
Seguimos homenageando os milhares de leitores que prestigiaram o GPTotal em nossos 25 anos.
A seguir, mensagens recebidas no 2º semestre de 2009.
Abraços, queridos leitores
Edu
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Era só o que faltava!
Não bastasse tudo o que tristemente nós, amantes do automobilismo, fomos obrigados a passar nesse ano em virtude da guerra política Fia x Fota, o sr. detentor dos direitos comerciais da F-1, Bernie Eccleston, resolveu proferir a pérola do ano.
Mr. Bernie disparou em entrevista ao The Times no último sábado, dia 4, que Hitler fazia “as coisas acontecerem”. Disse ainda que Saddam Hussein era o único capaz de controlar o Iraque. Teria o presidente da Formula One Management finalmente deixado transparecer suas verdadeiras convicções ou estaria realmente perdendo o juízo?
Entre 1933 e 1945, cerca de seis milhões de judeus morreram em razão da ideologia esdrúxula de Adolf Hitler. Agora vem o representante da maior categoria do automobilismo mundial elogiar o estilo Hitler de conduzir as coisas e sugerir que Saddam Hussein é que era o cara!
Bernie ainda afirmou que Hitler como ditador não foi bom o suficiente. “É terrível dizer isso, mas tirando o fato de que Hitler fez coisas – que eu não tenho ideia se eram da sua vontade ou não -, ele conseguia comandar muita gente, fazendo tudo acontecer”, disse o dirigente. “No final, ele se perdeu, então não era um ditador tão bom assim. Afinal, ou ele sabia de tudo que estava acontecendo e insistiu com isso, ou então permitiu que tudo fosse feito daquela maneira… de qualquer jeito, não agiu como um ditador”.
Dá ou não dá para ter medo? Essa realmente não era o que faltava, foi o fim da picada!

Enquanto isso, pelas bandas da Brawn, a modéstia tomou conta de Jenson Button! (foto acima) “Eu sou o melhor. Não importa quem vence se não for eu. Só me importo se eu vencer. Tenho ciúme de qualquer um que ganhe”, falou Button. E olha que o inglês respondeu dessa forma quando perguntado quem é o maior piloto de todos os tempos.
Certa vez li em um grande livro – para mim o maior – que A soberba precede a queda! Sinal vermelho para Button?… Só o tempo dirá!
Daniel Medeiros, Planaltina
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Caro Edu,
Como de costume, brilhante sua coluna Bernie deve morrer. Traduz perfeitamente o que penso sobre o diminuto nazista enrustido.
A F1 só voltará a evoluir quando ele sair de cena, seja para cova ou asilo, é indiferente, desde que saia!
Abraços,
Peter, São Paulo
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no domingo, Federer passou a ser o jogador com o maior número de Grand Slams. Muitos o consideram o maior tenista de todos os tempos, principalmente por causa dos números. Dia desses, Pete Sampras havia sido acolhido como tal. Ninguém tem medo de comparar Federer com McEnroe, Sampras, Ivan Lendel e outros grandes tenistas. Como Michael Phelps tornou-se o maior esportista olímpico por ganhar o maior número de medalhas em uma única olimpíada. Ninguém tem medo de compará-lo com Spitz e outros super nadadores.
Por que será que com a Fórmula 1 as coisas mudam de figura? Por que é ofensa comparar um piloto da atualidade com os grandes de outrora?
Vejo isso tão somente na Fórmula 1 e no futebol. Essa ojeriza a comparações é coisa de brasileiro? Ou tem alguma razão de ser?
Até mais
Márcio Silva, Brasília
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Gostaria de parabenizar ao GP Total pela lembrança da morte de Fangio, e principalmente pelas duas colunas maravilhosas que foram colocadas aqui, Dois Sóis e 14 anos sem Fangio. Essa segunda, particularmente, me emocionou por conta das imagens, à medida que íamos lendo a história de sua carreira na F-1.

Fangio (foto acima), literalmente, escapou da morte pelo menos duas vezes, e enfrentou concorrentes fortíssimos: Farina, como companheiro de equipe; Ascari, num carrasso; Stirling Moss, cada vez melhor, além de grandes pilotos como Hawthorn e Brooks.
Por tudo isso, temos certeza de que ele foi mesmo o maior da F-1.
Parabéns e um abraço!
Adriano Rocha
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Fangio foi, sem dúvida, o melhor de todos os pilotos na F-1.
Quem fala de Schumacher não o conhece…
abraço!
Fabricio
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Muito bacana a matéria do GPTotal sobre o Fangio.
Marcel Pilatti está de parabéns assim como Márcio Madeira. É muito importante que se fale sobre outros pilotos importantes além dos brasileiros e Fangio fez história.
Um abraço.
Julio Cesar Figueiredo, Jundiaí
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Simplesmente sensacional a matéria 14 Anos Sem Fangio. Às vezes me pego a pensar: o que é mais difícil/mais importante? Ganhar cinco campeonatos em sete disputados ou ganhar sete em quinze? Ganhar cinco contra Ascari/Moss ou sete contra Hill/Barrichello/Coulthard?
O que Fangio fez, realmente ainda está longe da compreensão. Parabéns ao GPTotal, por mais esse brilhante resgate!
Abraço
Gustavo Alfaro
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A título de comparação, só corrigindo Márcio Madeira, sim, dois sóis brilharam 45 anos depois: Senna e Schumacher…
Uma pena que um destes apagou repentinamente.
Abs!!
