Mais mensagens dos leitores do GPTo nestes nossos 25 anos, aqui algumas das recebidas em 2010.
Abraços e agradecimentos a todos
Edu
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Caro Wladimir,
Seus argumentos são frágeis. Você já ouviu alguém, campeão de qualquer coisa, ser chamado de azarado?
Quer dizer que alguém que tem como característica se colocar sempre entre os seis primeiros no grid de largada e terminar a prova é um sortudo? Que culpa tem um piloto se seu companheiro de equipe quebrava? (então era um brasileirimho contra o mundo?). Que culpa tem o piloto, se um outro piloto de outra equipe, tem quebras estranhas e ele vence o campeonato por 20 pontos? Que culpa tem um piloto se uma OUTRA equipe, que está disputando o título chama o piloto aos boxes por medida de segurança e ele tinha acabado de trocar o dele? Que culpa tem o piloto de estar na equipe certa, na hora certa em que um carro de outro planeta tinha sido deixado pelo Mansell a disposição e ele pegou?
Agora, utilizando seus mesmos argumentos, vamos lá:
Em 84, esse piloto sortudo segundo você, se não tivessem terminado um GP de Mônaco na volta em que terminaram, teria chegado em 3º, marcando 4 pontos e seria Campeão, mas perdeu o título por 0,5 ponto graças a esta corrida. Antes que você pense que o vencedor deste GP seria o piloto brasileiro, informo que seria o alemão Stefan Bellof, com um Tyrrell. Todas as telemetrias e tempos de volta já demonstraram isso e já foi até coluna e posts aqui no Gepeto.
Em 88, o piloto campeão fez 11 pontos a menos que o vice! Isso não é sorte, é regulamento, não é?
Em 72, o piloto campeão chegou a Monza e seus dois carros capotaram com o caminhão da equipe, que trouxe às pressas um terceiro chassi e o monta. Seu principal adversário se coloca na 1ª fila e na volta de alinhamento, seu Lotus tem um vazamento no tanque, que é consertado as pressas e sem teste. Na largada, seu adversário quebra a embreagem e todos os que estão a sua frente quebram, ele vence, é campeão mundial e nas duas provas restantes, quebra e seu adversário vence. isso é normal? Competência, né?
Em 91, o piloto campeão teve a competência de ver seu adversário ter problemas na parada de box em uma prova que liderava, e na Hungria, liderando novamente, a porca que segura a roda traseira esquerda se solta logo depois do pitstop, o carro quebra e o piloto brasileiro vence o campeonato. isso é competência, sorte jamais.
Em 87, um piloto brasileiro, nos treinos em que era mais lento que seu opositor, o vê sofrer um acidente e ficar automaticamente alijado da disputa do campeonato, já entrando na prova como tri-campeão, isso provavelmente seria merecimento? Sorte? Isso é coisa de piloto francês que sempre marca pontos.
Em 99 um piloto foi campeão porque o melhor de todos se acidentou e perdeu cinco GPs por conta de uma perna quebrada. Provavelmente você escreveria: bem feito pro Dick Vigarista!
Em 2007, o piloto líder do campeonato, na penúltima prova, atola na entrada dos boxes, na brita molhada, perdendo a prova e a vantagem enorme que tinha e na ultima prova aperta um botão do Volante errado, permitindo que o adversário seja campeão, mesmo tendo 5 pontos de vantagem antes deste GP. sorte do finlandês?
Em 2008 o mesmo piloto, até faltarem 800 metros para terminar a prova era vice, mas uma chuva que caiu 20 segundos antes o fez campeão a menos de 20 segundos do término do GP. Sorte? Claro, Campeão azarado não existe.
Tudo isso é tudo, menos sorte, mas se isso tivesse acontecido com o segundo maior vencedor de GPs da história só poderia ser sorte.
Sorte, meu caro, é para quem é vencedor e campeão.
Renato Paulo, Belo Horizonte
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Amigos Diego e Wladimir Sales,
Apenas algumas colocações sobre seus posts, vamos lá, como não estou lendo suas colocações agora, vou faze-lo de cabeça tentando me lembrar do que li. Me desculpem se misturar ambos os posts:
– Chamo Mansell (foto que abre esta coluna) e Hamilton de LIXO, porque na minha modesta opinião, os dois JAMAIS poderiam ser colocados no lugar onde foram postos, à frente de pilotos bem melhores que eles. Ao Mansell então, é ridículo, pois só andou bem na Williams, quando esta tinha um canhão nas mãos e sua participação na Lotus e na McLarem foi pífia, só vencendo em Groove. Hamilton é um excelente piloto, mas JAMAIS poderia ficar na colocação que o puseram, essa é minha opinião.
