Grazie, Dottore

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Tudo vale a pena quando a alma não é pequena

 

O passar dos anos inevitavelmente nos ensina lições que gostaríamos de não aprender. Ninguém te diz, por exemplo, que acompanhar o envelhecimento dos próprios pais é um privilégio doloroso. Infinitamente melhor do que não os ter por perto, claro, mas ainda assim doloroso.

Ao refletir sobre o arco descrito por Valentino Rossi ao longo de seus incríveis 26 anos de campeonato mundial, inevitavelmente lembro da voz inigualável de Karen Carpenter cantando as delícias da juventude em We’ve Only Just Begun, enquanto sua alma era consumida a ponto de sua chama se apagar aos 32 anos. Ou de Renato Russo nos convencendo de que temos todo o tempo do mundo, mas precisamos amar as pessoas como se não houvesse amanhã, tudo isso antes de nos deixar aos 36.

Lembro ainda do impacto terrível que a morte de Senna, aos 34, teve sobre mim aos 15 anos de idade, ou do quão doloroso foi escrever, no intervalo de uma semana, os obituários de Dan Wheldon (33) e Marco Simoncelli (24). E, ao lembrar de tudo isso, só posso me sentir grato por estar aqui, escrevendo uma coluna de despedida a um Valentino Rossi que não apenas está vivo e saudável, mas encaminhando-se para ser pai e passar pela única experiência capaz de superar qualquer um dos incontáveis momentos grandiosos que fizeram dele o maior nome do esporte a motor neste século XXI.

Grato, sim. E muito. Mas tenho lágrimas nos olhos.

Alex x Rossi

Sou contemporâneo de Valentino. Nasci poucos meses antes dele, e revisitar agora sua história, tudo que enfrentou, tudo que mudou, tudo que inovou, o quão alto se projetou, e também testemunhar a juventude se esvaindo, as garras perdendo o corte, as despedidas daquilo que se ama, o esforço cada vez maior para permanecer competitivo, as páginas que cedo ou tarde se viram contra nossa vontade… Fatalmente é um exercício que me afeta muito mais do que eu gostaria, numa esfera pessoal.

Devo admitir que tive reservas com relação a Rossi em seus primeiros anos. Sua passagem pelas categorias de base coincidiu com meu período de faculdade, a saída de casa, e não acompanhei essa fase de sua carreira como teria feito sob outras circunstâncias. Por isso, quando começaram a surgir os elogios mais contundentes, tive a impressão de que seriam exagerados e me coloquei na defensiva. Os primeiros campeonatos na Honda também não me impressionaram tanto, apesar do domínio imposto, e as quatro provas finais de 2002, quando Alexandre Barros finalmente recebeu a Honda 4T, reforçaram em mim a sensação de que por trás de todos aqueles números havia, também, um equipamento nitidamente superior ao da concorrência.

O ponto de virada em minha percepção acerca de Valentino ocorreu no trágico GP do Japão de 2003, que nos privou do talento de Daijiro Kato. A prova foi transmitida ao vivo para o Brasil (coisa que não acontecia de forma regular naquela altura), e lembro do quanto fiquei impressionado com o virtuosismo de Rossi, percorrendo curvas de raio longo em lindas e assustadoras derrapagens controladas. Em especial a longa curva à esquerda, ao fim dos esses que abrem a volta em Suzuka. Aquelas imagens, repetidas volta após volta com precisão milimétrica, tiveram impacto muito maior sobre mim do que tudo que já havia lido ou ouvido a seu respeito. Era evidente que, sim, ali estava um piloto fora de série.

Nada, no entanto, poderia preparar a mim ou qualquer outra pessoa para o que ele faria nos meses seguintes.

Valentino Rossi é o maior nome do motociclismo de velocidade em todos os tempos. Punto e basta.

