
Mais mensagens recebidas de leitores nos velhos tempos do site, bem antes das redes sociais terem aparecido.
Além de qualidade e quantidade, também muita confusão na forma como armazenamos os dados dos primeiros anos do site. Quem sabe alguém da Nasa possa nos ajudar a reorganizar os arquivos, hoje guardados em HDs, mas não sei não…
Dei um salto de datas para janeiro de 2006. Em regra, tento não repetir os autores das mensagens, de forma a homenagear a maior quantidade possível deles.
Abraços
Edu
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Olá, amigos do GP Total
Após as últimas notícias, analisamos as perspectivas para a temporada de 2006 do campeonato mundial de Fórmula 1 e arrisco-me a tecer algumas considerações. Vamos a elas:
Pelo que pudermos ver nos testes de pré-temporada (se bem que nestes testes, existem muito blefe e aspectos comerciais envolvidos) não há como negar que Kimi aparece como franco favorito para o título do próximo mundial, mas irá depender de quanto será confiável o novo carro da equipe de Mr. Dennis.
Alonso, certamente terá uma temporada no mínimo complicada, ante a notícia inesperada de sua transferência para a McLaren e as incertezas que pontuam o projeto Renault na F1.
A curiosidade cerca a Ferrari, a Honda e a Red Bull. Será que a Ferrari conseguirá acertar os problemas aerodinâmicos que marcaram o último campeonato? Creio que sim, pois a mudança na regra dos pneus é fundamental para que a equipe de Maranello volte a ter um desempenho mais próximo do qual possuía até 2004. A Honda, caso faça um bom carro, tem condições de brigar por vitórias em algumas provas, e se contar com a sorte e um trabalho de desenvolvimento adequado, pode até, quem sabe, em cenário otimista, entrar na luta pelo campeonato. Red Bull, com motores Ferrari, basicamente deve brigar por posição na zona de pontuação em várias corridas, junto com Toyota e Williams e BMW, sendo que espero presença menos assídua das duas últimas nas pontuações dos GPS.
Na turma do fundão, sem novidades: a Toro Rosso deve andar na frente de Midland e caso consiga entrar no circo, da Super Aguri, que deve nesta primeira temporada assumir o lugar que um dia foi da memorável Minardi.
Bom, esse foi apenas um exercício de imaginação, em razão do que foi visto nas últimas semanas, mas só em março para vermos se estes indícios devem ser considerados ou revistos.
Um abraço e até a próxima,
William de Oliveira – Uberlândia/MG
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Prezado Geraldo “Tite” Simões,
Não te conheço pessoalmente, mas tenho lido, por indicação de um amigo, seus artigos.
O último, intitulado “O Rio de Janeiro continua lindo – Parte 2” , é impagável! Aqui no escritório, todos leram e muitos, inclusive eu, choraram de tanto rir!
Continue assim, com seu jeito despachado de escrever, e obrigado por tornar nossas tardes mais “palatáveis”, aqui no “trampo”.Dava até para imaginar a cara dos alemães…
Um abraço e um ótimo 2006 a você e toda a turma do GP TOTAL.
Mauro
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Amigos,
Com 200 anos de atraso, acabei de ler a coluna da Alessandra sobre Hellé Nice.
Show de Bola HELLESANDRA!!!! Muito bom. Creio que vocês possam contar mais sobre aqueles tempos a “Golden Era”, como é conhecida esta rica época. Essa história do nome Helenice (ou Elenice ) ter se popularizado aqui é uma verdade que eu mesmo constatei. Uma vez, lendo uma coluna sobre Hellé Nice, fiquei sabendo sobre isso e tinha (até uns 2 anos atrás) uma “jovem senhora” chamada Elenice – então com 50 anos. Falei com ela sobre a origem do nome e ela me confirmou tudo sem eu ter falado nada. Disse que foi o pai dela que era “fã” da piloto.
Não vivi aquela época (nem sonhava em nascer, diga-se de passagem), mas tenho saudades e gostaria de ver aqueles heróis/ heroínas em atividade… Se Christian Fittipaldi, quando dirigiu o Copersucar já reformado pela DANKA, disse que eram loucos os que pilotaram naquela época, o que dizer dos anos 20 aos 50?