Patric Ramos Cipriano, São Paulo
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Acabei de ler nos comentários da Folha e achei muito interessante:
Escrito por Marco Melara em 07/08/09 nos comentários dos leitores
E muito difícil afirmar quem foi o maior piloto de F1. Os profissionais de F1, ou seja, os que mais entendem da mesma afirmar ou votaram que foi o Senna. E muito difícil fazer uma comparação pois o Senna esteve dez anos na F1 e o Schummi 17. Para poder comparar alguns números, temos que levar em conta os três primeiros anos de cada um (no quarto ano do Schummi o Senna faleceu) e nos dez anos do Senna com os dez primeiros anos do Schummi e aqui estão alguns Número s:
– Número de GPs disputados até a primeira vitoria – Senna: 18 – Schummi: 18 (EMPATE)
– Número de poles nos dez anos do Senna e nos dez primeiros anos do Schummi – Senna: 65 – Schummi: 32 (SENNA, DE GOLEADA)
– Número de GPs até o primeiro pódio: Senna: 6 (Mônaco 84) – Schummi: 7 (México 92) (SENNA)
– Primeiro 2º lugar: Senna: 6 (Mônaco 84) – Schummi:10 (Espanha 92) (SENNA)
– Número de pontos nos três primeiros anos: Senna: 106 (4+38+55) – Schummi 109 (4+53+52) (SCHUMMI)
– Número de pódios nos três primeiros anos: Senna: 17 – Schummi 16 (vamos dar EMPATE porque o Senna disputou mais GPs do que o Schummi no primeiro ano de suas carreiras)
– Número de campeonatos ganhos nos dez anos de Senna e nos dez primeiros anos do Schummi: Senna: três (88-90-91) – Schummi três (94-95-00) – EMPATE
– Número de pontos nos dez anos de Senna e nos dez primeiros anos do Schummi: Senna: 610 – Schummi: 678 – SCHUMMI
Como vemos, o Schummi não teria ganho sete títulos se o Senna tivesse vivido mais.
Abraços a todos
Luiz Salomão, Biguaçu
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Apesar de muito fã do GPto, é a primeira vez que escrevo, e gostaria de levantar um debate: será que sou somente eu a achar que, de alguns anos para cá (desde o início da Era Schumacher, mais precisamente), é possível vencer 10, 15 GPs sem realizar NENHUMA ultrapassagem na pista?
Eu sou radicalmente contra os reabastecimentos, pois eles têm decidido praticamente TODAS as corridas! E os cartolas mudam o regulamento, colocam e retiram ranhuras nos pneus, aumentam as asas, etc., tudo para aumentar o número de ultrapassagens, mas para que ultrapassar? Basta largar mais pesado, segurar o ritmo dos mais leves, dar três ou quatro voltas rápidas antes do pit stop e estourar o champagne no final!
E no final os comentaristas dirão: O Ross Brawn fez um excelente trabalho ou a Red Bull trabalhou direitinho nos pits e blá-blá-blá… Eu quero ouvir o seguinte: O Vettel foi brilhante, largou em 3° e fez duas grandes ultrapassagens para vencer! Será que sou só eu?
Joel Batata Alves, Osório
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Sábado da semana passado liguei a televisão a tarde e me espantei com a notícia do acidente de Felipe Massa (foto acima). A TV informava que ele estava em coma induzido e mostrava uma imagem dele com um profundo corte na cabeça. Impossível não lembrar do acidente fatal de Ayrton Senna em 1994.
Imediatamente veio a mente um texto bíblico. Trata-se de Eclesiastes 9:11 que diz na sua Edição Almeida Revista e Atualizada “ Vi ainda debaixo do sol que não é dos ligeiros o prêmio, nem dos valentes, a vitória, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes , a riqueza, nem dos inteligentes, o favor; porém tudo depende do tempo e do acaso”.
Muito se falou sobre a estrutura do capacete do Felipe , que é inclusive à prova de bala. Para ser sincero, acredito que o Felipe só se salvou porque a mola que saiu do carro do Rubens não bateu em cheio na viseira. Se assim tivesse ocorrido, a morte provavelmente teria sido instantânea.
O que aconteceu com o jovem piloto da Ferrari foi fruto da verdade contida no livro mais importante da historia da humanidade, a Bíblia, conforme Eclesiastes 9:11. No caso dele, o acaso quase lhe custou a vida, por estar no lugar errado e na hora errada e ao mesmo tempo lhe poupou a vida, por a mola bater justamente naquele ponto do capacete. O mesmo acaso cobrou a vida do jovem piloto Henry Surtees na F2, atingido por um pneu na prova da Inglaterra. É verdade que em ambos os casos os jovens estavam andando em carros de corrida a velocidades perigosas, em condições em que aumentam as possibilidades de morte (especialmente no caso do Henry, com problemas no circuito e maior fragilidade do carro), mas os acidentes muito provavelmente não foram fruto de má sorte, destino ou forças malignas, foram apenas fruto do acaso, estarem no lugar errado e na hora errada.
Algumas pessoas comuns sofrem devido ao tempo, ao acaso e ao imprevisto. Já vi casos em que pessoas na calçada foram atropeladas e mortas. Já ouvi falar de casos de pessoas atingidas por raios e até por objetos espacias, com ocorreu em 1954, nos EUA/Alabama, onde um homem teve a sua casa atingida por um meteorito do tamanho de uma laranja.
A morte de Senna em 1994 também parece ter sido causada por uma séria de fatalidades. Por algum tempo se sustentava que ele havia morrido devido à desaceleração da batida, mas hoje sabe-se que o que o matou foi um braço de suspensão que caprichosamente entrou na viseira, poucos centímetros abaixo do capacete.
Uma pena! Provavelmente ele não teria nenhuma seqüela se aquele braço de suspensão tivesse atingido a parte rígida do capacete ou outro ponto do carro A batida em si não o mataria, pois já naquela época os carros de F1 , em especial a Willians de Senna, eram inacreditavelmente resistentes, no que diz respeito a proteger a vida dos pilotos.
Do meu ponto de vista, os demais acidentes que aconteceram em Imola/94 foram mais fruto da irresponsabilidade dos dirigentes da F1, com regras recém implantadas. No caso do Rubens Barrichello, do Roland Ratzemberger e do Pedro Lamy (na largada), dava a impressão de que os carros estavam rápidos demais para a pista. Era nítida a diferença entre os carros de 94, muito mais velozes, e os de 93, com mais aparatos eletrônicos. Mesmo o acidente em Mônaco/94 com o Karl Wendlinger pareceu fruto da velocidade excessiva dos carros. No caso do Ratzemberger um outro fator que aparentemente contribuiu para o seu falecimento foi a fragilidade do seu carro.
Lembro-me bem que o Senna ficou muito chateado com os acidentes ocorridos nos treinos de 29 e 30/04/94, em especial pelo falecimento de um colega de profissão. Senna deu algumas entrevistas na televisão expondo seu descontentamento. Ele simplesmente não sabia que aquelas eram as suas ultimas horas de vida.