– Com relação aos períodos que o Senna passou em sua casa de Angra, não é falácia, amigo, é verdade, pois de 1988 a 1993 ele não fez nenhum teste de inverno e se você tem duvidas, apenas procure um arquivo jornalístico da época e confirmarás que depois do trabalho na neve e no frio, o Berger sempre vinha para Angra e eu sempre via o Senna correndo em seu exercício matinal em janeiro, logo o que estou lhe escrevendo se deve a minha lembrança em vê-lo se exercitando.
– com relação a acertos, o Ayrton não era forte. Era excepcional em ler a telemetria, o que o tornava melhor em descobrir coisas sobre o motor, mas fazer o carro ficar de seu jeito, ele mesmo confirmava que não era seu forte. O Osamu Goto era o homem da Honda responsável pelos motores e depois foi para a Sauber sendo responsável pelos motores Ferrari e que ele falou era que o Ayrton lia telemetria como poucos (os chassis eram de responsabilidade do Neil Oatley, de quem o Ayrton nunca gostou e nos mais de sete carros que projetou, apenas no MP4/8 acertou. O MP4/4 que deu o primeiro título ao Senna e foi um dos melhores F1 jamais construídos, era um projeto do Gordon Murray e de Steve Nichols).
– O Decarouge falou a mesma coisa que o Goto disse, pois nunca conseguiu projetar um F1 bom, fez parte da Ligier de 80, mas uma mudança feita por ele eliminou a chance do Lafitte ser campeão ao trocar uma asa de fibra por uma de alumínio. Não se esqueça que o Ayrton, quando venceu de Lotus, o fez porque era rápido e o motor Renault era o mais potente da F1, a ponto de em Silverstone 1985, estar a poucas voltas da vitória e ver a mesma acabar nas mãos do Prost porque o canhão bebia muito e quando foi filmado chegando ao motorhome, quase quebrou o capacete com a porrada que deu na bancada e a TV mostrou isso. O Decarouge fez um ÓTIMO carro de corrida: Matra 670 Le Mans, só isso, em 1988 recebeu um motor Honda igual ao da McLaren e fez o Lotus 100T, uma bomba.
– Na Toleman, o Senna andou onde tinha que andar, porque o chassi era do Rory Byrne, projetista de todos os F1 que deram títulos ao Schumacher, desde a Benneton (ex-Toleman). O fato de andar mais que o Cecotto não era nada de mais e é bom lembrarmos que o D. Warwick em 83 andou muito com este carro (o de 1984 foi uma evolução do TG 183), tendo liderado o GP da Inglaterra, mas o motor Hart não dava para o gasto.
– O fato de preferir o Prost ao Lauda, não me diz nada, pois é apenas minha preferência. O Prost sempre foi rápido e, assim como todos os pilotos, queria ter o melhor carro do grid, logo como foi colocado, em 93 ele tinha o melhor carro do planeta, expressão utilizada pelo Senna, que desejava tanto o carro e que por isso não aceitou a proposta do Todt, indo para a Williams. Em 97 o Schumacher aceitou o que o Senna não quis e fez tudo aquilo que hoje reclamam dele: contratou todos os melhores da F1 para a Ferrari, a começar pelo Rory Byrne.
Sorte para ganhar títulos apenas os Campeões têm: Fittipaldi, meu preferido em 72, quando o Stewart queimou a embreagem na largada (essa foi a primeira prova de F1 transmitida ao vivo para o Brasil e eu vi); James Hunt, quando o Lauda se acidentou em Nurbugring, Hamilton, quando a chuva chegou um minuto antes, Raikonnem, quando o Hamiltom atolou na brita da entrada dos boxes e apertou botões errados (ficar na frente de um monte de gente é um LIXO), O Mansell, preferido da equipe, bater em Suzuka na última prova… Hakinnem quando o Schumacher quebrou a perna e sobrou o Irvine para ele jantar.
Podemos listar mais alguns, meu caro Wladimir, sorte é para os campeões, mas antes se precisa ser competente e o Prost era, gostando-se ou não dele.
É isso Diego e Wladimir, apenas minha opinião, que não tem que ser nenhuma verdade, a não ser pra mim, o que me basta. Agradeço, Diego, a lembrança pela coluna e não me sabia algo importante, mas fico, lisonjeado, realmente. Não leve em consideração de verdade o que acho, leve em consideração que isso é apenas minha opinião.
Um abraço aos dois,
Caíque, Rio
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DESPEDIDA DOLOROSA
Atendendo ao Sr. Marcelo Kozak de Curitiba, o último artigo que escrevi, junto com essa mensagem, são minhas últimas palavras aqui, neste simpático site, que realmente empolga com sua democracia.