Parabéns, Alê.
Atenciosamente,
Marcelo Ferreira, Jacarepaguá/ RJ
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Como sempre, maravilhosa coluna da Alessandra.
Pra mim, você está na pole position das colunas do Gepeto. Já pensaste em escrever um livro?
Forte abraço a todos!
Lucas Carioli
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Por que o Brasil odeia Mark Webber (foto que abre esta coluna, com RBR na Alemanha 2013)?
No esporte, os brasileiros detestam perder para um gringo. Muitas vezes, uma colocação diferente do primeiro lugar é tratada como tragédia, mas quando não é o caso, o problema nunca é que o adversário é melhor e sim que os nossos representantes tiveram problemas ou sofreram perseguições das mais
diferentes formas e tipos.
Para não entrar direto na F1, vamos dar uma passada no futebol. Até hoje se discute a razão do Brasil ter perdido a Copa de 98. O time era realmente muito bom, mas o problema sempre foi e será o amarelão do Ronaldo no dia da final e isso fez o time perder as estribeiras dentro de campo e levar uma lavada. Só que nunca mencionamos que a França tinha também um timaço, com Zidane & cia, e ainda jogava em casa! A seleção da França era no mínimo do mesmo nível da seleção brasileira daquele ano, mas para nós, brasileiros, é muito difícil aceitar isso e colocamos, por quatro anos, toda a culpa em Ronaldo, que precisou arrebentar na copa seguinte e ser lembrado de uma forma que ele merecia.
Na época de ouro do Brasil na F1 era a mesma coisa. Quando Piquet perdia para o Mansell, era a equipe que favorecia o inglês. Quando Senna perdia para o mesmo Mansell, era o carro que era muito melhor. As razões podem até ser verdadeiras, mas nunca admitimos que Mansell ou Prost, que também derrotava os brasileiros na época, eram tão bons quanto eles e naquela determinada corrida, andaram mais e tiveram seus méritos.
Após a morte do Senna e o fracasso (para alguns não-entendidos) de Barrichello, o Brasil ficou carente de ídolos no automobilismo e a imprensa queria um novo piloto para poder apoiá-lo e levá-lo a F1 sem colocar grandes pressões e fazê-lo um ídolo e campeão. No final dos anos 90, Antônio Pizzonia era o nome certo. Vindo da longínqua Amazônia, jeito de bom moço, boa pinta, Pizzonia viajou para a Inglaterra e foi vencendo tudo logo de cara. Logo a imprensa jogou os holofotes em cima dele. Em 1999, a ESPN Brasil transmitiu toda a temporada da F-Renault Européia em que Pizzonia foi vice. Foi a única vez que a emissora transmitiu esse campeonato. No ano seguinte, a mesma ESPN transmitiu a F3 Inglesa, com participação de Pizzonia. Também seria pela última vez.
O antigo programa Limite passava reportagens sobre ele quase toda a semana e os outros meios de comunicação começaram a se interessar por ele, principalmente quando Pizzonia não quis saber de um contrato de longa duração com Flávio Briatore. Pronto! Além de bom piloto, Pizzonia demonstrou ter personalidade e maturidade e logo se tornou o queridinho da imprensa especializada brasileira e muitos diziam que certamente ele seria o próximo campeão Mundial de F1. Coincidência ou não, a carreira dele começou a declinar a partir daí.
Subindo para F3000 em 2001, Pizzonia era o bam-bam-bam da mídia e a primeira prova daquele campeonato foi transmitido ao vivo pela Rede Globo, que antes da corrida fez uma reportagem sobre ele. Em Interlagos, Jaime Melo Jr. ficou na segunda posição. Festa? Que nada! Pizzonia foi punido (justamente) quando liderava. E todo mundo dizia: “Pizzonia sempre estréia numa categoria com vitória!”. A transmissão ficou com cara de velório quando a punição veio, apesar do bom resultado de um outro brasileiro correndo em casa.
Mesmo fazendo duas temporadas sofríveis na F3000, Pizzonia conseguiu uma vaga de piloto de testes na Williams e sempre andou bem. Apesar do surgimento do fenômeno Felipe Massa, todo mundo acreditava piamente que Pizzonia chegaria na F1 e a grande chance surgiu em 2003, na Jaguar de Niki Lauda. Porém, ele deu de cara com um piloto que seria mais conhecido pela seguinte frase: “A primeira coisa que faço quando chego numa equipe é chutar a bunda do meu companheiro de equipe.”