Curiosamente, o Felipe Massa também disse em público sobre o quanto estava triste pelo falecimento do Henry e que aquilo havia mexido muito com ele. É muito provável que nem passasse pela cabeça do Felipe que apenas alguns dias depois ele quase teria o mesmo fim.
O fato de a vida ser cheia de imprevistos não é desculpa para algumas pessoas agirem de forma irresponsável. Achei irresponsável o modo como conduziram o campeonato de F1 de 1994, assim como acho irresponsabilidade permitirem que carros andando a tamanha velocidade soltem peças e coloquem em risco a vida de pilotos e até de expectadores ,como tem acontecido recentemente.
Por fim, considerando que os acidentes mais sérios nos carros de fórmula costumam acontecer em um curto prazo de tempo e de forma semelhante, e não de forma esporádica (um a cada três anos , por exemplo) e que muitos seriam facilmente evitados , dá para concluir que além da realidade da imprevisibilidade da vida citada em Eclesiastes 9:11, a ânsia de mais e mais poder e dinheiro, por parte de dirigentes e grandes empresários , especialmente da FIA/F1, proporciona uma triste falta de respeito pela vida humana , contribuindo para tantas tragédias com pessoas que apenas estavam começando a viver.
Esio Junior, Montes Claros
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Achei interessantíssimo o comentário do Pablo Habibe, de São Luis. Nunca analisei as mudanças na F-1 por esse aspecto, o das mudanças de regulamento no início dos anos 90 serem copiadas da Indy.
Coincidência ou não, com a morte de Senna e a ascensão de brasileiros na Indy, esta começou a roubar muitos telespectadores da F-1, e não só no Brasil. Talvez por isso a adoção de algumas regras da Indy por lá. E como o Pablo disse, essas adoções foram muito mais por cornetadas do que necessidade de mudança mesmo…
Também concordo com ele sobre a saída da BMW. Montadoras entram e saem da F-1 há décadas, isso não é nenhuma surpresa, e mais, creio que isso deva fazer parte da F-1 mesmo, como forma de renovação da própria categoria.
Gostei do retorno do Schumacher, vai ser legal vê-lo correr novamente no meio dessa molecada. Ele sempre foi um piloto extremamente competitivo, inteligente e dedicado, creio que vá fazer bonito até o fim do ano.
Sobre o Galvão… bem, acho que até já dei minha opinião aqui, acho que ele já foi bom, já se dedicou muito mais à buscar informações sobre a categoria e as corridas, mas hoje está muito fora de forma. Sua transmissão caiu a partir do momento que algum infeliz resolveu colocar uma câmera na cabine de transmissão. A partir daí ele sempre quer se aparecer mais do que o evento que narra. É uma pena, porque aguentar Lucianos, Téos e Clebers é duro…
Grande abraço a todos!!
Júlio, Foz do Iguaçu
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Olá pessoal
Já faz algum tempo. Saudações a todos.
Bom, para começar quase perdemos nosso melhor piloto! Mas a roda tinha que ser justamente a do carro do Rubens? Que coisa, hein? Aposto que ele deve ter ficado transtornado. Mas o Felipe vai voltar logo, e só não corre esse ano se a Ferrari gostar da brincadeira com o Alemão Dick Vigarista. Eu inclusive aposto que o Felipe vai voltar muito bem, e ainda com mais vontade, até por que sua performance estava melhorando muito a cada corrida mesmo com esse carro atual.
Surgiu uma conversa que a Fota teria interesse de colocar um terceiro carro para cada equipe, Vocês já pensaram nesta possibilidade de Massa, Schumacher, Kimi ou Alonso? Seria fantástico. E vai que eles permitem essa experiência ainda este ano quando Felipe voltar. Até porque a Ferrari já não disputa o campeonato desse ano.
Quanto a BMW, que covardia abandonar o barco prejudicando assim os empregados e pilotos promissores como Kubica. Espero que com isso os brasileiros que estão na lista para entrar não sejam prejudicados com este fato.
Abraços a todos
Márcio Sergio, Araguaína
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Bom dia amigos do GPTotal
é um prazer acessar o site, e ainda mais prazeroso é entrar em contato com vocês.
Aguardando ansiosamente para ver o alemão em ação sem pressão nenhuma por titulo, resultado, sem nada para provar pra ninguém. Tenho uma pergunta: Caso tenha ocorrido, quando foi a ultima vez que tivemos na pista quatro campeões mundiais (Schummy, Alonso, Raikonnen e Hamilton) e quem eram eles?
Abraço
Daniel Ricciely Alves, Ponta Grossa
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Novamente Bernie Ecclestone volta a bater na tecla do sistema de medalhas, enquanto Max Mosley provavelmente está pensando em alguma regra insana para impor à F1. Max e Bernie deveriam considerar seriamente o sentido da frase de Mário Quintana: “Não corra atrás das borboletas. Cuide do seu jardim e elas virão até você”.
Olhando para a F1 atual, não tem como deixar de perceber o óbvio: há tempos a categoria deixou de cuidar do seu jardim, e ao perceber que as borboletas se foram, saiu em uma busca desesperada para capturá-las. E, como quase tudo o que se faz desesperadamente, tal busca tem resultado em um melancólico fracasso.
É triste ver com uma categoria nitidamente superior a qualquer outra do automobilismo mundial tem se prestado ao trabalho de recorrer a meios artificiais, que por vezes até mesmo ferem o principio da competição, para se manter emocionante e atrativa ao público. Em nome dessa controversa emoção e atratividade, regulamentos cada vez mais esdrúxulos são impostos à categoria, em uma incrível negação da óbvia verdade de que são justamente os tais regulamentos que tem tirado o brilho da F1.
Os dirigentes, que infelizmente não tem demonstrado qualquer interesse genuíno pela essência das corridas, começaram, há alguns anos, a mutilar esportivamente a categoria, em uma insana tentativa de se recuperar aquilo que eles próprios haviam lhe tirado por interesses nada nobres – Para se dizer o mínimo. Partilho da opinião do L. A. Pandini, quando ele diz que “a F1 como a conhecemos morreu no final de 2002”, o que temos visto desde então é um cadáver ambulante, que luta contra seus próprios organizadores para se manter em pé.