Caro Marcelo Kozak, gostaria apenas de saber por que o Sr. é tão preconceituoso e antiquado? Apenas falo o que penso sobre Fórmula 1. Repito, sobre Fórmula 1. Repito: sobre Fórmula 1.
Uma vez ou outra tentei corrigir companheiros, por ter uma informação a mais naquele momento. Em muitos casos fui corrigido também. Não vejo nenhum problema nisso. Nunca tentei ser dono da verdade e jamais fui prepotente. Nunca, repito, nunca fiz nenhuma referência agressiva ao Sr. e por esse motivo não mereço suas palavras agressivas e totalmente contestáveis. Eu falo de Fórmula 1, nada mais. Digo o que penso, e, até onde sei esse é o princípio de artigos abertos, como os que temos acesso aqui, no GPTotal. Você deveria me esquecer e escrever algo produtivo.
Não mais enviarei nenhum texto para o site. Sei que é um pouco de covardia de minha parte mas prefiro assim. Gostaria apenas que os amigos fizessem uma análise sobre meus últimos textos, especialmente sobre o último, já que o agressor fala que há um ano não frequentava o site. Por favor, vejam se tem algo demais lá!
Do que você discorda do meu último texto Sr. Marcelo Kozak? Já que há um ano não entrava aqui no GPTotal, por que meu último texto despertou no Sr. sua ira militar, conservadora, digna dos políticos coronéis? Só falei de Fórmula 1, ou não? Repito: eu falei sobre Fórmula 1, ou não? No que lhe ofendi? O que lhe falei de tão grave? O sr. realmente leu meu texto?
Grande abraço
Firmo Neto, Recife
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Sou, como milhares ou milhões de pessoas, apaixonado por corridas, em especial a F1. Evito discutir ou fazer comentários sobre preferência, sobre este ou aquele piloto, com pessoas que não conhecem a história da F1. Não sou um especialista mas também não sou bobo. Hoje, quero fazer um comentário sobre a opinião do amigo Francisco Públio Filho, em dizer que o Senna usou de uma manobra ilegal no acidente em Suzuka.

Já foi comprovado em simulação de computador e até na própria imagem que o Prost fechou o Senna já sabendo do resultado (foto acima). Concordo que o piloto que cruza a chicane tem que ser penalizado mas o Senna não a cruzou de propósito; ele não bateu de propósito. Vocês imaginam o que aconteceria com o Prost nos dias de hoje, quando o piloto não pode nem encostar no outro, que já é penalizado ou julgado? Entendo que preferências são preferências mas fatos são fatos e contra fatos não há argumentos.
Outro amigo disse que o Senna não era acertador de carros. Será que os engenheiros estavam mentindo nas declarações que eu assisti? Será que foi sorte as pole positions que o Senna fez? Será que foi mentira aquela vitória em Interlagos 91, só com a sexta marcha? Será que eu não ouvi bem (eu estava em Interlagos naquele dia) o motor do carro, nas saídas de curvas, com o RPM baixo, devido a falta das marchas menores? Será que eu não ouvi bem, em Interlagos e na captura de som da TV o Senna queimando embreagem para aumentar as RPM na subida da reta dos boxes? Será que eu não vi nas ultimas voltas, pela televisão, ele não mudando as marchas?
Fatos são fatos!
Abraços
Marcelo Carlos Boldino, São José do Rio Preto
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Gostaria de dar os parabéns à coluna de Marcel Pilatti que conta grandes feitos da carreira do lendário Schumacher.
Como leitora frequente do GPTotal e torcedora de carteirinha do alemão fiquei muito feliz. Continuem assim.
Karen, Belo Horizonte
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A última coluna do Agresti foi perfeita. A F1 dos últimos 20 anos está muito chata e assisto cada vez menos e antes não perdia uma corrida. Muita tecnologia e pouca pilotagem pura. Por esta razão, assisto WRC. Ali sim temos o prazer dever pilotos de verdade com carros de verdade. A F1 precisa de menos tecnologia e mais simplicidade para termos o prazer de assisti-la e os pilotos dominarem seus carros como antigamente. Quem não sente saudade de um Opala ou um Dodge saindo de traseira nas curvas?