Mark Webber tem uma carreira marcada por algumas decisões estranhas. Ao contrário do que muita gente pensa, Webber já foi campeão, no prestigiado festival de F-Ford em Brands Hatch em 1995 com a equipe oficial van Diemen. Tem gente que tentar tirar os méritos desse título, pois foi conquistado na melhor equipe, contudo, Ayrton Senna conquistou seus dois títulos por essa mesma equipe e nunca ninguém pensou em questioná-los.
Quando Webber saiu da Austrália em 1995, o país vivia uma seca de pilotos muito pior do que a nossa. O último título de F1 já completava 15 anos e a pressão da imprensa australiana sobre Webber era grande, pois sobre ele recaía a esperança de ser ele o piloto a reconquistar o título de F1 para a Austrália. Após ser vice-campeão no Campeonato Inglês de F-Ford, o passo seguinte seria a F3 Inglesa e ele foi para a equipe Alan Docking. Logo em sua quarta corrida ele conseguiu sua primeira vitória e acabou em quarto no campeonato.
Normalmente, o piloto ficaria mais um ano na F3 ou pularia para a F3000, mas Webber foi muito diferente. Ele assinou um contrato com a Mercedes e foi piloto oficial no campeonato de FIA GT ao lado de Bernd Schneider, mas acabou derrotado pela outra Mercedes de Klaus Ludwig e o brasileiro Ricardo Zonta. Em 1999, Webber fez sua estréia em Le Mans, mas essa sua participação entrou para a história. Pelas portas dos fundos. A Mercedes teve sérios problemas de aerodinâmica e Webber literalmente voou duas vezes e disse algo que o diferencia dos atuais pilotos politicamente corretos: Não andarei mais de Mercedes!
Após essa péssima experiência no turismo, ele voltou aos monopostos na F3000 e logo se tornou um dos protagonistas do campeonato. Em 2001 ele se torna piloto de testes da Benetton e se aproxima de Flavio Briatore e logo Webber estréia da F1, pela equipe Minardi. Com ajuda de Briatore, Webber chega a Jaguar e lá se encontra com Pizzonia.
A expectativa brasileira era que Pizzonia esmagasse Webber, mas o que aconteceu foi exatamente ao contrário. Webber constantemente colocava 1s ou mais em Pizzônia nas cassificações, mas a desculpa estava na ponta da língua: “Eu estou mais pesado que o Mark…” Com o passar do tempo, o ódio da imprensa brasileira por Webber aumentava, pois ele andava sempre na frente de Pizzonia e a imprensa mundial o tratava como nova estrela da F1 e colocava Pizzonia como um novo Jan Magnussen… O piloto que Webber se espelha é ninguém menos que Alain Prost e fazia como o francês faria na sua situação. Mais ódio ainda! Pizzonia seria demitido de forma humilhante logo depois. Pronto! Mark Webber era o novo vilão da F1. Para o Brasil. Tudo o que Webber fazia de bom, ninguém falava, mas bastava a menor das falhas para ele ser linchado em praça pública.
Como nos exemplos anteriores, Webber era o pilantra, o vilão do filme e Pizzonia era o coitadinho. Mas alguns detalhes foram esquecidos. Em 2003 havia a pré-cassificação na sexta-feira onde todos os pilotos andavam com tanque vazio e ainda assim Webber era também 1s mais rápido. Webber e Pizzonia foram contratados na mesma época e então a demissão de Niki Lauda não deve ter influenciado tanto assim como muitos apregoam. Ou seja, Webber foi ganhando todo mundo dentro da equipe na base da política, como Prost fazia e assim se tornou tetracampeão. Quando Senna chutou a bunda de Warwick e Dumfries, todo mundo achou um lance de gênio, mas como o tiro (ou chute) saiu pela culatra. Quando andaram juntos na Williams, Webber deu outro banho em Pizzonia, onde o brasileiro se dizia prestigiado e aqui se fala que Webber está para ser demitido.