Os referidos dirigentes deveriam atentar para o fato de que não é necessário maltratar o esporte para se conseguir emoção. Pelo contrário, o maltrato a que a F1 tem sido submetida tem gerado nada mais do que corridas ruins e artificiais. No caminho oposto, se houvesse uma preocupação legítima em se preservar o esporte e a sua essência, certamente a emoção viria até os autódromos.
Daniel Beltzasak, São Paulo
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Meus prezados do GPTotal
É a primeira vez que escrevo para este Grande Site de Automobilismo. É como um vício, quase todos os dias entro neste site para ler as colunas e as opiniões dos amigos leitores.
Acompanho Fórmula 1 desde os 10 anos de idade, não esqueço nunca da primeira corrida que acompanhei pela TV: GP do Brasil de 1986, no saudoso e infelizmente mutilado Autódromo de Jacarepaguá. Dobradinha brasileira com Nelson Piquet vencendo (estreando na Williams) e Ayrton Senna em segundo com a Lotus.
Mas voltando a atualidade gostaria de fazer uma correção ao ler a opinião do leitor Christian Feltrin, de São José, no dia 13 de agosto ele afirma que Schumacher foi o único piloto a ganhar três campeonatos com motores diferentes. Houve um engano: Schumacher foi campeão sim: em 94 com um Ford, em 95 com um Renault e de 2000-2 004 com um Ferrari.
Mas Piquet também conseguiu essa façanha e primeiro do que o alemão: em 81 com um Ford, em 83 com um BMW (o primeiro piloto campeão com motor turbo) e em 87 com um Honda.
Abraços a todos e até uma próxima!
Geraldo Flávio Chaves, Juatuba
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Estou com o Erico: Senna teve um Prost (foto acima) e o máximo que Schumi teve foi um Rubinho como segundo piloto declarado e um Hakkinen. Os carros que Schumi teve eram anos luz em confiabilidade dos tempos de ouro de Senna. No cara a cara, sou mais Ayrton Senna. Pra mim, se botasse os dois na mesma Ferrari, o Senna seria melhor mas o Schumacher é um baita piloto também. Mas não teve outro gênio a altura para desafiá-lo, a culpa não é dele.
Quando corria com o Senna – não me sufoquem, não sou viúva de ninguém -, foi batido por ele, diga-se de passagem. Em 93, os dois corriam com carros empurrados pelo motor Ford com vantagem para o Benetton em potência. Ai vem 92 e palmas pra Schumi mas na verdade se fez valer por muitas corridas não terminadas por Senna. Por isso somou 3 pontos a mais que o brasileiro. Em compensação nas corridas em que ambos terminaram juntos em 92 Senna leva grande vantagem.
Aí, dúvida cruel! Boa noite a todos
Lins, Aracaju
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Finalmente encontro um fórum de leitores que realmente entendem do assunto nele proposto.
Parabéns a todos.
Sandra, Guarulhos
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Legal esse artigo, Edu. A comparação com artesãos e artistas é muito boa.
Apenas discordo de uns nomes, Jochen Rindt (foto que abre esta coluna) como piloto (para mim puro corredor), e Jack Brabham como mixed (sempre vi como puro piloto, mas não sei muito da carreira dele).
Neanderthal, São Paulo
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Prezados amigos,
Ao assistir o Jornal Nacional da segunda-feira, confesso ter sentido uma alegria quase que sádica. Afinal, Briatore, sempre famoso por detonar pilotos, sofreu, ao meu ver, a mais grave pena que alguém que se interesse pela F1 pode vir a sofrer: ser banido dela.
Normalmente, não acho que um único culpado deva arcar com todo o ônus de determinada situação, mas no caso deste senhor, acho a pena mais do que justificável pela somatória de todos os crimes que cometeu.
Não estou julgando se os pilotos eram merecedores das cadeiras ocupadas, mas recordo que nunca vi um gesto digno de Briatore no sentido de estimular seus pilotos escolhidos para perder. Neste caso, qualquer um exceto Schumacher e Alonso (e talvez Nelson Piquet, o pai, no biênio 90/91).
Desde 91, já vi serem aposentados, ou apressarem sua aposentadoria alguns esforçados pilotos como: Roberto Moreno, Ricardo Patrese, Martin Brundle, Gerhard Berger, Jean Alesi, JJ Lehto e Johnny Herbert. Provavelmente, nenhum deles teria chance de títulos na F1, contudo, vi todos serem humilhados na mesma equipe sob o mesmo dirigente.
Da mesma forma, vi serem sufocados jovens pilotos debutantes na F1 como Jos Verstappen, Jarno Trulli, Giancarlo Fisichella (em sua primeira passagem na Benetton), Alex Wurz e até o atual líder Jenson Button. É improvável que todos esses fossem maus pilotos. Porém, a exceção de Button que encontrou um porto seguro na antiga BAR (Honda) e atual Brawn, todos os outros enterraram suas possibilidades de título no momento em que assinaram com a Benetton ou Renault.
Some-se a isso todas as maracutaias de pista (especialmente o ano de 94), vejo que Briatore escreveu uma triste página na F1. Por isso, sua morte neste esporte, justamente contra um dos primeiros a quem afrontou na F1, Nelson Piquet o pai, me deixa tão contente.
Um abraço a todos.
Bruno Falanghe, Piracicaba
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. ..santa inocência, BriATMAN!
Enzo
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Não conheço o regulamento da F-1, mas comparado a outros certames desportivos ou não… Aqui no Brasil, que não é lá grande exemplo, quando descobriram o escândalo dos resultados manipulados pelos árbitros no campeonato brasileiro de futebol, as partidas foram anuladas. Em um concurso público, vestibular, ou certame licitatório, ao menor indício de fraude, cancelam todo o processo.
Considerando que o tal safety-car causado por uma atitude já condenada como fraude pelo mundo da F-1 mudou a corrida completamente, não só para Alonso, mas para todos os pilotos… O mais justo não seria anular toda a prova? Não acho que seria correto apenas tirar a vitória de Alonso e entregar os pontos ao 2º colocado, uma vez que se não fosse a fraude do safety-car, TUDO poderia ter sido diferente… ou não, como saberíamos? O fato é que temos uma fraude combinada que manipulou a prova muito além do primeiro colocado, trouxe consequências para todos, beneficiando uns, prejudicando outros.