Abs
Milton Eller, São Paulo
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Sensacional a coluna do Marcel Pillati, sobre As 7 maravilhas do Schumi, assim como ele já havia feito com As 7 maravilhas do Senna, de 21 e 23/2/2007. Como são inevitáveis as comparações entre os dois grandes gênios da F1, vou dar só um pitaco:
No período em que correram juntos (entre 1991/Bélgica até 1994/Imola) Senna e Schummy disputaram sim grandes corridas e, com exceção de 91, quando o McLaren era superior ao Benneton, em 92 e 93 o carro da Benetton eram superior ao McLaren Ford, e em 94 acredito que o Senna viraria o placar. Nas 2 primeiras corridas, 2 vitórias para o alemão e 2 poles para o Senna. Mas, enfim, o acidente na pista em que o Senna dominava (7 poles consecutivas!) e lhe tirou a vida e nos privou de ver, provavelmente a maior e mais espetacular disputa entre dois pilotos de F1.
Vamos, então, por período:
1991 – Senna tricampeão, Schummy um estreante, mas já demonstrando que tinha muito talento, sendo questão de tempo para se firmar entre os melhores.
1992 – Senna sofre com McLaren Ford, cerca de 80cv menos potente do que os Benetton Ford de Schummy. Senna consegue 1 pole e 3 vitórias e inúmeras falhas e Schummy consegue sua 1ª vitória e bons pódios, que o garante em 3º no campeonato, com Senna em 4º.
1993 – talvez o melhor ano de Senna na F1, com equipamento inferior as Williams de Prost e Benneton de Schummy. Consegue 1 pole, 5 vitorias (2 sensacionais vitórias, como GP Brasil e Donnington, que é considerada por muitos especialistas, ex-pilotos etc. como uma das melhores performances de um piloto de F1 de todos os tempos). Termina o ano como vice-campeão. Schummy conquista 1 vitorias e bons pódios, terminando em 3º lugar no campeonato.
1994 – Senna consegue 3 poles em 3 corridas e perde a vida na fatídica Tamborello, interrompendo uma carreira fantástica e vitoriosa de um dos maiores pilotos da historia da F1, e também nos privando do duelo entre Senna e Schummy. Ele vence as 2 primeiras corridas, e também a corrida em que Senna perde a vida.
Acho que dá pra ter uma ideia desses 2 gênios neste curto período; Senna x Schummy a partir do GP Belgica em 91 até Imola/94:
– vitorias 10 (2 em 91, 3 em 92, 5 em 93) x 4 (1 em 92, 1 em 93 e 2 em 94)
– poles 8 (3 em 91, 1 em 92, 1 em 93 e 3 em 94) x 0
Eu sei que esta comparação simplifica muito, mas ao menos enquanto correram juntos, Senna foi melhor! E depois de Senna, sem duvida Schummy foi muito superior a todos, talvez apenas Hakkinnen e Alonso possam ter dado algum trabalho ao alemão.
Não vejo a hora de começar a F1 2010. Quero ver como o Schummy vai se comportar depois de 3 anos afastado. Acho que a molecada vai ter q corre muito…
Abraços a todos e parabéns pelo site. Adoro ler histórias antigas sobre automobilismo, pilotos lendários e pistas.
Sandro, Diadema
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Bom dia amigos do GPTotal
Concordo plenamente com o comentário do amigo Fabio Filo, Serra (ES). O Schummy (foto acima), reconhecidamente um grande piloto, não pode ser comparado à época de Senna e Prost, onde a maioria do grid tinha talento de sobra. Como o amigo mesmo comentou, Hill, campeão mundial, naquela época ia ser devorado. O tempo era outro, a tecnologia era outra.
Abraços
Daniel Rinaldi, Petropolis
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Quero falar sobre o Shumacão. Vou expor a minha opinião independente se vão gostar ou não.
Meus critérios para afirmar um grande piloto são o equipamento e seu adversários. Senna, Fangio, Lauda, Piquet, Prost, Stewart, Fittipaldi, Farina, Clark, esses sempre tiveram grandes adversários. Shumacão teve Damom Hill – que, para mim, foi o mais fraco campeão do mundo -, Villeneuve, Montoya, Barrichello e Hakkinen e não podemos esquecer que duelou com o seu fraquíssimo irmão Ralf! Sério mesmo: imagina Senna correndo contra estes adversários? Ou Piquet ou Stewart, até mesmo Prost! Não tem nem comparação…
Shumacão tem talento, é claro, mas essa história de melhor de todos os tempos isso é conversa para boi dormir.
Fabio Filo, Serra (ES)
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Gostaria de dizer em resposta a alguns leitores aqui do site sobre essa história do Barrichello dizer que será campeão do mundo.
Pelo o que tenho lido, essa informação já foi desmentida pelo próprio Rubinho que disse ter sido mal interpretado. A última informação que se tem na imprensa diz que ele está se sentindo bem na equipe e fisicamente, ou seja, ele sabe do carro limitado que ele possui esse ano. Acho que por não terem o que fazer, começam a escrachar o coitado do nosso piloto que já está a tanto tempo no ponto mais alto do automobilismo mundial, já pensaram nisso?
