Nas últimas semanas, li em sequência dois livros, um sobre o bombardeio que destruiu Dresden na II Guerra e outro, com a biografia de Bernie Ecclestone. Difícil afirmar qual dos dois me repugnou mais.
No início de sua carreira, Ayrton Senna usava o número 42 em seus karts e carros de fórmulas menores. Na Fórmula 1, nunca usou o número, mas chegou a 41 vitórias.Qual a relação de tudo isso, afinal?
O amigo leitor por vezes sente-se confuso em relação à história recente da F1? Tem dificuldades em entender-se com a barafunda comercial-esportiva-técnica atual? Pois seus problemas acabaram. Veja aqui como chegamos à maior, mais popular, mais rica e eventualmente empolgante categoria do automobilismo mundial.
Lewis Hamilton confirmou sua presença na galeria dos Noé, os homens que fazem bonito durante um dilúvio. Francamente, acho natural em se tratando de naturais daquela ilha que em tempos remotos se chamava Albion.
A atual geração de pilotos é tão boa quanto aquela formação clássica dos anos 80, e muito, muito melhor que aquela de meados dos anos 90 e início dos anos 2000.
Sempre houve uma espécie de maldição a pesar sobre Rubinho, a mesma que pesa sobre o garoto-personagem do filme A.I.: você terá vida longa para sonhar mas não poderá, nunca, ver o seu sonho se concretizar.