O mestre de Fangio – conclusão

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No GP da Tunísia ele é outro homem. Com a barba por fazer, despenteado, trêmulo, tem repentes de loquacidade inéditos, sempre foi um homem calado. Parece ausente e apático nos boxes. Durante a corrida, em plena perseguição a Caracciola em uma longa reta, andando acima de 250km/h seu Type C é atingido por uma forte rajada de vento que o arrasta para fora da pista. Achille não tem reflexos para corrigir a tempo. O carro capota diversas vezes, vai se desmanchando a cada toque no solo até parar em um cacto. Achille é ejetado e sai praticamente ileso, mas chocado. É seu primeiro acidente com carros, em 10 anos de carreira. Seu primeiro erro. Um acidente horripilante, ele escapou por uma imensa sorte.

Apesar da guerra civil o GP de Barcelona (Penya-Rhin) é mantido. Por sugestão de Varzi a AU tinha construído um chassis mais curto, em tese perfeito para as ruas tortuosas desse circuito. Mas ele mostra ter má dirigibilidade e Achille exige pilotar o carro convencional destinado a Bernd. Ele era um sênior driver e Bernd um júnior. Mas Bernd tinha machucado o joelho em acidente anterior e não tinha condições de pilotar o chassis curto, que obrigava a pilotar com as pernas curvadas. Achille se recusou a pilotar o curto e a direção da AU alegou que isso era uma quebra de contrato. Varzi argumentou que não estava bem fisicamente para guiar, após o acidente da Tunísia. Ele é examinado pelo médico da equipe, Dr. Gläser, que o declara apto. Von Delius é então escalado para substituir o às italiano. Mas pegou muito mal.

Em Eifelrennen ele faz uma corrida apagada sob chuva e neblina e termina em sétimo. Em Budapest larga em sexto e chega em terceiro, atrás de Nuvolari e Rosemeyer, mas tendo tomado duas voltas. Bernd é a estrela ascendente, Achille a cadente.

Nivola se manteve no firmamento, com outra vitória inesperada contra o poderio tedesco. Com uma Alfa de 8 cilindros conseguiu se impor, aproveitando bem a parte sinuosa do circuito. Milão tinha características similares mas Achille parece não ter se lembrado disso quando convenceu a AU a enviar uma Type C para ele participar.

Varzi assumiu logo a ponta e foi abrindo distância de Nuvolari. Na volta 10 estava 12” à frente. Nivola aumenta o ritmo e Achille acompanha. 10 voltas depois a diferença era a mesma. Mas na 25ª. baixa para 10”. Na trinta 5.6”.  Na 34a. Tazio passa Achille, para delírio da platéia. Alfa liderando a macchina tedesca. Achille não se dá por vencido e os dois reeditam o duelo habitual. Gradativamente a Alfa vai se destacando e apesar do galliatese fazer a melhor volta ele cruza a linha 8.8” atrás.

Mal visto pelos italianos por ter abandonado a Ferrari, mal visto pelos alemães por Tripoli, mal visto pela equipe por Penya-Rhin e Milão, Varzi não se apresenta para o GP da Alemanha. Para piorar, começam a circular os rumores sobre seu vício. Participa da Coppa Montenero, lidera, mas abandona com problemas de freio.

Não se apresenta para a Coppa Acerbo. Membros da equipe descobrem que ele está em uma villa em Roma, cercado de garrafas de champanhe, cigarros e café. Rumores confirmados, portanto. Eles o levam até Pescara. Ele faz a pole e a melhor volta da prova mas com a alta temperatura teve problemas com os pneus. O primeiro foi quando uma pedra quebrou seu para-brisa, obrigando a uma freada tão forte que tornou inútil o pneu traseiro direito. Isso tira suas chances de vitória mas não impede que brilhe. Tira 29” de diferença para Brivio em uma única volta. Passa por ele na volta 15 mas logo depois percebe que o pneu traseiro esquerdo está com a lona aparecendo. Pára nos boxes mas o mecânico-chefe, Ludwig Sebastian, manda seguir.