Quantos pilotos não conseguiram terminar nem sua temporada de estreia? Talvez se fossemos menos influenciados pela TV Globo teríamos um pensamento diferente quando vemos Massa
pau de Schumacher, Raikkonen e Hamilton.
Juliano Bertoncini, Londrina
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Agresti
sua última coluna está impecável!
Você tocou em pontos que eu particularmente não havia atentado. Em relação à apresentação da Hispania, uma pobreza de doer! Realmente foi a primeira vez que vi os pilotos sem uniforme da equipe e em relação à segurança, foi o que achei o mais grave, muito bem lembrado. E se esse carro soltar uma peça e atingir alguém? Basta lembrar que o carro da Virgin nos testes soltou o bico. Parabéns por mais esta coluna.
Thiago Caires, Montes Claros
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A APOSENTADORIA DA APOSENTADORIA DO SCHUMACHER
Schumacher aposentou sua aposentadoria. Ah! ele pode. Mas o coitado do Rubinho não pode, tadinho: o Brasil inteiro torcendo para ele – torcendo para ele se aposentar, claro -, e nada! O cara continua lá e, novamente, disse em bom português que ainda vai ser campeão do mundo. Sei. Eu também disse para uma ex-namorada minha que sim, claro querida, óbvio que um dia a gente, argh (!), casa… Era só o tempo para eu concluir o meu curso de harpa, que estou para começar logo, cumprindo assim uma promessa feita para minha querida vovó, quando ela ainda habitava o mundo terrestre aqui junto da gente (um amigo meu me contou que um curso desses completinho não leva mais do que parcos 24 aninhos).
Tudo correu maravilhosamente bem até o dia em que ela resolveu perguntar (por que mulher tem sempre que perguntar tanto, hein?) a já citada (para vocês, obviamente não para ela) duração do tal do curso de harpa. Acredita que ela perdeu a paciência e prontamente me deixou sozinho e abandonado? Tenho lá eu culpa se ela é apressadinha? Ainda mais com um assunto tão sério como é o casamento! E pense que a gente mal se conhecia quando isso aconteceu: pouco mais de apenas cinco aninhos de namoro haviam sido completados apenas até então!
Mas falando em casamento, tenho cá para comigo que foi exatamente isso que fez o Schumacher tirar o pijama de bolinhas, o gorro com pompom e a pantufa fofinha, macia e quentinha que imita um pé de galinha. Aliás, tenho uma amiga que tem umas dessas iguaiszinhas as do Schumacher, mas que não gostou muito e abriu um discurso conservador, moralista e legalista no dia que eu tentei tirar essa pantufa fofinha, macia e quentinha do seu pé, sabia? (Ok, digamos que talvez eu tenha tentando convencê-la a tirar o pijama também, assim como mais algumas peças que ela vestia por baixo.) Aí¬ ela veio com aquela conversa tí¬pica de que não, não mesmo, nem pensar, somos amigos e eu não quero estragar nossa amizade e depois como eu vou conseguir olhar para você? Ora bolas, com os olhos!
Mas, voltando, onde eu estava mesmo? Ah sim: seu casamento, não o seu, prezado leitor, o do Schumacher, foi o responsável pela aposentadoria da sua aposentadoria, só pode ser! Acompanhe meu raciocí¬nio.
Eu descobri, graças a minha grande e eficiente rede de contatos, que o Rubinho Barrichello fizera também exatamente a mesma promessa que eu, lembra? Aquela lá do comecinho do texto. Cansada de tantas promessas não cumpridas a respeito da conquista do tão sonhado tí¬tulo mundial da F1, a torcida brasileira finalmente criou coragem e colocou Rubinho contra a parede: afinal de contas, esse tí¬tulo vem ou não vem? Acuado e pressionado, tal como eu naquela ocasião a respeito do meu, argh (!), casamento, Rubinho não viu alternativa senão a velha, boa e infalível desculpa do curso de harpa! Foi isso, pimba! É tão fácil de perceber e ninguém percebe, caramba! Rubinho, com mí¬seras 17, 18 temporadas na F1, um novato ainda, mas já totalmente pressionado pela torcida (sem razão, tadinho!), promete que agora, em 2010, montado então sobre a cavalaria de um legí¬timo Williams (carro que deu um tí¬tulo para o Piquet, mas que também deu uma lápide para o Senna), finalmente ele começaria seu tão desejado, sonhado e aguardado curso de harpa!
