A Ferrari tem o martelo

No exótico jogo de curling (aquele mesmo, no qual atletas ficam varrendo o caminho das pesadas pedras circulares no gelo enquanto gritam palavras ininteligíveis), uma grande vantagem é ter o martelo. O tal martelo é ter a última pedra, a última jogada, com a qual você pode pontuar, e/ou tirar as pedras rivais do caminho do alvo. Quem joga primeiro tem desvantagem, bom mesmo é jogar depois, e aproveitar-se dessa vantagem, que no curling é alternada entre os times.

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Libera a Mistral, pô!

Mais um GP enfadonho, modorrento, abaixo das expectativas, certo? Certo. É inegável, já que todos esperavam mais para a triunfante volta de Paul Ricard. O que não significa, entretanto, que não possamos analisar cuidadosamente os acontecimentos, para que fiquemos atentos quando as corridas ótimas acontecerem.

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Triunfo da insistência

Uma cabeça reducionista irá dizer que as três principais corridas do ano (Mônaco, Indianápolis e Le Mans) ficaram devendo em emoções, ou simplesmente que foram enfadonhas.

Indo além de análise tão rasa podemos refletir que, não importa o quanto não gostemos de uma corrida, ela sempre é vencida por alguém, e normalmente de modo meritoso.

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