Mark Webber não será campeão mundial. Ele é um bom piloto, tipo o Frentzen, ou seja, nem fede, nem cheira. Mas o Brasil não aceita que sua “principal promessa de Campeão Mundial” tenha sido derrotada por um piloto mequetrefe que não tem o currículo de Pizzonia e muitos outros. Por isso, se Webber for demitido, será motivo de alegria de muitos, mas se ele vencer uma corrida, será motivo de choro. Apenas porque ele derrotou um brasileiro…
Benício
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Ainda bem que existem vocês do GPTotal. Tornam a F1, se não fantástica, muito boa, principalmente agora, que estamos no recesso das competições.
Com as notícias, artigos e comentários do GPTotal fica até gostoso acompanhar o mundo da F1. Uma pena que a partir de 11 de março alguns galbuchatos irão tumultuar e deixar muito menos interessante este mundo de corridas, que já foi bom, faz tempo, mas já foi muito bom….
Aproveito para parabenizá-los pela excelente reportagem sobre a edição de 2006 da Mil Milhas Brasil. Foi a melhor que encontrei. Uma pena que nunca mais teremos uma Mil Milhas como a de 1966. A meu ver foi a melhor de todas.
Agora meu tempo livre vai preferencialmente para o campeonato catarinense de velocidade na terra. É uma beleza.
Um grande abraço a toda a equipe do GPTotal
Ingo Hofmann
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Fiquei muito feliz em ver a reportagem do Panda sobre as Mil Milhas no site. Aliás, concordo com o Ingo a respeito da edição de 1966, foi histórica (saudades do Camilo)!
Sobre a Mil Milhas 2006, acredito que iniciamos um outro ciclo neste formato de prova. Embora tenhamos presenciado um grid menor em comparação às ultimas edições, a qualidade das disputas e carros proporcionou um ótimo show, e a corrida foi muito bem organizada.
Espero de todo o coração que a Globo leve a sério o anúncio que fez (na ocasião da oficialização das Mil Milhas como prova integrante do Mundial de GT a partir de 2007), no que diz respeito à transmissão, cobertura, resumo das provas durante o ano de 2007, pois os “flashes” durante a prova.… bem, que flashes? Na SportTV, todos os colegas que consultei não viram nada a respeito durante o dia da corrida. A Globo transmitiu a largada e alguns boletins durante a prova. Isto é muito pouco.
Não vou comentar a respeito da falta de público e preço dos ingressos, pois isto vai dar muita discussão no GPTotal…
Para finalizar, deu gosto ver a Aston Martin andar em Interlagos com o Piquet pilotando, ainda que durante um turno pequeno. Além disto, tive o prazer de vê-lo nos boxes minutos antes de assumir o carro. Foi uma despedida em grande estilo do tricampeão.
Um abraço,
Ricardo Bifulco
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Caros leitores do GPTotal,
Andei acompanhando mais a perto esse começo de temporada do que nos anos passados, porque parece que essa temporada promete ser bastante competitiva. Ainda mais porque dessa vez eu tenho esperança de ver o Rubinho (foto abaixo, com o Honda de 2007) mostrar do que ele realmente é capaz.

Acho uma pena que ele continue sendo “perseguido” no Brasil. Aqui na Europa, muita gente o classifica entre os 3 ou 4 melhores pilotos da categoria. Li reportagens nos últimos dias onde se dizia que ele na Honda agora lembra muito o Schumacher no seu começo na Ferrari. O termo usado foi liderar a equipe de dentro do cockpit.
Portanto, espero pelo menos um pouco de objetividade nas declarações e discussões sobre ele porque, se a Honda no fim do ano estiver brigando pelo título, boa parte desse mérito caberá ao Rubinho.
Abraços aos fãs do automobilismo no Brasil,
Bruno Brandt, Alemanha
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Sempre fui ligado em F1, desde os 5 anos de idade. E tudo o que vejo na formula 1 hoje é pura palhaçada.
O Schumacher pode ser o maior colecionador de títulos e outros recordes que já conquistou, ele deve muito à Ferrari pelo salário que ganha, e o dinheiro que a equipe leva para se tornar uma campeã. O que o Schumacher conquistou em 14 anos de carreira, o Senna fez em dez anos.