Claro que Schumacher não ouviu e mesmo que tivesse ouvido isto, frio do jeito que é, não daria bola. Mas mulher percebe essas coisas, claro que percebe, e ainda faz contas bem melhor do que nós, homens fúteis e desligados. Sra. Schumacher percebeu o tamanho da trama do Rubinho e alertou o alemão: com mÃíseras 17 ou 18 temporadas na F1, Barrichello finalmente parece estar pronto para começar seu curso de harpa. Some aÃí então mais umas 24 temporadas (o tempo do curso, lembra?) às 17 ou 18 já disputadas… Já percebeu, não?
Sim, isso mesmo: a verdade então se revela aos olhos de todos e pronto! Daqui a 24 anos o Rubinho, depois de concluir o curso, vai cumprir a promessa de ser campeão mundial de F1! Schumacher não aguentou a pressão de pensar que todos os seus recordes poderão então ser pulverizados! Então aposentou sua aposentadoria, claro! Fica óbvio que Schumacher foi salvo graças ao fato de ser um homem casado, e isso me faz repensar toda minha vida e começar imediatamente meu curso de harpa!
Jeff Reinholds, Curitiba
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Edu
Se já não bastasse chamar a Red Bull de RBR, e a Toro Rosso de STR, a Globo agora inventa de chamar a Virgin de VRT, é mole?
Quanto à corrida, parece que a ordem a Ferrari a Massa decorreu o sobreaquecimento apresentado por seu carro, fato confirmado pelo próprio piloto em entrevista. Assim, parece que não foi sacanagem nenhuma. Quanto às ultrapassagens, as opiniões dos pilotos após a prova, principalmente Schumacher e Alonso, demonstram que serão raras ao longo do ano, ou seja, mais um tiro da FIA que sai pela culatra.
Josilmar, Dois Vizinhos
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É, meus amigos!
A F-Indy aqui no Brasil até que me pareceu uma ideia interessante. Foi bom ver o pessoal da Indy penando num circuito complicado, com direito a muitas reviravoltas na corrida, muito diferente do GP de Barein que só teve o tilt no carro do Vettel no final da corrida. Bom, espero que ano que vem os chefões da Indy repitam a dose em Sampa! Seria bom, né?
No mais, espero que a F1 não pague tão caro quanto os pilotos imaginam com relação ao fim dos abastecimentos, e que as próximas corridas tenham emoção!
Até mais!
Carlos Alberto Chamone de Freitas, Beagá
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Hoje, 1º de maio, faz 16 anos da morte do tri-campeão Ayrton Senna.
Parabéns pelo excelente conteúdo do site.
Alfredo Silveira, Fortaleza
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Prezado Eduardo Correa e equipe:
Mais uma vez parabenizo-os pela excelente qualidade mantida há tempos nos textos e matérias do site, motivo pelo qual não deixo de ler e recomendo, sempre que possível, a amigos e colegas.
É inegável que nos últimos anos muito se exalta a evolução tecnológica dos carros de Fórmula-1 em detrimento da habilidade e perícia humanas (pilotos), e, não raro, ouvimos e lemos aqui e ali, frases do tipo: “antigamente é que realmente o piloto fazia diferença… Hoje é muito fácil… Basta apertar botões… ” etc.
Cria-se portanto, compreensivelmente, o debate que busca aferir até que ponto pode-se conceder os louros da vitória aos méritos do piloto ou aos recursos da máquina, e é exatamente nesse ponto onde, invariavelmente, surgem defensores da tese de que as conquistas dos tempos de alavanca de câmbio, “punta taco” e curvas “caranguejadas”, eram muito mais difíceis que as do tempo do controle de tração, câmbio automático, computadores, etc.

Nem de longe tenho a presunção de ocupar o lugar de alguém que possa sentenciar a veracidade de tal teoria, mas, lembro-me de ler e assistir a uma entrevista do tri-campeão Nelson Piquet Souto Maior (foto acima), esse sim, acredito possuir predicados suficientes para que se leve suas opiniões em consideração, onde ele dizia que, em sua opinião, nos seus tempos (sem tecnologia embarcada), as vitórias eram mais fáceis que hoje, justamente por que dada a precariedade da máquina, o piloto levava o carro ao limite em apenas parte da corrida, zelando pelos componentes de toda natureza (pneus, suspensão, motor, câmbio, etc.), destacando-se, num conjunto de resultados, o piloto que melhor equacionasse velocidade x conservação do equipamento, e, em momentos pontuais, brilhavam demonstrações isoladas do piloto, numa ultrapassagem mais ousada, numa freada dentro da curva, etc., onde, literalmente, via-se o carro tocar seu limite de aderência, estabilidade e tração.
