já passou na F1.

    E como foi falado, enquanto a Ferrari for gerenciada por italianos, não vai dar certo.

    E o Vettel vai trazer a Red Bull novamente à briga pelas vitórias esse ano. Se souber correr por fora, pode se aproveitar de um futuro conflito interno na Mercedes, tal qual Prost fez em 86.

    Ah, e Minority Report é um ótimo filme. Recomendado para o próximo fim de semana.

    Abraços

  9. Mauro Santana disse:

    Corrida CHATA pra cacete esse gp malaio, alias, como sempre costuma ser.

    A respeito de Massa, esse ano será extremamente decisivo em sua carreira, pois se ele não se mostrar forte, Bottas irá aposenta-lo.

    E o Massa infelizmente não consegue ser constante, e é fato quando ele teve como companheiro Fernando Alonso, como o espanhol conseguia chegar e passar os adversários, e o Massa infelizmente ficava naquela lenga lenga, como foi com o Button.

    Massa fez o certo?

    Fez!

    Agora, resta saber se irá ser machão deste jeito a temporada toda.

    Vamos ver como será neste domingo, em mais uma pista triste de mais da conta pra se assistir a uma corrida de F1.

    Abraço!

    Mauro Santana
    Curitiba-PR

    • Marcius Vinicius Freitas disse:

      Massa só pôde fazer o que era “certo” porque, como bem disse a matéria, tirando a Martini a Williams só tem patrocinadores brasileiros. Eu me pergunto se Pastor Maldonado permanecesse na equipe e com ela a PDVEZA, se Felipe Massa poderia fazer o “certo” sem sofrer punição pela equipe. Valteri Botas tem um ritmo de corrida visivelmente mais rápido que Massa, que será engolido fácil por ele.

      • Fernando Marques disse:

        Concordo que carreira do Massa pode ir para o ralo se ele não demonstrar que anda mais que o Bottas seja nos treinos seja nas corridas …

        Fernando Marques

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