Termina em terceiro, atrás de seus colegas Bernd e von Delius, com esse pneu totalmente gasto, 5” à frente de um exausto Brivio na última volta.

 

Durante os treinos para o GP da Suíça o Dr. Feuereissen vai até o quarto de hotel onde Achille está hospedado e flagra Ilse com morfina.

Ele faz o terceiro tempo, largando ao lado de Caracciola e Rosemeyer. A primeira parte da prova foi dominada por um duelo entre estes dois, que abriram boa distância dos demais. Mas Caracciola não consegue manter o mesmo ritmo de Bernd. Abandona com o eixo traseiro quebrado na volta 29. Achille assume o segundo lugar e termina aí, seguido por Stuck.

O GP da Itália seria triste. Ele chega ao autódromo cinco minutos antes da largada. No 11º giro ele pára nos boxes com problemas no motor. Ele tinha passado o limite de giros e o motor sentiu o sobre-esforço. Tinha exagerado no uso dos freios também. Achille se recusa a prosseguir com o carro nessas condições. Foi sua última prova como piloto oficial da Auto Union.

1937 -1938 

Obviamente a AU não renova seu contrato. Aos 32 anos Achille parece muito mais velho. Vive com Ilse em um hotel de Milão. Sem lugar na categoria Grand Prix ele passa seis meses longe das pistas, para reaparecer na categoria Voiturette, até 1500cc, com uma Maserati 4CM emprestada da equipe oficial, no Circuito de San Remo. Ele vence facilmente a bateria final, com mais de 46” de vantagem sobre o segundo colocado, Dusio, com uma 6CM,  fazendo ainda a melhor volta.

Ele reaparece, provocando grande surpresa, nos preparativos para o GP da Italia, desta ver a ser corrido em Livorno. Varzi assegura ao Dr. Feureissen que deixou a morfina e Ilse e pede um carro para competir. Naturalmente o chefe da equipe hesita, mas Bernd interfere em favor do colega. Fez bem, porque na classificação é Achille quem faz o melhor tempo entre os AU, à frente do próprio Bernd e atrás de Rudi. Mas essa performance não se sustenta na prova. Ele nunca ameaça os líderes e termina em modesto sexto lugar, exausto a ponto de precisar de ajuda para sair do carro.

Achille volta a competir pela Maserati na Voiturette, Coppa Edda Ciano, faz uma boa apresentação até que o motor quebra, antes da metade da prova.

A AU precisava de pilotos para o GP de Masaryk. Stuck tinha sido demitido, Hasse estava doente. Achille se apresentou com dois dedos machucados, envoltos em bandagem. Deu algumas voltas lentas e declarou não conseguir guiar adequadamente devido aos dedos feridos. E imediatamente pediu permissão para ir embora, pois precisava pegar o próximo trem.

Não aparece no GP de Donington, o primeiro na Inglaterra.

E assim a temporada de 37 se encerra.

A de 38 previa uma nova formula. Os motores aspirados deveriam ter 1.0L de capacidade mínima e 4.5L de máxima. Com supercharger, mínima de 0.666L, máxima de 3.0L. Peso mínimo entre 400kg~850kg conforme a capacidade do motor, sem combustível, óleo e água. Formula livre para combustível.  Uma observação: a mudança de formula anterior tinha desestimulado Alfa e Maserati, principalmente (voltou seu foco para Voiturette), para tentar competir com as subsidiadas rivais alemãs. Penalizou particularmente as fábricas francesas, devido à errática política do Comitê de Fundos de Corrida, que tinha critérios estranhos para decidir quem subvencionar. Com esta mudança, a França ficou efetivamente sem representante à altura até a eclosão do grande conflito.