Porém, anular a corrida seria algo com conseqüências drásticas, pois Lewis Hamilton, que nada teve a ver com essa sacanagem toda, perderia o título mundial para Felipe Massa. Hamilton seria uma espécie de terceiro de boa fé neste caso, pois fora beneficiado mas nada teve a ver com isso. Mas e daí? Isso não torna justo deixar que outros pilotos, como o Massa, sejam prejudicados de má fé, mesmo que indiretamente pela mesma fraude e não sejam compensados agora que tudo está provado.
Já imaginaram que talvez se o pit stop atrapalhado da Ferrari tivesse sido realizado na volta prevista, o que foi alterado pelo safety car, Massa não teria vencido a corrida, mas teria marcado mais pontos que Hamilton, o suficiente pra vencer o campeonato que perdeu por um ponto ou empatar, levando o título pelo maior número de vitórias?
Mas como bem disse Capelli… Briatore caiu devido aos interesses de outros chefões. Não vejo interesse em trocar de mãos o título de 2008, principalmente tirando ele de um inglês. Se ao menos o chefão Montezemolo entrasse nessa briga… Mas a Ferrari ainda não deu uma palavra sobre o assunto. Será que o faria após o julgamento do dia 21, se é que nele já não determinem a anulação da prova, o que acho difícil?
Não há no regulamento da F-1 nada que preveja o que deve ser feito no caso de resultados manipulados ou fraudes em uma corrida, principalmente quando a fraude influencia a corrida de todos os pilotos?
Leonardo Barbosa, Amazonas
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Bom dia a todos,
discordo do Sr. Roberto Agresti em sua coluna Thick as a brick. O que Nelson Angelo Piquet (foto acima) fez em conluio com Briatore e Pat Syonds é bem diferente do que fizeram Senna x Prost, Senna x Berger, Schumacher x Hill, Barrichello x Schumacher, só para citar alguns atos desabonadores, simplesmente pelo fato de ser aberto, ou seja, todo mundo percebeu na hora o que aconteceu. Prost jogou o carro em cima do Senna e o Balestre se encarregou de terminar o serviço, Schumacher jogou o carro em cima do Hill, todo mundo viu, Senna retribuiu o agrado ao Sr. Prost em 1990 e todo mundo viu, Barrichello gentilmente tirou o pé do acelerador para Schumacher passar e todo mundo viu e fez sinal de negativo, o próprio Schumacher carregou a taça e a humilhação que passou diante da torcida, Senna gentilmente tirou o pé do acelerador para Berger ganhar no Japão, todo mundo viu e achou lindo um presente para o companheiro que foi o fiel escudeiro a temporada toda.
No caso do Piquet ninguém sabia, e alguns desconfiaram mas não acreditavam que seria possível um ato daquele.
Ao fim e ao cabo o ato é tão desabonador quanto, mas a forma como foi feita é que difere, pelo menos para quem assiste as corridas.
Fernando, São Caetano do Sul
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Conheço o site há vários anos. É impressionante ainda haver essa discussão Senna x Piquet com torcedores sendo chamados de viúvas…
Temos dois dos melhores pilotos da história, qual país não gostaria de ter Senna e Piquet? Agora um sujeito chamado Roberto Barbosa chega a fazer uma avaliação da vida de Senna dizendo que ele era infeliz e dizendo que Piquet é feliz, ora bolas quem ele acha que é para fazer tal julgamento?
É uma pena, temos uma grande quantidade de ótimos pilotos que passaram pela F-1 e não sabemos dar valor, aliás em tudo somos assim..
Abraços,
Ander, São Bernardo do Campo
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Só faltou contratar o Seu Madruga para ser o chefe de equipe!
Gustavo Gagú, Sete Lagoas
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Olá pessoal!
Gostaria de aproveitar o espaço e parabenizar todo o GPTotal, dizer que sou fã do Edu e festejar essa nova coluna que gosto tanto, a de Marcel Pilatti.
Confesso que não tinha visto nada igual em termos de notícia. Como tenho cotidiano muito movimentado e sou fã de F1 acabo não tendo muito tempo para acompanhar. Então, a coluna dele cai como uma luva, as notícias com um toque de crítica e de muito conhecimento. Gostei demais da coluna GP Brasil 2009.
Um grande abraço a todos! Continuem assim!
Samantha Buarque, Volta Redonda
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Se for realmente confirmada a ida de Rubens Barrichello para a Williams acho que ambos sairão ganhando pois Rubens ao lado de um novato certamente se destacará e nem é preciso falar sobre sua capacidade de ajustar o carro e ajudar na evolução do mesmo.
A Williams construindo um bom carro irá se beneficiar e muito do Barrichello e o mesmo irá nos proporcionar mais uma ótima temporada.
Leandro Giannettti Duarte, Londrina
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Olá Amigos;
Gostaria de parabenizar o Tiago pela coluna Massa, cuidado com vatapá! principalmente pelo seu trecho final, onde fala do investimento previsto de R$ 28 bilhões para as Olimpíadas do Rio.
É impressionante que como um país tem uma dinheirão desses, mas não têm metade disso para acabar com o caos da saúde, melhorar a educação, o transporte público, entre outras coisas necessárias, que todos os brasileiros sabem do que precisamos.
Desculpem, sei que aqui é para nos comunicar sobre a Fórmula 1, mas digo que estou muito indignado por isso. Lembre-se: o Presidente Lula sai da presidência o ano que vêm e ai, quem vai ficar com esta buemba nas mãos?
Abraços a todos
Neverson Antonazzi , Valinhos
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Quando vejo essa foto de Hockenheim, publicada na coluna do Tiago, penso: como podem ter acabado com esse circuito? Maldito Tilke.
Um abraço
Fabio Squassoni, São Paulo
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Mau negócio pra Massa a ida de Alonso. Se é pra ter um companheiro rápido, Kimi estava ótimo, pois é competente e não é centralizador. Massa vai ter muitos problemas com o espanhol, isso está bem claro.