Não se trata de uma afirmação subjetiva, mas de um fato verificável. Ninguém fez mais para popularizar o esporte, ninguém chegou nem perto em termos de carisma, do fascínio que exerce sobre fãs do mundo inteiro, fazendo dele uma marca, uma instituição, uma cor, quase que uma Ferrari de um homem só. Uma lenda viva que durante a última década de sua carreira já não precisava mais vencer para ser idolatrado e lotar arquibancadas pelo mundo todo.

A receita para alcançar esse patamar reside na explosiva e inigualável combinação do enorme talento com uma personalidade riquíssima, que se manifestava de diferentes maneiras nas palhaçadas criativas em comemoração a vitórias e títulos mundiais, na sinceridade com que respondia (e ainda responde) perguntas nem sempre agradáveis ou convenientes, na atenção devotada aos fãs, na garra por vezes extrema com que mergulhava em disputas por posição, e, acima de tudo, na compreensão tão rara quanto elevada de que existem coisas maiores e mais importantes do que simplesmente vencer.

Liderando um período de hegemonia da Honda ante uma geração que não oferecia piloto à sua altura, Valentino estava no lugar certo e no momento certo para reescrever as principais estatísticas da categoria rainha. Se seu objetivo fosse enfileirar uma sequência monocórdica de títulos e vitórias bastava a ele repetir vezes e mais vezes o que já vinha fazendo, sem se importar com as ressalvas de quem continuava a acreditar – como eu havia feito até pouco tempo antes – que a moto talvez fosse o componente mais efetivo naquela combinação triunfante.

Valentino, contudo, é movido a desafios, e não é homem de se dobrar a caprichos de terceiros simplesmente para ter o melhor equipamento. Compartilhando do mesmo espírito desprendido e um tanto samurai que guiou e engrandeceu a carreira de Emerson Fittipaldi (ainda que em última análise tenha limitado seus números), ele anunciou que em 2004 estaria deixando a poderosa Honda para defender as cores da Yamaha, naquela altura mergulhada numa grave crise esportiva.

Uau, que bomba! E não foi só isso, amigos, porque naqueles meses de trabalho durante a pré-temporada ele liderou uma profunda mudança nos rumos da equipe desde o departamento de engenharia (fazendo uso de um canal de diálogo que, justiça seja feita, nunca foi ofertado a Alexandre Barros), e juntos – ele e a Yamaha – escreveram um marco na história do esporte a motor ao vencerem logo na primeira corrida que fizeram juntos, em Welkom, África do Sul. A Honda, por outro lado, empenhou-se em produzir uma moto radical, que alguns chamavam de “AntirRossi”, que fosse capaz de mostrar a todos que a fabricante era sim a maior responsável pelo sucesso dos anos recentes. E, determinada a salvar sua honra, exagerou nas doses e gerou uma máquina que se revelaria muito difícil de ser domada, apesar da competência e dos esforços de Alex Barros.

O resto é história, é lenda. Ter emendado os títulos de 2001 a 2005 com direito a uma troca de equipe tão radical no meio do caminho é feito que ombreia com os de Fangio na década de 50, e que – me perdoem a franqueza – supera em tamanho histórico, e de modo bastante sensível, a sequência de títulos e vitórias imposta por Marc Márquez e a Honda, ainda que os números digam o contrário.

Rossi x Stoner x Lorenzo

A partir de 2006 Rossi foi confrontado com uma nova e extremamente talentosa geração de pilotos, moldados a partir de sua imagem. A técnica de Dani Pedrosa e o virtuosismo exuberante de Casey Stoner receberiam a companhia cirúrgica de Jorge Lorenzo em 2008, justamente num período, (de 2007 a 2011) no qual os motores tiveram a cilindrada reduzida para 800cm³, agregando um pequeno handicap a Rossi, por ser mais alto e mais pesado, além de menos jovem.

O título de 2006 foi perdido por margem mínima no apagar das luzes, no que poderia ser considerado um ponto menos brilhante em sua carreira. Em 2007, por outro lado, nem houve briga, tal foi o domínio imposto pelo conjunto Stoner-Ducati-Bridgestone. Para piorar, um abandono na etapa final custou a Rossi o vice-campeonato, sendo superado em um ponto por Dani Pedrosa. Era a primeira vez em sua carreira na categoria de topo que ele não terminava um campeonato em 1º ou 2º na tabela de pontuação.