As italianas não desistiram e buscaram competitividade em 38. A Maserati foi vendida para um rico industrial, Adolfo Orsi, podendo assim desenvolver um carro totalmente novo, a 8CTF de 3.0, e inscreveu Achille para Tripoli.  Essa Maserati era efetivamente veloz, mas frágil, e ele abandona com problemas no eixo traseiro na volta 11.

A partir daí submerge novamente. Em 39 a Alfa incorpora a Ferrari. Ele entraria como piloto de testes, mas o conflito impede qualquer evolução.

1939-1946 

Sua condição de morfinômano é ruim para a imagem do estado fascista e este força a barra, cancelando sua licença de piloto e recolhendo seu passaporte. Ilse Hubach é vista como persona non grata e proibida de permanecer na Itália, para complicar um pouco mais.

Ela tenta o suicídio, mas é salva a tempo. Foi encontrada na rua, de camisola, murmurando o nome de seu companheiro. Ao longo do primeiro ano da guerra eles irão passar temporadas de desintoxicação em uma clínica na Suíça, mas acabam se separando.

Em 1940 ele casa com Norma Colombo, que conhecia há muito e que tinha ficado esquecida durante a relação com Ilse. Livre do vício, terminada a guerra, ele quer voltar a correr como antes.

Em 1946 a Alfa começa a renascer, os últimos modelos do pré-guerra foram escondidos e preservados, e assim ele se junta à antiga turma, Farina, Trossi, Biondetti e Pintacuda. As “Alfetta” são melhoradas, a versão 46 emagrece, agora tem 630kg, e a potência melhora, 254CV a 7.500rpm. Sem equipes e pilotos alemães, ela vai dominar. A Maserati o convida para participar da 500 milhas de Indianápolis mas algo não funciona e ele não se classifica.

De volta à Europa a Alfa o inscreve como piloto oficial no GP das Nações, em Genebra. Ele termina em segundo na sua eliminatória e sétimo na final.

Na prova seguinte, o III GP de Valentino, em Turim, Achille se reencontra com a vitória. Bate Wimille, com uma Alfa igual a sua mas com compressor duplo, e Raymond Sommer, com uma Maserati 1.5 igualmente comprimida. Ele volta a ser o Varzi de antes da morfina: seguro, eficiente, impecável, estiloso. Ele e Wimille se alternaram na ponta o tempo todo, debaixo de um dilúvio.

Em Milão faz um segundo. Apesar da idade e do desgaste sofrido pelo uso contínuo da droga impressiona favoravelmente, é descrito pela imprensa especializada novamente como “correto e infalível”.

1947

Os antigos carros 3.0 foram vendidos para países em que não vigorava a formula mais recente. Entre esses países estavam Brasil e Argentina. O vizinho do Sul estava muito bem economicamente e era governado por Juan Domingo Perón, que tinha interesse em promover o automobilismo.

E assim, com a Europa ainda no início de sua recuperação econômica, passava a ser atraente embarcar em um navio e vir correr na América do Sul. A temporada aqui começava no meio de dezembro, pleno inverno europeu.

Com uma Alfa 308 Varzi faz um segundo lugar no GP General Juan Perón, atrás do compatriota Luigi Villoresi, com uma Maserati 4CL da Scuderia Ambrosiana. No GP Eva Duarte Perón tem problemas no motor e abandona. Vence a Copa Acción, em San Lorenzo, e conhece um jovem chamado Juan Manuel Fangio, que chega em sexto com um Ford T com motor Chevrolet 6 em linha apelidado La Negrita.

No Brasil Achille vence em Interlagos e abandona no Rio de Janeiro.

Na Europa a Alfa continua evoluindo seus carros, alinhando a 158/46B, que com um novo supercharger Roots de 2 estágios passa a entregar 275CV. Com esse carro Varzi faz um segundo na Suíça, na Bélgica, vence o GP de Bari e faz outro segundo no GP da Italia.