Vamos ver se ele tem braço igual ao nosso eterno ídolo esportivo.
E aos internautas e críticos contra o Rubinho, tem outro detalhe. O nosso brasileiro foi infeliz de ter entrado numa equipe que precisa apenas de um piloto, não é à toa, quando a equipe precisava do brasileiro ele dava os resultados para o alemão. Mas se esquecem que, em 2002, Rubinho passou a dupla Schumacher na época Williams x Ferrari numa única curva, e muitas vezes deixou de ganhar corrida porque o carro não resistia ao talento do nosso brasileiro.
De lá pra cá, o talento do Rubinho caiu, porque a equipe estreava peças novas no carro do alemão, e o brasileiro esperava na próxima corrida para estrear. E muitas vezes eles tiravam a potência do motor do Rubinho, para não atrapalhar o Schumi. E quando o Circo da Ferrari pegou Fogo, naquela corrida polêmica, na ultima volta, não era pra ser do alemão.
Desvalorizaram o Rubinho, ficou perdido, sem talento, o alto salário o fez desaparecer e ganhar sem querer, e, o principal, ficar de bico calado, ou seu caminho era ficar desempregado.
A Ferrari sempre apostou no Schumacher, o número 1, e não o Rubinho para atrapalhar, mas na obrigação de ajudar.
Na época da Jordan, ele era sensacional. Na Stewart, melhor ainda — quando correu em Monaco e chegou em 2º lugar.
Ele não está à toa na Formula 1, ele tem 13 anos de carreira. Alguém de vocês por acaso conseguiria suportar uma pressão de altos e baixos na carreira? Veja que o Senna teve roubado um título em 1989 pelo Prost, quase abandonou a carreira, mas ele tinha como aliado o Ron Dennis. Foi o que não aconteceu com Rubinho.
Vamos ver se na Honda possa dar novamente o prestígio e o brilho de vencedor novamente.
Acelera, Rubinho!
Maurício Antunes Barbosa
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Eu não tenho o hábito de ficar fazendo elogios rasgados ao GPTotal. Afinal, isso é cair no comum. Mas sou obrigado a fazê-lo pela coluna “Adeus, amigos” da Alessandra.
De fato, a saída de “Schumi”, independente de quando acontecer, marcará o fim de uma era da F1 (muito vão dizer que uma das mais chatas). Acompanhei a carreira de Senna, Piquet, Mansel e Prost; posteriormente por vídeos. Como diria Chico Buarque: Schumi foi “um dos meus botões”. Para o bem ou para o mal, vou sentir sua falta.
PS: Ouvir falar em telex me traz boas recordações, Alessandra. Meu pai era técnico dessas máquinas, muitas vezes fui com ele ao trabalho (estou ficando velho).
Felipe Atch
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Grande Pandini!
Parabéns pelas perguntas objetivas ao tricampeão Nelson Piquet durante as 1000 Milhas.
A foto dele com o pé acidentado em Indianápolis exposto é impressionante! Se realmente esta foi a última sua corrida oficial, a foto ficará para a história, hein?
Abraços,
Sergio Sultani
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Nélson Piquet mostrou que ainda é o grande campeão que encantou uma geração inteira de amantes do esporte a motor.
A vitória nas Mil Milhas de Interlagos foi só mais uma mostra de seu inesgotável talento e da pouca memória da maioria dos brasileiros que insistem em não reconhecer a importância de seus feitos.
Parabéns Nélson, e obrigado pela alegria de te ver mais uma vez no lugar mais alto do pódio.
Angelo Luis Lopes Mello
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As manchetes taxativas dos jornais – “Barrichello começa mal na BAR…”. “Barrichello leva mais de um segundo do companheiro de equipe…”. “Button não toma conhecimento de Barrichello…” – soam de uma prematuridade, de uma irresponsabilidade que parece cheirar a um certo recalque.
Esqueceram somente de colocar que, nos testes subseqüentes, ele teve excelente performance, não em comparação ao inglês, mas sim no desenvolvimento do carro. Mas isso não importa. No fundo, a impressão que passa é que muitos torcem para que Barrichello vá mal, se possível, bem mal, para dar razão às bobagens que muitas vezes são escritas.