Vozes apressadas não demoraram muito a decretar que Valentino Rossi era coisa do passado, e esta desconfiança acabou sendo a senha para um campeonato absolutamente memorável, em 2008. Lutando contra o conjunto mais forte que havia enfrentado até então, o velho campeão elevou seu jogo e mostrou que ainda tinha um bom estoque de lenha para queimar. A tensão escalou até explodir em Laguna Seca, quando Rossi sabia que precisava interromper a qualquer custo a sequência de três vitórias consecutivas de Stoner, gerando um dos maiores épicos na história do esporte a motor.

Agarrado à liderança como se disso dependesse sua vida, Valentino foi superado incontáveis vezes pelo australiano ao longo da corrida, e em todas essas oportunidades recuperou a posição poucos metros à frente, ciente de que o rival rapidamente abriria distância se não fosse atacado de imediato. Ainda restavam sete provas a serem disputadas, mas a vitória naquele dia específico determinou os rumos da batalha mental. Outras quatro vitórias viriam em sequência a partir dali, o devolvendo ao Olimpo do esporte a motor de maneira gloriosa.

Em 2009 o desafio continua extremo, ainda que com protagonistas diferentes. Enquanto Stoner e a Ducati perdem um pouco de força, a irrefreável evolução de Lorenzo traz a disputa para dentro da própria equipe, fazendo com que Rossi, pela primeira vez em sua carreira, fosse questionado dentro de seus próprios domínios. A espetacular volta final em Barcelona sintetiza a ferocidade do confronto e ilustra, através da inacreditável ultrapassagem num ponto onde todos criam ser impossível, o fator que acabou sendo decisivo para a conquista do nono – e derradeiro – título mundial: apesar de já não ser o piloto mais rápido do grid, até aquela fase de sua carreira Rossi havia vencido praticamente todas as disputas diretas que havia travado, sobretudo nas voltas finais.

A despeito da vitória, a disputa com os jovens leões havia feito seus estragos. Rápido, consistente e jovem, Lorenzo era visto como o futuro da equipe e enfraquecia o poder de barganha do eneacampeão. A Yamaha havia se transformado num campo de batalha, e Rossi sabia que teria de enfrentar parte da própria equipe e assumir riscos desagradáveis se quisesse prolongar seu reinado. Um contexto perigoso, numa categoria na qual ultrapassar os limites significa ir ao chão em altas velocidades.

Rossi x Marquez

Apesar dos prognósticos preocupantes a temporada começa de forma positiva, com uma vitória no Qatar, seguida por dois pódios na Espanha e na França, em vitórias de Lorenzo. A etapa seguinte seria em Mugello, mas, pela primeira vez em sua longa carreira no campeonato mundial, Rossi ficaria de fora de um GP. No treino livre um forte acidente resultou numa fratura exposta na tíbia direita, que de forma impressionante o afastaria das pistas por apenas seis semanas, perdendo também as etapas da Grã-Bretanha, Holanda e Catalunha, todas vencidas por Lorenzo, a essa altura líder isolado na disputa pelo título.

Ainda que tenha ocorrido rapidamente, o reencontro entre Valentino e sua equipe jamais se deu de maneira plena. A Yamaha agora estava prestes a conquistar o título com Lorenzo, e já não via mais sentido em pagar tão caro pelos serviços de um piloto que já estava fazendo sua 11ª temporada na categoria de topo. Paralelamente o próprio Valentino dá a impressão de ter retornado diferente do que era até se machucar. Ainda comprometido com sua pilotagem e feroz em disputas diretas – como ficaria claro na batalha de última volta com Lorenzo em Motegi – Rossi agora parecia menos disposto a assumir riscos extremos, sobretudo em trechos de maior potencial para lesões graves.