No fim do ano volta à America do Sul, com uma Alfa 312 preparada por seu parceiro de sempre, Amedeo Bignami, com um motor 12 cilindros. No GP General Juan Perón ele faz um segundo na sua bateria e Fangio, com uma Maserati 4CL pertencente ao Automóvil Club Argentino chega em quarto. Ambos abandonam na final.

A próxima prova é o GP de Mar del Plata e Achille faz um segundo para Farina, com Maserati 8CL. Tem problemas mecânicos nas demais provas da Temporada Argentina. Eles se repetem no Brasil, em uma primeira prova em Interlagos, mas ele vence a segunda. Será sua última vitória.

A amizade com Fangio se consolida e Achille, entre um conselho e outro ao colega, cogita mudar para Buenos Aires, onde já é ídolo, e abrir uma escola de pilotagem quando abandonar as pistas. De volta à Europa participa do GP de Bari com uma Cisitalia D46, fazendo um terceiro. Na Coppa Giorgio e Alberto Nuvolari, homenagem aos filhos falecidos do eterno rival e amigo Tazio, os dois se enfrentam pela última vez. Nivola abandona, Achille finaliza em terceiro.

1948 

GP da Suíça. Chove durante os treinos e a Morte estava disposta a agir. Na prova de motociclismo preliminar morre Omobono Tenni, italiano campeão europeu na 250cm3 e na 500cm3. Achille pára a Alfa 158 nos boxes após uma volta de reconhecimento, troca os goggles. pede um impermeável e sai novamente. Conforme o testemunho de Fagioli, o único a presenciar a cena, ele inicia devagar um trecho em descida, onde está a curva Jordenrampe. A Alfa perde aderência nesse ponto, talvez devido à nuvem de água levantada pelo carro de Wimille, que ia à frente, e Achille comete o segundo erro de sua carreira que resulta em acidente. Ele corrige rápido demais, o carro sai da pista e vai bater em uma cerca que separa o circuito de um bosque. O carro ricocheteia para a pista mas o movimento brusco quebra o pescoço do piloto. O carro começa a capotar, Varzi é ejetado e o carro acaba caindo sobre ele. Chiron vinha mais atrás e freia violentamente ao se deparar com a cena horripilante. Corre para o amigo gritando “Achile, Achille, que aconteceu?” Não haveria resposta.

A Alfa mais uma vez se vê diante do dilema: continua ou retira a equipe? Desta vez não há um Mussolini para interferir e a direção da equipe leva o dilema a Norma Varzi. Ela responde que o melhor modo de homenagear seu marido seria vencendo a corrida. Cabe a Carlo Trossi cumprir as honras, mas antes a Morte leva outro piloto, o suíço Christian Kautz, com Maserati.

O corpo é velado durante 3 dias e 3 noites sobre a Alfa 312 com que competiu na América do Sul, em uma igreja de Galliate. Estima-se que passaram por lá cerca de 15.000 pessoas. Entre os pilotos, Juan Manuel Fangio e Chico Landi. Seu desaparecimento provocou uma sensação colossal de vulnerabilidade entre os colegas europeus, similar à que ocorreu com a morte de Jim Clark, na década de 60. Segundo Canestrini, Carlo Trossi ligou para ele algum tempo depois, dizendo “Como podemos continuar correndo depois do que aconteceu com Achille?”.

Legado.

Em 49 Perón faz a companhia petrolífera argentina, YPF, bancar o Automóvil Club Argentino para que comprasse duas Maserati 4CLT/48 e uma Simca-Gordini Tipo 11 permitindo que pilotos argentinos, Fangio entre eles, pudessem ser “Embaixadores Extraordinários do Automobilismo Esportivo Argentino”.

A equipe escolhe a Italia como base e se instala em uma casa emprestada por Menotti Varzi, pai de Achille. Esses pilotos participam de várias provas na Europa, correndo sob o título Scuderia Achille Varzi e, no GP de Buenos Aires, como Equipe Argentina Achille Varzi.

