Croácia, campeã do mundo

Não me lembro (nem mesmo na Copa do Mundo de 2014!) de ver tamanha unanimidade entre os torcedores brasileiros em finais “estrangeiras” como aconteceu no mundial da Rússia. As justificativas que vinham após o “vou torcer pela Croácia” variaram do “eles nunca foram campeões antes, merecem” ao “jogaram três prorrogações”, passando por “é um país pequeno” e “com passado de guerras e sofrimento”. Houve até apelos à figura da presidente do país.

É de fato um fenômeno engraçado esse que acomete os esportes, mais do que a qualquer outro tipo de entretenimento: preferências — ou torcidas, no caso — vêm acompanhadas de justificativas. Como se fosse, de fato, uma escolha racional, e não meramente passional, como o termo sugere.

Continue reading