Por mais que estejamos sempre pegando no pé dele, e quase sempre por ele dar razão, acho que ainda é cedo, muito cedo para qualquer devaneio. Portanto, deixemos o sujeito correr em paz.
E, convenhamos, Barrichello é hoje mais piloto do que Button.. Afinal de contas, o máximo que o inglês fez na F1 desde 2000 foi… desonrar contratos.
2. Enquanto isso, ninguém fala do menino Massa, ninguém comenta…
3. Tenho que discordar de Mika Hakkinen quando ele coloca Kimi Raikkonen como melhor piloto da categoria atualmente. Não há dúvidas de que ele é genial, que é extra-série, mas muito lhe falta, a começar pelo título, para chegar a ser comparado com Schumacher, ainda o melhor piloto da atualidade. Ou esqueceram que o alemão é hepta campeão?! E cabe até uma pergunta: quem erra mais, o finlandês ou o alemão?!
4. Chega a ser triste esta declaração de Pizzonia de que pretende passar uma temporada nos EUA para depois tentar (?!) voltar a F1. É realmente desolador. Será que o cara ainda não acordou?! Será que ele acha que ainda tem espaço na F1?! Que alguém ainda acredita nele?! Depois de tudo que ele passou, tanta humilhação, tanta espinafrada, ele ainda consegue ter tesão para correr por lá?! Não sei não, mas às vezes acho que ele tem um pouco de sangue de barata…
E o pior é que até para correr naquelas chatices dos EUA ele está com dificuldades. Não tem patrocinadores, não tem grana, não tem equipe, não sabe nem se corre na F-Mundial ou na IRL. E, mesmo assim, ainda sonha com a F1… Vai acabar sobrando para ele o “coração de mãe brasileiro” Stock Car. Como ele pôde jogar sua carreira assim fora?!
5. E por falar em brasileiros, cadê o Tarso Marques, com o tal contrato com uma equipe forte em 2006?! Não podia ser realmente algo sério.
Marcelo Jardim
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Olá, amigos
Há tempos não escrevo para o site. Espero que tenham tido boas festas no fim do ano e que 2006 seja melhor.
Sobre F-1, confesso que não estou tão empolgado como em anos anteriores. A F-1 se tornou tão ridícula nos últimos anos que, aos poucos, estou ficando indiferente. Em compensação, espero pela Motogp ansiosamente.
Mas, mesmo com meu pessimismo, tudo indica que teremos uma boa temporada. Renault continua forte, Ferrari dá indícios de que poderá voltar ao topo e Honda e Toyota estão fazendo bons testes. Estou com a sensação de que a McLaren está ficando um pouquinho para trás. Os pilotos não devem permanecer, Adrian Newey está de emprego novo na Red Bull. Enfim, é melhor esperar. Red Bull e Sauber-BMW podem surpreender.
Mudando um pouco de assunto, um leitor comentou sobre a falta de expectativas dos brasileiros sobre Felipe Massa. Quando Rubens Barrichello mudou-se para a Honda, a grande maioria se entregou a reflexões sobre seu futuro. Quando Massa foi anunciado pela Ferrari, pouquíssimos se dedicaram a fazer o mesmo. Sinceramente, acho que Massa, por enquanto, não desperta a atenção de ninguém! Não faço a menor idéia do que esperar dele nesta temporada.
Um grande abraço
Willian Lopes Machado, de Brasília/ DF
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Olá, pessoal do GP Total.
Até agora, como em toda pré-temporada, não temos como definir qual será o melhor carro de 2006. Ainda tem quem treine com o carro híbrido ou com o antigo mesmo, com o motor V10 gritando alto e marcando o melhor tempo.
Uma das coisas que deu para perceber foi que a Ferrari, ao preferir modificar o F2004 para os motores V8 e não o F2005, mostrou o quanto este último foi deficiente.
Espero que o Rubinho mostre na pista o que vem mostrando em suas entrevistas, ele está mais confiante do que nunca, estes seis anos de Ferrari o fizeram amadurecer muito.
Abraços,
Roberto Caruso
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Caros Pandini e Marcos S. Teixeira
Vou tentar de uma vez por todas esclarecer qual o motor utilizado pela Arrows em 1998 e em 1999.