Por falar em Massa, ele começou a fazer as mesmas bobagens de Rubinho e resolveu ficar falando besteiras. Dizer que ele devia ter sido o campeão de 2008 por causa do Cingapuragate é ridículo e beira a paspalhice. Foi a equipe que errou com a mangueira, Nelsinho não bateu na mangueira da Ferrari. Massa, cala a boca pra não se queimar à toa. Sempre admirei o fato de Felipe não cair nas galvanices globais, como fez o decano que briga pelo vice desse ano. Mas está começando a cair no jogo que só tem a perder…
Em relação ao fim do reabastecimento, vejo alguns imaginando que vai aumentar as disputas, mas tenho minhas dúvidas. É só puxar da memória que veremos que o abastecimento foi instituído justamente pra melhorar as corridas, pois estavam monótonas, já que os mais rápidos saíam na frente do grid, abriam e ninguém passava ninguém.
Com o reabastecimento foi possível os pilotos fazerem táticas diferentes e as coisas ficaram mais emboladas. O problema é que Schumacher, gênio que foi, ensinou como trabalhar com isso e se deu bem.
Em 2010 TODOS os carros sairão pesadíssimos e os melhores já sairão na frente do grid, sem surpresas e, provavelmente, sem ultrapassagens. Como é hoje.
Ou seja, a solução não é essa.
Emerson, Salvador
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Caro amigos do GPTotal
Gostaria de dar um pequeno aviso àqueles que ainda criticam e duvidam da capacidade do Rubinho.
Primeiramente, se ninguém sabe, ele foi o melhor 2º piloto da era Schumacher na Ferrari. Para alguns pode ser pouco mas, convenhamos, disputar em igualdade de condições com um gênio não deve ser nada fácil, além das inúmeras sacanagens que eu não preciso citar.
O grande problema é que o Rubens chegou no lugar certo (Ferrari) na hora errada. E outra: o Rubinho dá de 10 X 0 nessa molecada que está aí. Tomara que ele tenha um carro competitivo para o próximo ano, sem favorecimentos a A ou B.
Um grande abraço a todos.
Marcos Godoy, Embu
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Olá
Li a coluna Brasil 2003 do meu xará Lucas Giovani e concordo com ele a respeito de tudo o que aconteceu. Na época eu não acompanhava a Fórmula 1 como faço hoje. Antigamente eu apenas assistia ao GP da Austrália, que era o primeiro da temporada, para ver as novidades do ano, e depois assistia o GP do Brasil. O resto eu nem acompanhava.
E eu assisti do começo ao fim aquele GP de 2003. Para uma pessoa que não acompanhava a F1, aquele GP foi muito interessante e marcante. Uma das cenas que mais me chamou a atenção foi quando um dos últimos carros bateu na Curva do Sol e aí mostraram a quantidade de carros danificados que se acumularam do outro lado da barreira de pneus.
E aquela batida do Alonso então, que fez aquela baita bagunça na pista? Pelo piloto não ter se machucado muito eu posso dizer que foi uma das batidas mais espetaculares que já vi.
Foi uma pena o Barrichello terminar a corrida do jeito que terminou. Eu estava torcendo por ele e ele tinha tudo para ganhar.
Quando achei o vídeo com os destaques da corrida no YouTube – que acho que é o mesmo que aparece ali na coluna – fiz questão de salvá-lo imediatamente no meu computador e já o assisti várias e várias vezes. Queria encontrar um vídeo do GP na íntegra, pois adoraria assisti-lo de novo.
Enfim, uma corrida que dificilmente deixarei de lembrar.
Abraços e parabéns ao Lucas Giovani pelo texto.
Lucas Rodrigo dos Santos, Ponta Grossa
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Os boatos ganharam força, Raikkonen, Alonso e a Ferrari negavam tudo. Mas quando todos negam, é fumaça, e onde tem fumaça, há fogo.
Eu não botava fé que a Ferrari trouxesse o espanhol já em 2010, mas nas últimas semanas começou a vazar, Luca Di Montezemolo falando do interesse em ter Alonso, Steve Robertson (empresário de Raikkonen) falando que muitos contratos na Fórmula 1 terminam antes do firmado. E no último domingo, a praticamente confirmação, quando o diretor-técnico da Renault disse que sentirá falta do asturiano. Ontem veio a confirmação. Fernando Alonso será companheiro de equipe do Felipe Massa ano que vem.
O destino de Kimi Raikkonen será ou McLaren (mais provável) ou a Brawn. Aposto neste momento a equipe de Woking, depois que Norbert Haug disse que o nórdico seria recebido de braços abertos.
Com a ida de Alonso para a Ferrari, a dança das cadeiras vai começar a agitar. Kovalainen, bom de discurso e péssimo no cockpit, é quase certo que seu lugar no time prateado. Se ficar na Fórmula 1, provavelmente irá para a Williams. Junto com ele, outros cotados a ocupar os cockpits na equipe de Grove são Rubens Barrichello e Nico Hulkenberg. Robert Kubica pode estar a caminho da Renault, no lugar do Alonso, para fazer companhia a Romain Grosjean. A Brawn ainda não confirmou, mas Rubinho deve estar de saída. Jenson Button deve permanecer, e correr ao lado de Barrichello, Nico Rosberg ou Kimi Raikkonen (menos cotado). Rumores apontam que o finlandês já tem pré-contrato e deve voltar a McLaren.
Ainda tem os pilotos da Toyota, que começa a dar sinais de tirar o time de campo. Timo Glock, 2º colocado em Cingapura, está bem cotado, mas Trulli, dificilmente segue como piloto titular no próximo ano, assim como o compatriota Fisichella.
Muita água ainda vai rolar e muitas surpresas poderão acontecer.
Diego Wendhausen Passos, Florianópolis
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Faz tempo que o nome Dick Vigarista entrou para o vocabulário do automobilismo graças ao personagem trambiqueiro do desenho animado.
Dick perdia a corrida, mas não deixava escapar a chance de trapacear. Eu tenho pra mim que o personagem nasceu do cruzamento dos personagens do ator Terry-Thomas no filme “Estes homens maravilhosos e suas máquinas voadoras” e do personagem vivido pelo ator Jack Lemon no filme “The Great Race”, de 1964. O Dick apareceu primeiro naquele desenho da esquadrilha que persegue o pombo, que tem muito a ver com o filme sobre a corrida de aviões. O bico do carro do Dick Vigarista lembra o bico do carro do Professor Fate; o Muttley chega a lembrar o assistente do Professor, vivido por Peter Falk, creio. Enfim, uma curiosidade. As fotos foram obtidas na internet.