Já no cenário atual, contudo, justamente devido a todos os recursos disponíveis, segundo ele, o piloto é obrigado a conduzir o carro no seu limite desde o momento da largada até a bandeirada final, exigindo, segundo ele mais uma vez, muito mais perícia, concentração, reflexos e tudo o mais do piloto, tornando-o cada vez mais parecido com uma máquina que não comete erros nem se distrai.
Ratifico não possuir conhecimento suficiente, e nem os ambicionar, para sentenciar, mas gostaria de ver ambas teorias comentadas pelo Eduardo Correa e leitores.
Um fraternal abraço a todos, e tomara que o Brasil vença a copa!
Fábio Pacito, Presidente Venceslau
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Putz!
Não conhecia este site. Belo achado! Bom pra curtir, participar e fora da mesmice dos que comentam a F1. Parabéns a todos. Estarei atento e se puder presente.
Bom. Muito bom
Marcelo, São Paulo
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Realmente foi fantástica a coluna Dois imortais em duas horas, do Marcio Madeira, com carros lindos e circuitos desafiadores e não como certas pistas de autorama como vemos hoje em dia.
Quanto a errônea correção do sr. Mauro Santana, de Curitiba, na disputa por penaltis entre Brasil X França, quem se equivocou foi o mesmo, haja vista que Josimar nem relacionado para realizar cobrança foi, e sim o atabalhoado Julio Cesar, que deu um chute horroroso na trave e Sócrátes que perdeu o primeiro pênalti, tentando enganar o goleiro com uma paradinha com estilo Seu Madruga, o que logicamente não aconteceu e infelizmente fomos derrotados.
Um grande abraço a todos.
Waldir Miranda Junior, Rio de Janeiro
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Primeira vez escrevendo ao site, para responder à pergunta do folclórico dito jornalista Firmo Neto, sobre o motivo de Schumacher estar levando pau do Rosberg.
Firmo Neto, o motivo pelo qual ele está apanhando do Rosberg é porque o gênio pra levar pau de companheiro, tem que continuar vivo até os 41 e resolver voltar depois de 3 anos parado. Há quem morre no auge, isso não acontece. Este raciocínio vale em qualquer esporte, inclusive na vida. Hoje tenho 65 anos, tenho minhas limitações, mas não impede que quando tinha 20 tenha conseguido ejacular a 7 metros de distância, em 2 jatos seguidos.
A vida é assim, meu jovem, Um dia acontece a você, apesar de que não acredito que você seja o melhor no que faz, seja lá o que for.
Abraços!
Paulo Nilton, Belém
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Na Fórmula 1 de hoje, um bom piloto de kart Sexpeed, com um pouco de treino, também anda. Tem que diminuir a eficiência dos freios – que parecem ter ABS – e voltar ao câmbio sequencial dos anos 80. Deste jeito que está, os carros de F1 são muito fáceis de pilotar
E quanto aos novos circuitos, não existem pontos de ultrapassagem porque os carros freiam sempre no mesmo lugar e os motores estão todos no mesmo limite um dos outros.
Valdir, piloto de kart, São Paulo
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Olha… foi um dos textos mais lindos que já li neste portal!
Sinto-me honrado por ler Viagem Insólita – Parte 1, esta maravilha do Lucas Giavoni.
Obrigado, Lucas. São textos assim que me atiçam o interesse!
Abs
Rolemberg, São Paulo
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Tem sido muito legal ver os textos dos colegas Gepetos que, como eu, se emocionam sempre ao verem a Lotus JPS 72D. Principalmente quando ela é pilotada pelo seu maior artista, o grande Emerson Fittipaldi. Sinceramente, acho que nunca houve um carro tão perfeito (competitivo, vencedor, ágil em qualquer pista e sobretudo BONITO) na Fórmula 1, e em mãos tão boas.
Uma combinação perfeita. Exceção feita a 1971 (vejam como a mudança de pneus faz diferença! Se não me engano, além da vinda dos GoodYear, aquele também foi o ano da adoção dos slick), o 72 foi campeão de pilotos em 70, 72 e, quase, em 73, ano em que a Lotus foi campeã de construtores! Ou seja, praticamente quatro anos de domínio de um mesmo chassis, que ainda correu em 1974 e 1975…
Definitivamente, um outro tempo.
O 72 passou pelas mãos de Rindt, Peterson, Ickx… Mas ninguém o teve com tanta maestria como Emerson.
Abraços a todos!
Humberto, São Paulo
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Não sei quanto a vocês, mas eu que assisti F1 desde os meus 8 anos, não sei mais o q é F1.
Por que não refazer um outro Jacarepaguá, só que com uma reta oposta um pouco maior? Ai gostaria de ver se existe ainda uns caras como Alan Prost, Mansell, Lauda, Arnaux, Villeneuve, Senna e Nelson Piquet, o maior de todos.