A Arrows tinha um contrato com a Yamaha por 2 temporadas (1997-1998), só que os japoneses resolveram retirar-se da categoria no final de 1997, motivada provavelmente com a saída de Damon Hill da equipe e a perda do status de equipe oficial da Bridgestone para a McLaren.
Para não prejudicar muito a parceira, ficou acordado que a Yamaha continuaria a fornecer os motores para a Arrows, mas não injetaria um centavo no desenvolvimento dos mesmos. E a equipe de Tom Walkinshaw contratou os serviços da Hart para desenvolver os motores Yamaha para aquela temporada. Tanto foi assim que Pedro Paulo Diniz, na época colunista da Revista Racing, confirmou que os motores da equipe seriam os Yamaha desenvolvidos pela Hart.
Como nem os japoneses nem a Hart injetavam dinheiro na equipe, os motores Yamaha-Hart foram rebatizados de Arrows, pois quem no final das contas pagava pelo desenvolvimento do motor era o próprio TW.
Em 1999, foi construído um motor totalmente novo pela Hart, já que o velho Yamaha-Hart-Arrows tornara-se obsoleto e pouco potente em 1998. Quem pagou a conta na construção dos novos motores foi TW, um príncipe da Nigéria e os patrocinadores trazidos por Pedro De La Rosa e Tora Takagi. Dizia-se na época que tal motor tinha 100HP a mais do que o velho Yamaha-Hart-Arrows, porém a teoria não se confirmou na prática: se em 1998, com um motor obsoleto e fraco a equipe conseguiu marcar 6 pontos, em 1999, com um motor ultrapotente a equipe ficou com a vice-lanterna no Campeonato de Construtores, com apenas mísero 1 pontinho, o que levou TW a preferir comprar motores Renault de segunda mão na empresa de Flávio Briatore (que embora datassem de 1997, ao menos eram vitoriosos).
Espero ter esclarecido as dúvidas pendentes.
Abraços
Gustavo Lucena
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Olá, Panda.
Da mesma maneira que você, me tornei fã de automobilismo a partir do acidente do Ronnie. Eu tinha 11 anos de idade na época e já curtia corridas, mas com aquele típico interesse de criança: agüentava assistir no máximo algumas voltas, saía, voltava, tornava a sair e vinha para ver o final. Aquele dia mudou tudo completamente. Passei a sentar estarrecido diante da televisão em todas as oportunidades que tinha de assistir a uma corrida, do início ao fim. Andava longas distâncias para poder assistir na TV colorida (coisa rara na época).
Lembro perfeitamente do acidente e de ter ficado esperando, ansioso, por mais notícias a respeito. Nunca havia ficado sentado diante da TV esperando o Fantástico, mas naquele dia fiquei. Torci imensamente por ele. De uma hora para outra, descobri que meu ídolo não era apenas o Emerson. Quando finalmente chegou a informação de que ele havia morrido, fiquei profundamente chocado. Ainda hoje, lendo a matéria e escrevendo esta mensagem, me vem uma imensa tristeza, que me leva à beira das lágrimas.
Aquele foi, com toda certeza, um dia terrivelmente triste. Parabéns a você pelo Especial sobre Ronnie Peterson.
Um fraternal abraço a todos os Gepetistas,
Elieser Fagundes, Florianópolis/SC
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Olá, pessoal
Estava assistindo ao vídeo disponível na coluna do Eduardo Correa sobre o confuso final de corrida do GP de Monaco em 1982. Vocês podem me dizer se é impressão minha ou um piloto chamado Derek Daly, da Williams, número 5, que abandonou logo após a curva da piscina, estava usando um capacete com a mesma pintura do Pace?
E mais uma: É verdade que mais ou menos em 95 o Alesi trocou o capacete com alguém, e correram os dois pilotos, um GP de capacetes trocados?
E muito legal a atitude do Panda na coluna das travessuras do Troglodita, de chamar as categorias que ele disputava como estadunidenses. Eu já havia percebido em outra coluna, mas nessa deu pra perceber que foi de propósito. Americano sou eu, você, e qualquer pessoa que nasce da ponta da Terra do Fogo até a ponta do Alasca quase caindo na Rússia, não só o pessoal que nasce nos EUA.
Obrigado,
Kleber Moro Sampaio, Marília