Fangio nunca escondeu que foi profundamente influenciado por Achille. Na Europa contrata Amedeo Bignami para ser mecânico da equipe argentina. E torna realidade o sonho da aposentadoria do galliatese, a Escola de Pilotagem Achille Varzi.

Segundo suas palavras: “Varzi era para mim um Deus. Ele falava com grande simplicidade e me deu muitos valiosos conselhos. Foi provavelmente o piloto que mais admirei na minha vida, um homem que se importava somente com sua arte.”

“O estilo de pilotagem de Varzi, muito rápido mas com maestria total implicava em assumir risco mínimo, o que lhe permitiu evitar numerosos acidentes. No momento da largada ele tentava a todo custo evitar qualquer contato com outros carros, preferindo encontrar um espaço em que pudesse fazer a parte inicial da prova isoladamente. Se estava na liderança não se incomodava muito em perder algumas posições quando sabia que poderia recuperar depois. Durante a prova era um perseguidor implacável, que aproveitava ao máximo os erros de seus adversários sem que ele próprio cometesse.” Impiedoso, como disse Enzo Ferrari.

Giovanni Canestrini, editor da La Gazzetta dello Sport naquela época.

“Eu observo, eu estudo os diferentes pilotos e tenho o hábito de refletir… porque eu devo correr riscos para confrontar meus adversários. Eu tenho um pouco de paciência para esperar que o número deles se reduza à metade. Durante a primeira parte da prova 50% dos carros abandonam porque seus pilotos só estão interessados em receber os prêmios de largada.”

Achille Varzi

(Nota: até a introdução da figura do patrocinador – Gold Leaf Team Lotus, por exemplo – as equipes e pilotos, principalmente os independentes, viviam de prêmios de largada e chegada.)

“Varzi será sempre um irmão para mim. Eu o via como um continuador da “Grande Époque” de Nazzaro, de Campari, de Ascari e de todos aqueles que, como ele, sacrificaram suas vidas à sua paixão.”

Tazio Nuvolari

“Varzi: um grande piloto, talvez menos memorável que Nuvolari para a multidão de não-iniciados mas impressionante para o especialista que sabia apreciar sua classe e seu estilo verdadeiramente superior demonstrados nas corridas. Em todas as corridas que assisti encontrei em Varzi uma ampla gama de sutilezas e táticas que me impressionaram. Uma conjugação perfeita entre a performance física, mental e o conhecimento da mecânica. Sua ousadia não conhecia a temeridade: ele buscava o objetivo final, a vitória, com um uso racional e ponderado de energia.”

Felice Nazzaro, considerado o “maestro” pelos italianos, com uma carreira impressionante antes da 1a. Guerra.

“Quando você via Varzi colado na sua traseira, você tremia.”

Rudolf Caracciola


Trecho do discurso de despedida: “Talvez você estivesse destinado a morrer, Achille, porque sua pilotagem tinha algo da genialidade que faz parte da natureza, e a natureza se esforça para eliminar todo aquele que chega próximo demais disso. Beethoven foi acometido de surdez quando parecia estar a ponto de transcender o poder humano da expressão musical, Galileu ficou cego quando estava a ponto de descobrir o infinito e suas leis, as mãos de Leonardo da Vinci adquiriram artrite quando ele estava muito próximo da perfeição em suas criações. Você também, Achille, foi detido quando estava a ponto de atravessar as fronteiras conhecidas da velocidade. Agora você deve se preparar para uma outra corrida, a última grande corrida.

Sugestão/pedido aos leitores: dos antigos, Felice Nazzaro, Achille Varzi e Juan Manuel Fangio. Após eles, que outros pilotos seriam continuadores desse estilo de pilotagem?

Carlos Chiesa
Carlos Chiesa
Publicitário, criou campanhas para VW, Ford e Fiat. Ganhou inúmeros prêmios nessa atividade, inclusive 2 Grand Prix. Acompanha F1 desde os primeiros sucessos do Emerson Fittipaldi.

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