Em relação a Cingapura: RB trocou o cambio, arriscou-se no treino, achou o muro, largou só duas posições à frente de Button, Sutil fez o favor de abalroar Heidfeld entre os pit stops de Barrichello e Button. Agora Inês é morta e só o Sobrenatural de Almeida pra tirar de Button. Enfim pode acontecer, mas ficou muito difícil. No final da corrida até que deu uma esperança: o freio de Button fumou, mas, a exemplo de ex-mandatários, não tragou…
Caco Bocchi, São Paulo
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Olá gepetos
Embora continue sendo um leitor assíduo deste site, já faz mais de um ano que não escrevo comentário algum, me detendo a apenas ler o que os outros comentam. Dessa vez escrevo para compartilhar uma teoria particular, descrita abaixo:
A Mercedes comprou a Brawn e – finalmente – está de volta à F1 como equipe oficial. Essa ideia de retornar à F1 começou em 1993, quando, apoiando Peter Sauber – parceiro da montadora alemã no extinto Grupo C – surgiu a Sauber Mercedes.
O objetivo da Mercedes naquela época era que a dupla de pilotos fosse alemã. Para tal fim, desde 1989 a Mercedes apadrinhava, por meio do Mercedes Junior Team – no Grupo C, as carreiras de algumas jovens promessas do automobilismo alemão, entre elas Karl Wendlinger, Heinz Harald Frentzen e Michael Schumacher. Esses pilotos eram preparados não somente para o campeonato do Grupo C, mas para serem as estrelas alemãs da F1 (maiores detalhes sobre este assunto os leitores podem encontrar no livro Schumacher – A vida do novo campeão da Fórmula 1, de Timothy Collings). Por questões contratuais Schumacher permaneceu na Benetton e a dupla da Sauber acabou sendo formada por Wendlinger e Frentzen
Mas, vamos ao que importa: o fato é que praticamente em toda a sua carreira, Michael Schumacher trabalhou com Ross Brawn, levando-o consigo para a Ferrari em 1996. Agora que a Mercedes comprou a BrawnGP, novamente pretenderá ter uma dupla de pilotos alemães. Schumacher disse que não descarta um retorno à F1 e teria grandes motivos para fazê-lo pela Mercedes, já que a montadora o apoiou no princípio da carreira e ainda trabalharia novamente ao lado de Ross Brawn.
Ouso dizer que em 2011 a dupla da Mercedes será Schumacher e Vettel. Em 2010, provavelmente o segundo piloto será o Nico Rosberg, devido ao vínculo de Vettel com a Red Bull.
Vamos esperar pra ver. Obrigado gepetos
Elton da Costa dos Santos, Passo Fundo
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Concordo com o leitor Iron, de Belo Horizonte, em Leitores de 1/12/2009.
Por que não poder ter as duas – Fórmula 1 e Indy -, que são tão diferentes? Se este pessoal não fosse tão encalacrado (só perdem para os integrantes do Conselho Internacional da FIFA, aquele que se reúne e nunca muda as regras do futebol) poderiam sentar-se à mesma mesa e tentar uma aproximação.
Por que não o mesmo regulamento técnico? Geraria economia de escala e dinheiro para os fabricantes. O Fórmula Indy teria que ser mais pesado porque os ovais são mais exigentes (e as batidas mais fortes).
Tarcisio Frascino Fonseca, São Paulo
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Escrevo para desejar um ano novo de muitas coisas boas em 2010.
Aqui em Salvador, as provas acabaram em 1969 quando Antonio Carlos foi imposto como prefeito. Tínhamos um etapa do campeonato brasileiro de Marcas com Fuscas (imbativeis) Brasilias, Chevettes, Pumas (um pilotado por Lulu Geladeira patrocinado pela Sanave) além da Equipe Jolly SP com seus Alfas Romeos, e outras equipes superestruturadas, tudo disputado na Avenida Centenário.
De quatro anos para cá, o pessoal começou a correr de Fusca no barro e é o que temos agora além do kart que além dos pilotos pouca gente sabe o que é por aqui.
Ao ler a coluna do Agresti senti um frio na barriga pois em julho de 2010 vou participar de um endurance (farei vinte voltas) com um Fusca AP 2000 turbo no barrodromo, que após a temporada de 1982 (piloto revelação) no Kart, marca meu retorno às competições.
Tudo de bom.
Rafael Friedrich, Salvador
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Engraçado como os fanáticos patriotas sempre tentam puxar a sardinha para os pilotos nacionais. Muito interessante o ponto de vista do José Spinelli (RJ), que falou que, se alguém foi roubado, foi o Prost em 88, e não Senna em 90. Pois em 88 o Prost fez mais pontos que o Senna (105 x 94), mas perdeu o título devido à ridícula regra dos descartes. Enquanto que em 1989, o Senna utilizou-se de uma manobra ILEGAL após a colisão com o Prost, que foi o atalho que ele pegou para voltar a pista, até onde eu sei, se o piloto cruza uma chicane ele é penalizado, imagina então pegar um atalho que encurta a volta em 100 metros?
Francisco Públio Filho, Canoa Quebrada (CE)
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Sou fã de carteirinha do GPTotal!
Também sou fã da coluna de Marcel Pilatti, uma das minhas prediletas.
Continuem assim!
Grande abraço!
Djalma Camargo Neto, Jaguariaíva
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Interessante esta eleição da revista inglesa autoesporte, onde 217 pilotos elegeram os maiores pilotos da historia.
Em tese, estes pilotos entendem muito mais de automobilismo do que qualquer leitor comum. Mais uma vez colocaram o Senna como o melhor piloto da F1 de todos os tempos e uma vez que a F1 é a categoria máxima, é possível que ele tenha sido o maior de todos os pilotos de automobilismo.
Pelo o que ouvimos falar, o Ayrton tinha um poder de concentração, uma habilidade e uma determinação fora do comum. Sabia superar adversidades e embora tivesse uma personalidade reservada, sabia se impor no mundo ultra-competitivo da F1. Assim, parece que este destaque que ele recebe entre todos os pilotos não se deve a sua morte (morte de gente famosa costuma ignorar os defeitos e exagerar as qualidades).