Diferentemente do que havia acontecido em 2003, desta vez poucos se surpreenderam quando ao fim do ano ele anunciou sua ida para a Ducati, em substituição a Casey Stoner, que por sua vez estava de mudança para a Honda.

A união entre o piloto que havia sido campeão por onde passou e a equipe de sua terra natal era uma aposta arriscada, que havia sido longamente aguardada, mas infelizmente não renderia os frutos desejados por ambas as partes. Estamos, é claro, nos referindo a Valentino, mas poderíamos usar as mesmas palavras para descrever a transferência excessivamente otimista de Emerson Fittipaldi para a Copersucar, 35 anos antes. Em nova semelhança entre as carreiras de ambos, talvez a grandiosidade dos sucessos passados os tenha levado a arriscar passos maiores do que as pernas, embora esse seja o tipo de avaliação cômoda para se fazer depois que os resultados são conhecidos. A verdade, contudo, é que tanto Valentino quanto Emerson merecem toda a reverência por terem tentado, por terem mirado no infinito a aberto mão de resultados meramente matemáticos em nome da possibilidade de conquistarem algo maior, da atração pelo desafio, e de um dia poderem desfrutar da aposentadoria em paz com as próprias consciências.

O período de estiagem na Ducati ainda ficaria marcado pelo trágico envolvimento no acidente que vitimaria o amigo e compatriota Marco Simoncelli, um momento no qual a vontade de seguir correndo foi duramente testada. Terminado o contrato com os italianos Rossi bate humildemente às portas da Yamaha, agora definitivamente terra de Lorenzo. A temporada 2013 até que começa empolgante, com uma exibição de gala em Losail, mas a verdade é que o piloto que havia sido moldado às indomáveis víboras 2T de 500 cm³ vinha tendo que se adaptar constantemente a motos e pneus de comportamento muito diferente. Ao longo da temporada ele se manteria como quarta força, e muitos, mais uma vez, decretaram o seu fim.

O velho leão, todavia, ainda tinha energias para um último ataque. Contrariando todos os prognósticos ele supera Lorenzo ao longo de 2014 e no ano seguinte faz uma temporada praticamente perfeita, no limite da velocidade que ainda lhe restava, firmando-se como o grande nome do ano. A despeito de algumas vitórias antológicas, como na Argentina e em Assen, o 10º título escapa na última prova, em consequência da infeliz escalada na rivalidade com Marc Márquez, que na infância havia sido seu fã, especialmente a partir do eletrizante GP da Austrália.

Sua carreira, de fato, termina ali. A partir de 2016 a MotoGP adota o modelo de eletrônica padronizada para todas as motos, e a Yamaha é quem mais tem o desempenho afetado pela medida. Sem a necessária sensibilidade quando ao nível de aderência no pneu traseiro, Rossi perde a referência a respeito da localização do limite, e começa a cair com alguma frequência. Para piorar, a Bridgestone havia sido substituída pela Michelin como única fornecedora de pneus, e a estrutura dos compostos franceses deformava muito mais, privilegiando a velocidade de contorno das curvas e favorecendo pilotos mais leves. Tal tendência é duramente agravada a partir de 2020, com uma nova safra de pneus ainda mais radicais que, de um dia para o outro, derrubam o desempenho de pilotos mais altos ou corpulentos, como Valentino ou Danilo Petrucci, ao mesmo tempo em que favorecem pilotos leves, como Dani Pedrosa comprovou em vários testes.

Houve três vitórias pontuais ao longo deste período, mas, para acompanhar o ritmo de adversários que nem ao menos haviam nascido quando ele já pilotava, o velho leão expunha-se cada vez mais a quedas, a ponto de se machucar com gravidade na temporada de 2017. Ter contraído a covid-19 certamente não ajudou a reverter a perda de desempenho, de tal modo que ao fim de 2020 a equipe oficial da Yamaha se vê obrigada a renovar sua linha de pilotos, ainda que assumindo o compromisso de fornecer uma moto atualizada a Valentino enquanto ele quiser correr. Em meio a um grid especialmente competitivo, com motos entregando desempenhos muito próximos, os resultados evaporam por completo. Em agosto, reconhecendo que numa certa altura começa a ficar difícil se adaptar toda a hora a novas maneiras de pilotar, a aposentadoria finalmente foi anunciada para o fim deste ano.

