Um GP, muitas histórias

Em meio a tudo o que parece digno de ser comentado nesta mais recente edição do tradicional GP Brasil de Fórmula 1, o tema central surge quase como que obrigatório: pela primeira vez, em 48 corridas (duas das quais não oficiais) disputadas na Terra de Santa Cruz, não tivemos um piloto conterrâneo alinhando no grid de largada. Um cenário novo, que lança algumas perguntas cujas respostas devem ditar nosso futuro na categoria, se é que teremos um.

Passei boa parte do tempo em frente à tevê de olho nas arquibancadas, numa tentativa de avaliar como foi a procura por ingressos por parte do público. A pergunta aqui é: há interesse popular suficiente para justificar e sustentar a presença da categoria? E, na busca por essa resposta, as informações parecem confirmar a lógica. Sim, há.

Continue reading

Roleta russa

Pesquise a respeito do GP da Rússia de 2018 na internet e verá que a maior parte das abordagens irá focar na ordem de equipe levada adiante pela Mercedes, que transformou, ao menos no papel, o que em condições normais teria sido uma vitória de Valteri Bottas em mais um triunfo de Lewis Hamilton. Esta foi, para a comunidade leiga, a grande notícia relacionada à corrida.

Continue reading

A disputa de fato

Dando continuidade à nossa série de textos sobre a disputa entre Ayrton Senna e Alain Prost em 1988, é chegada a hora de relembrar os GPs de México, Canadá e Estados Unidos, quando os rivais começam a efetivamente se enfrentar sem interferências externas. De novo, a reprodução é do texto originalmente publicado no site ultimavolta.com, quase uma década atrás.

Continue reading