Entretanto, não sei se ele foi o maior de todos não. Antes dele, alguns pilotos tinham de lidar com carros de F1 em situações ás vezes bem mais perigosas que as que Ayrton lidava em pistas mais desafiadoras. Mas tenho plena convicção que do tempo dele para cá, não houve nenhum piloto que sequer se aproximasse da sua extrema habilidade e velocidade. Infelizmente, muitos ainda insistem em dizer que o Schumacher ou o Prost foram maiores porque alcançaram números de vitorias ou títulos maiores.
O tempo em que Senna corria com Prost mostrava que ele era bem superior ao francês. E olha que Prost tinha muito favoritismo a seu favor. O que é ainda mais lamentável é o destaque que dão a Schumacher. Acompanhei a carreira do Alemão desde o começo e posso dizer que, embora fosse extremamente rápido, era também inconstante e às vezes evidenciava um caráter ruim pelo modo como pilotava. Parece que ele se sentia no direito de jogar o carro em cima dos outros e se julgava intocável, pois certamente contava com o apoio de grandes potencias financeiras, como a Mercedes, por exemplo.
Estas atitudes dele vão de encontro a qualquer imagem de humildade ou coleguismo que ele tenta passar. Schumacher não mudou ou melhorou ao longo da sua carreira, apenas se tornou cada vez mais falso. O Vetell lembra um pouco o estilo do Schumacher no início da carreira, mas parece que ele tem uma personalidade melhor, parece ser um cara na boa. O modo como Schumacher era favorecido na F1 chegou a um nível jamais atingido antes, superando muito o de Prost. Devemos respeitar a opinião dos outros, mas é triste quando alguns são levados apenas por impressões superficiais e disso formam uma opinião. Não culpo a estes, parece que o mundo esta indo neste rumo.
Tenho plena convicção de que não é possível aferir todas as qualidades que fazem de alguem o maior de todos os tempos. Mas tenho certeza que este piloto será aquele que superou os maiores obstaculos, com sua determinação e habilidade, sem precisar usar de apoio de outros para tornar as disputas injustas.
Não sei se foi Senna, Clark ou Fangio. Provavelmente o primeiro lugar esta entre estes três. O triste e saber que muito provavelmente nunca veremos grandes pilotos deste tipo correndo de novo, uma vez que atualmente o piloto se tornou apenas um detalhe nas competições e estes muitas vezes conseguem lugares de destaque devido a patrocinio, QI (quem indica) ou coisa parecida . O pior e que quando estes pilotos passam a correr, como eles enfrentam menos obstaculos que os de antigamente, jamais amadurecem como os outros e portanto nunca se tornam tão bons como aqueles antigos pilotos eram.
Não sou saudosista, sou jovem ainda. Comecei a acompanhar a F1 em 1991 e vi poucas corridas de Piquet e nenhuma do Emerson (não era nascido). Mas, pelo o que já vi, ouvi e li , tenho certeza de que o maior de todos os pilotos de F1 ficou no passado e nunca serah superado.
Costa Junior, Montes Claros
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Parece que agora a discussão sobre o melhor piloto teve um final, pois 217 pilotos de F-1 (inclusive, Schumacher e Hamilton) escolheram por votação os melhores entre eles e quem ganhou foi Senna, com Schumacher em 2º e Fangio em 3º. Emerson ficou em 12º e Piquet em 13°. Será que ainda haverá contestações?
Richard Hermann, Itupeva
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Curioso para todos os que insistem na versão de que Senna massacrou Prost. Por que, então, Prost, enquanto foi companheiro de Senna, SEMPRE fez mais pontos e só foi campeão em 88 pela regra dos descartes, com onze pontos atrás do frances (mesmo assim mérito para o brasileiro, um dos maiores pilotos de todos os tempos).
PS: Pole não ganha corrida nem da pontos.
Abraço a todos
Dyeison Martins, Canoas
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Senna x Prost, bons tempos da F-1… saudades
Em relação a corrida do Japão, foi uma grande pilotagem de Senna, entretanto algumas coisas interessantes aconteceram neste GP:
1 – Senna teve problemas na largada e teve uma recuperação muito boa, proporcionada pelo talento dele aliado a um carro infinitamente superior ao dos concorrentes – era um carro de outro planeta também, como a Williams de Mansell em 92…tanto que das 16 corridas da temporada, 15 foram vencidas por essa McLaren em 1988;
2 – Caiu uma leve garoa durante a corrida, suficiente para o peixe-fora-dágua-mor Prost se atrapalhar durante a prova e perder segundos preciosos;
3 – Para ajudar o francês, seu carro apresentou problemas de câmbio, durante a prova, que impossibilitaram qualquer chance de reação posterior.
Portanto, apesar de ter sido uma grande prova de Senna, não considero como uma das suas melhores pilotagens, por causa das situações 1 e 3. A garoa não pode ser usada como desculpa por Prost, que era reconhecidamente incompetente debaixo dágua.
Exemplo de prova sensacional de Senna foi Donington 93, onde, com todos os carros nivelados por causa da forte chuva, Ayrton deu show. Barrichello também deu show com a fraca Jordan, mas o destino quis que ele não completasse a prova, ficando a pé a poucas voltas do final.
Arnaldo de Souza, Paraná
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Saudações a todos os GPTos
Lendo as cartas e matérias no site, quase sempre vejo um comentário sobre Donington 1993 e a 1ª volta mágica do Senna.
Concordo que aquela volta foi simplesmente espetacular mas, se não me engano, o Barrichello naquele mesmo GP passou, se não a mesma quantidade, um número maior de adversários que o Senna. Alguém poderia me tirar essa dúvida.
Abraços
Manoel Vales Junior, Rio de Janeiro
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Olá Gepetos!
Só queria dizer que foi, mais uma vez, muito bom poder acompanhar os debates, as opiniões e, principalmente, o conhecimento sobre automobilismo dos leitores e colunistas do GPTotal.
A todos, um Feliz Natal e um 2010 cheio de coisas boas!
Abraços
Marcos, DF
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Adorei tudo.
Ana Beatriz, Rio de Janeiro