Sem lágrimas, sem dramas, mas sem esconder a tristeza também. A história chegou ao fim com a mesma honestidade com que se iniciou e foi escrita.

O aspecto verdadeiramente triste na aposentadoria de Rossi é que ele, tanto quanto nós, não queria que este momento chegasse. Sua paixão pelas corridas, seu amor por competir ou pela relação que construiu com os milhões de fãs espalhados pelo mundo todo jamais esmoreceram, ao contrário do desempenho entregue em pista.

Ele é o primeiro a afirmar que teria feito mais um ano se estivesse competitivo, de tal modo que a tristeza pelo fim desta história tão rica é, em essência, uma tristeza universal, pela inevitável finitude de tudo, inclusive do que é bom, do que é bonito, e de tudo que amamos. Queiramos ou não, sempre chega um momento em que a vida começa a nos cobrar parte daquilo que nos deu, e nem mesmo os deuses e as lendas escapam a essa regra.

E tudo isso torna apenas mais bonito o suporte dado pelos fãs ao longo desses últimos anos, quando não havia mais vitórias a serem festejadas e tudo que importava era continuarmos juntos. Que esse apoio lhe dê a dimensão de que somos todos gratos, Valentino, por tanta inspiração, tanta entrega, tanta grandiosidade, tanta ousadia, tanta perseverança, tanta honestidade, tanta paixão, e, acima de tudo, por tanta humanidade.

Sua alma é gigante, campeão. Tudo valeu a pena.

 

Grazie mille, Dottore.

 

P.S.: Clique aqui para abrir toda lista de vídeos de homenagem a Rossi feita pelo canal oficial da MotoGP. #GrazieVale

Márcio Madeira
Márcio Madeira
Jornalista, nasceu no exato momento em que Nelson Piquet entrava pela primeira vez em um F-1. Sempre foi um apaixonado por carros e corridas.

4 Comments

  1. Gus disse:

    Pintura de texto/homenagem; parabéns! Foi um prazer ler essa despedida do gigante.

  2. Fernando Marques disse:

    Marcio,

    estava mais do que ansioso a espera da coluna sobre o Valentino Rossi … até pensei que ela seria escrita pelo Roberto Agresti, que durantes anos nos presenteou aqui no GEPETO com colunas sensacionais a respeito da Moto GP, além é claro de seu Puma Prata (achava lindo) com o qual se divertia em Interlagos.
    Mas você mais uma vez me surpreende positivamente ao descrever com imensa maestria o que foi o Valentino Rossi.
    O que falar mais? … O mito, o ídolo mor das motos, o maior e melhor de todos em cima de duas rodas está devidamente referenciado à altura que merece em suas palavras. Não vai existir outro igual …

    Grazie, Rossi
    Grazie, Marcio Madeira

    O tempo passa para todo mundo … e quanto mais tempo se vive mais a gente testemunha situações que a vida nos proporciona.

    Infelizmente morreu Sir Frank Williams … o ultimo garagista da Formula 1 … que junto com José Carlos Pace, Nelson Piquet, Ayrton Senna, Antonio Pizzonia, Bruno Senna, Rubens Barrichello e Felipe ajudou a escrever boa parte das mais felizes e tristes histórias do automobilismo brasileiro na Formula 1. Sim … Frank Williams faz parte da nossa história … e como tempo passa pra todo mundo, estamos aqui testemunhando também este momento triste na Formula 1.

    Fernando Marques
    Niterói RJ

    • Eu e que agradeço pelas palavras sempre gentis, Fernando.
      E muito oportuna sua homenagem ao grande Frank Williams, que como você bem disse é personagem central na rica história brasileira na F1.
      É o ciclo natural, mas não deixa de ser triste, não é verdade?

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