Abraça a todos os amantes da velocidade.
Claudio Peixoto, Rio de Janeiro
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Maravilhoso o filme sobre Senna! Mas porque tanto tempo depois?
Todos sabemos que nessa época ficamos órfãos na F1. Abandonados sem informes, sem mídia especializada. Quem é desse tempo sabe o que estou falando… Nessa mesma época, foi lançado um livro sobre a F1: Pela Glória e Pela Pátria, de autoria do Edu, que teve seu lançamento retardado para inclusão do capítulo sobre Ímola-94.
Tenho algumas matérias que descrevem corridas de F1 que pareço estar assistindo-as (55, 67, 71, 76, essa eu assisti), assim como a Revista Quatro Rodas editava um suplemento com fotos maravilhosas das corridas do mês e depoimentos de vários pilotos que descreviam como tinha sido para eles toda a corrida.
Que pena! Não vejo mais isso, apesar de todas as formas de informações. Sinto falta de alguém próximo aos pilotos extraírem algo de verdade e não aquela ladainha que os contratos exigem que digam… Vou para por aqui. Obrigado por vocês fazerem esse digno trabalho/prazer de manter os giros lá em cima. Valeu!
Tenho um álbum de F1 com figurinhas que vinham na Revista Placar, é muito legal. Por que vocês não lançam um álbum almanaque de F1? E parabéns ao Ico pelas transmissões pela Band, ele tem esse espírito de repórter.
Paulo Salles, São Bernardo do Campo
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Parabéns pela coluna Viradas, do Lucas Giavoni!
Carol Figueiredo, São Paulo
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Prezados amigos leitores e fãs do GPTotal pelo mundo afora
sou fã incondicional deste veículo de comunicação especializado. O acompanho de uns sete anos para cá. Inteligente, rico em informações sobre automobilismo e também sobre a F1.

Escrevo hoje sobre dois Importantes temas: a volta dos turbos (foto acima, o BMW do Brabham de Piquet) à F1 e a liberação de ordens de equipes. Até que enfim temos a volta dos turbos na F1. E temos infelizmente também a liberação da vergonhosa ordem de equipes.
Eu, como um louco por F1 e também um apaixonado pelos turbos, desde meus 10 anos na década de 80, sempre fui um inconformado sobre o banimento da tecnologia da turbocompressão na categoria máxima do automobilismo. E desde então, ano após ano, sempre torcendo e cruzando os dedos para que chegasse o dia o momento e a hora do retorno desta tecnologia no esporte a motor da F1.
Sobre as duas Decisões da FIA em assembleia:
1) Inteligente decisão do Conselho Mundial, em liberar os motores turbo comprimidos. Na F1, estes propulsores sem dúvidas são bem mais ecológicos e econômicos e também pode sim alavancar a F1 para mais público em todo mundo. Sua retirada em 1988 (22 anos atrás) foi decisão extremamente errada, pois comprovadamente não se tinha relação direta com falta de segurança e elevação exponencial de altos custos com desenvolvimento. Repito: foi retirado por jogo de interesse dentro da categoria. Nem todos eram a favor na época da retirada. A responsabilidade da falta de segurança e acidentes na Década de 80, foi depositada exclusivamente na tecnologia turbo e não nos pouco seguros chassis da época e das fracas equipes de resgate (médica).
2) Sobre a liberação de ordem de equipes, isso fere sem limites a essência do esporte a motor na F1. É uma vergonha sem precedentes beneficiar um grupo seleto de pilotos em detrimento a outros. A balança da categoria, neste caso, vai ser controlada pela ambição de certos dirigentes. Imagine agora termos na categoria, 12 primeiros pilotos e 12 segundos pilotos nas equipes.
Isso sempre apareceu na F1, não de agora mas de maneira não tão clara (disfarçada e não escancarada). Será que se liberassem ordens de equipes mas de maneira criteriosa relacionada a matemática do campeonato não teríamos mais um espetáculo justo? Então os fins não justificam os meios desta forma aprovada na qual estão abrindo as portas da ignorância para um campeonato dividindo pilotos privilegiados e pilotos relegados e submissos a ordens das equipes.
Vamos acordar, agora isto é realidade é fato e é escancarado. Sabe quem esta rindo a toa? Os Dicks Vigaristas, Alonsos etc. Vamos protestar, público da F1. Este é o momento.
Abraços a todos, Fiquem com Deus, grato,
Rônaldi Fanticelli da Silva, Nova Venécia
1 Comments
Edu,
Pelo visto 2009/10 o clima entre os leitores andou quente no GEPETO
Fernando Marques
Niterói RJ